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Os membros da Assembleia de Freguesia de Covelas reuniram-se para a sessão ordinária de setembro, que se realizou na segunda-feira, dia 22.

Como o próprio presidente da Junta, Feliciano Castro, apelidou tratou-se de uma sessão para cumprir calendário, tendo a participação dos covelenses sido nula.

Durante a apreciação da atividade e da situação financeira da Junta, Luciano Castro afirmou que continua com “um saldo positivo, embora as obras não tenham sido nenhumas”, estando na altura de “gastar algum dinheiro” no “acesso à rua principal” da Igreja de Covelas, tendo a empreitada “já sido adjudicada” a “uma empresa de Famalicão”, que apresentou um dos orçamentos “mais baixo”. “Tivemos a oferta de vários camiões de paralelos pela Câmara e só ainda não começou porque o tempo não tem permitido. Não vale a pena começar enquanto o tempo estiver de chuva, porque assentar paralelos com chuva fica tudo torto”, acrescentou.

O presidente informou ainda que vai “alterar/atualizar o horário do cemitério”, fechando-o “de noite”, uma coisa que “não vinha a acontecer”. As passadeiras da freguesia, assegura, “não estão esquecidas”, tendo “andado a insistir com a Câmara para fornecer a tinta”. Quanto aos sinais de sinalização, Luciano Castro declarou que “continuam a ser roubados”.

Relativamente às ruas que foram “deterioradas aquando do alargamento da A3”, o presidente denotou que já falou com a Câmara e que quando procederem ao arranjo na Rua da Gabriela “de certeza que vão ter que cortar a estrada e desviar o trânsito”, uma situação que já foi acautelada e aprovada em reunião. “O arquiteto Charro falou com o consórcio que disse que estava com as máquinas um bocado longe, mas que logo que viessem para esta zona iriam intervir nas ruas”, explicou.

Luciano Castro contou que foi alertado, no domingo, sobre a “zona do Lar do Emigrante”, onde “já caiu um bocado do muro”. “Os homens foram hoje (segunda-feira) arrumar as pedras para mais perto do muro para libertar a valeta para a água não vir para a estrada. Falei com o Garcia Garcia, mas disseram que aquilo já não é deles e que foi vendido”, asseverou, referindo que “Pedro Garcia sabia quem eram os donos e ia contactar com eles”, mas mesmo assim Luciano ia “tentar saber de quem é” para “chamar a atenção com uma carta a responsabilizá-los e participar à Câmara”.