Sem pontos de relevo em discussão a Assembleia do Muro serviu para cumprir calendario e dar a conhecer que as alterações que estavam previstas fazer no cemiterio, vão ser revistas e que há um projeto para defesa da manutenção da Ponte da Peça Má.

Na assembleia ordinária da Freguesia do Muro que teve lugar na quinta-feira, 26 de junho, Carlos Martins, presidente da Junta de Freguesia esclareceu que relativamente à remoção de lápides em campas que alegadamente estariam vazias não vai acontecer uma vez que “têm aparecido na junta de freguesia os seus proprietários, com documentos de posse daqueles jazigos e há apenas alguns casos pontuais, devidamente identificados”, assegurou. Ainda no periodo antes da ordem do dia o presidente informou que teve uma reunião com o empresário Eurico Ferreira, que lhe mostrou um projeto devidamente elaborado e orçamentado “que permite manter a Ponte da Peça Má, evitando assim a sua demolição”. De acordo com o autarca, “a proposta que me foi dada a conhecer fica mais barata, optando pela manutenção da ponte, do que a sua demolição que custará muito mais aos cofres da Câmara “.

Carlos Martins compromenteu-se ainda em levar na próxima assembleia de freguesia para o dar a conhecer aos interessados.

Já no periodo da ordem do dia foi aprovada por unanimidade a “proposta de contrato interadministrativo de delegação de competências para assegurar a manutenção das vias municipais, a celebrar entre a Câmara Municipal da Trofa e a Junta de Freguesia.

No período destinado ao público, António Araújo pediu ao executivo liderado por Carlos Martins que interviesse junto da Câmara Municipal para resolver o problema rodoviário existente no lugar do alto da Serra na estrada Nacional 14. “É necessário a colocação de sinais luminosos não só para regular a passagem de peoes e evitar mais atropelamentos naquele local mas para obrigar os condutores a reduzir a velocidade”. O murense queixou-se que”durante a noite é impossível dormir pois devido aos abatimenos da estrada os pesados e ligeiros fazem imenso barulho”.

Carlos Martins concordou que “é uma necessidade”, mas pediu ao murense que se dirigisse no dia seguinte à Assembleia municipal para reivindicar essa sinalização à Câmara Municipal que é quem tem competência para a colocar.