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Ano 2011

Artur Costa não se recandidata a presidente

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A cerimónia de entrega de troféus da Associação de Futebol Popular da Trofa ficou marcada pelo anúncio de Artur Costa que não vai apresentar a sua recandidatura à presidência da coletividade.

“Conquistámos os troféus mais importantes da época”, congratula-se, orgulhoso, um dos atletas juniores do Guidões Futebol Clube, à entrada do pavilhão do Centro Recreativo de Bougado, no final da cerimónia de entrega de prémios, que decorreu no sábado, 11 de junho.

Em infantis masculinos, o Guidões conquistou a Taça Disciplina e teve o melhor ataque, com 47 golos marcados, e a melhor defesa, apenas com um golo sofrido. A equipa ficou em 1º lugar, com 21 pontos.

Em iniciados masculinos, o GCR de Alvarelhos levou a melhor, ao terminar a prova em 1º lugar, com nove pontos. A mesma equipa teve o melhor ataque, com 14 golos marcados. A melhor defesa foi guidoense, com sete golos sofridos, que mereceu também a Taça Disciplina.

Em juvenis masculinos, a ARJ Muro ficou no topo da tabela classificativa, com 13 pontos, levando também o troféu de melhor defesa, com dez golos sofridos. O melhor ataque foi da Urbanização da Barca, com 22 golos marcados. A Taça Disciplina foi conquistada pelo CR Bougado, que também levou para casa o mesmo troféu no escalão de juniores, em que o Guidões FC ficou em 1º lugar. A mesma equipa teve o melhor ataque, com 23 golos marcados. Já a melhor defesa foi da ACR Abelheira, com seis golos sofridos.

No escalão de veteranos masculinos, o CA Bairros conquistou o 1º lugar, com 30 golos marcados e nove sofridos, o que lhes valeu os troféus de melhor ataque e melhor defesa. A Taça Disciplina foi ganha pelo GCR Alvarelhos.

O único escalão feminino da competição terminou a época com a ACR Vigorosa em 1º, com 27 golos marcados e sete sofridos. O melhor ataque e a melhor defesa pertenceram ao Núcleo do Sporting da Trofa, com 30 golos marcados e apenas quatro sofridos. A Taça Disciplina também foi entregue ao ACR Vigorosa.

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“Faço um balanço positivo da época, apesar dos contratempos que existiram”, garantiu Artur Costa, presidente da Associação de Futebol Popular da Trofa, referindo-se ao “interregno” dos campeonatos concelhios, no final do ano passado, por falta de verbas para assegurar o seguro desportivo. Esta competição deu lugar ao Torneio da Primavera.

Problemas à parte, “esta festa é o coroar” de toda a época, provando que “o Futebol Popular continua vivo no concelho”. “É evidente que esta é uma cerimónia importante, em que os atletas recebem o reconhecimento público pelo trabalho que foram fazendo ao longo do campeonato”, acrescentou Artur Costa.

Ao todo, foram 600 os atletas que participaram no Torneio de Primavera, o que, destacou o dirigente, “é muito bom para uma competição a nível concelhio”.

 

Já dei o meu contributo”

 

Apesar do balanço positivo, Artur Costa anunciou que não se vai recandidatar ao lugar de presidente da Associação de Futebol Popular da Trofa: “Não se pode ficar eternamente à frente de algo e eu já dei o meu contributo”. “Certamente, poderei continuar ligado à associação, mas não enquanto presidente, pois é um desgaste muito grande. Tenho de dedicar o meu tempo à família e a vários projetos a nível profissional”, justificou. Artur Costa esteve à frente da associação durante dois mandatos – quatro anos – e garantiu que quer “continuar ligado ao projeto”.

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Deste tempo, o ainda presidente faz um balanço “positivo”: “As equipas foram melhorando em termos de fairplay e há muito menos confusão. Os jogos são mais engraçados e mais bonitos de se ver”.

Já a pensar nos seus sucessores, Artur Costa garante que “o pior está feito, que é montar o esquema”. “Agora é só seguir as medidas que tão bom resultado têm dado e tentar melhorar, se for possível, aquilo que já se faz”, assegurou. Em jeito de conselho, o dirigente garantiu que “o mais difícil é o primeiro ano, depois disso é mais fácil de gerir”. “Espero que tentem manter os campeonatos concelhios, mas na forma que estava definida anteriormente, ou seja, um campeonato alargado a começar em outubro ou novembro e a terminar em maio ou junho. Penso que esta é a vontade de todos”, referiu, ainda, Artur Costa.

Depois de todos terem os troféus, era altura de fomentar o convívio entre atletas, dirigentes e responsáveis autárquicos, que também marcaram presença na cerimónia.

A vereadora do Desporto da Câmara Municipal da Trofa, Teresa Fernandes, garantiu que “no futuro, a autarquia vai continuar a apoiar, como até aqui, as ações e iniciativas desenvolvidas pela associação, nomeadamente através da realização dos campeonatos de Futebol Amador do concelho, que são muito importantes para as nossas coletividades, proporcionando momentos de convívio salutar entre os associados, enquanto praticam desporto”.

“Independentemente de quem estiver na direção da Associação de Futebol Popular, o acompanhamento por parte da Câmara Municipal da Trofa será sempre o mesmo, atento, sério e estruturado, e confirmando-se ou não, a eventual não recandidatura da atual direção, temos a certeza que o futebol amador encontrará uma solução que agrade a todas as partes envolvidas e continuará, com certeza, de excelente saúde em todas as nossas freguesias”, referiu a vereadora sobre a saída de Artur Costa da direção da coletividade.

Teresa Fernandes concluiu, dizendo que, “pela sua vitalidade e abrangência, pelas centenas de atletas e dezenas de associações que mobiliza, pelo espírito de entrega dos seus dirigentes desportivos e pela satisfação das famílias que assistem com entusiasmo à ocupação saudável do tempo livre por parte dos filhos, o Futebol Amador merece toda a atenção da Câmara Municipal”.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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