O Plano de Actividades para 2011, os limites da freguesia e a tabela de taxas e licenças para 2011 foram alguns dos assuntos discutidos pelos membros da Assembleia de Freguesia de S. Mamede do Coronado, que reuniram na quinta-feira.

A decisão de a Junta passar a revender os jazigos para a parte nova do cemitério de S. Mamede do Coronado está a gerar polémica. O executivo garante que é para “salvaguardar a arquitectura” e os membros sociais-democratas questionam a legalidade do procedimento.

“Na parte nova do cemitério, a arquitectura é muito peculiar e querendo salvaguardar isso, pedimos ao arquitecto para elaborar um modelo de jazigo”, explicou José Ferreira, acrescentando que a posteriori foram contactados três marmoristas que “apresentaram as suas propostas consoante um caderno de encargos”. “Ganhou o Sr. Manuel Águas com a proposta mais vantajosa”, acrescentou. Este contrato obriga a que as pessoas que queiram sepultar alguém num jazigo, tenham que o adquirir na Junta de Freguesia. José Ferreira, a pedido do membro social-democrata Rui Machado, apresentou os valores: “A Junta paga 500 euros ao marmorista e as pessoas vão pagar 600 euros pelo jazigo à Junta, incluindo uma floreira e a licença”.

Já no ponto da votação e discussão da proposta de Regulamento e Tabela de Taxas e Licenças para o ano de 2011, esta questão voltou a ser debatida.

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