Sílvia Silva Reis tem 23 anos e é uma das candidatas nacionais que vai representar Portugal na Miss European 2014, que se realiza de 6 a 12 de outubro, na Irlanda.

Durante a participação no concurso de beleza Miss Santal, onde conquistou o título de Miss Simpatia Santal, Sílvia Silva Reis foi convidada a participar na Miss Look Glamour, tendo sido uma das “15 finalistas nacionais” apurada.

A partir de “castings regionais e distritais”, as concorrentes a Miss Look Glamour passaram por “várias fases” até “serem apuradas as 15 finalistas nacionais” que foram direcionadas para “concursos internacionais de beleza”. Sílvia Silva Reis integra o grupo que vai representar Portugal no concurso Miss European 2014. Para a trofense “é ótimo ser uma das meninas escolhidas” para representar o país lá fora, porque “é uma honra ter sido umas das eleitas no meio de tantas candidatas” e fará “parte da linha da frente de todo um conjunto de pessoas que se esforça para levar o nome de Portugal o mais longe possível”.

O concurso tem “duas componentes”: a nível individual e de grupo. Sílvia espera “sair bem classificada tanto a nível individual como enquanto grupo”. “Existe o concurso de dança em grupo, do qual Portugal tem sido vencedor”, acrescentou.

Para a trofense este concurso “é um complemento da vida e uma mais-valia para a sua formação enquanto pessoa e profissional”, pois atualmente frequenta o último ano do curso de Arquitetura na Universidade do Porto.

Natural de Póvoa de Varzim, Sílvia Silva Reis, de 23 anos, vive na Trofa, onde frequentou o 2.º e 3.º ciclo no Colégio Nossa Senhora das Dores e posteriormente a Escola Secundária da Trofa. A jovem tem “alguma experiência como modelo”, tendo começado a “fazer desfiles e alguns catálogos quando tinha cerca de 16 anos”, uma coisa que “não tem nada a ver” com ser Miss. “Para ser Miss temos que seguir um conjunto de regras ‘de como ser uma princesa’, não só enquanto desfilamos mas também como nos comportamos em sociedade. Transforma-nos e define aquilo que queremos ser para os outros, que passa por sermos um exemplo a seguir”, explicou.

Sílvia Reis denotou que estes concursos de beleza dão “muita visibilidade”, o que faz com que “várias portas se abram mais facilmente” e as “fazem crescer”, pois durante “as semanas de preparação para as respetivas galas finais” estão “afastadas de casa” e têm de se “adaptar a novas regras e a novas pessoas”. “Por isso espero no final deste desafio final na Irlanda regressar mais forte e preparada para tudo”, conclui.