Carlos Portela tomou posse como presidente da Associação Cultural e Recreativa Vigorosa e garantiu que “o futuro vai acontecer”.

Sem fazer promessas, mas com a certeza de que “o futuro vai acontecer”, Carlos Portela tomou posse como presidente da Associação Cultural e Recreativa (ACR) Vigorosa, ao final da tarde de sábado, dia 25 de Setembro, numa cerimónia que contou com a presença de sócios e outros membros da direcção. Para assinalar o momento, estiveram, ainda, na sede da Vigorosa, os vereadores socialistas, José Magalhães Moreira, Assis Serra Neves e Teresa Fernandes, o presidente da Assembleia Municipal, João Fernandes, e o presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado, José Sá.

Na tomada de posse, o presidente não escondeu que “o trabalho tem vindo a aumentar, sobretudo no campo da formação e no número de atletas”. “A ACR Vigorosa é a única associação que tem três modalidades distintas: atletismo, basquetebol e futsal”, atestou. No entanto, o trabalho da associação vai para além das linhas dos campos e das pistas, conforme salienta Carlos Portela: “Vamos além do resultado desportivo, pois temos uma função social para além da desportiva”. O presidente não quis fazer promessas, mas ao NT adiantou que a associação está a ponderar a criação de uma nova modalidade: o xadrez. “Pretendemos criar uma nova modalidade, com calma, pois sabemos que não é fácil e o xadrez é uma opção porque não existe na Trofa e seria uma boa altura de fazer captações dos potenciais praticantes”, anunciou.

Em relação ao passado, Carlos Portela mostrou-se satisfeito, já que “à medida que o trabalho vai sendo conhecido é óbvio que as pessoas são solidárias” com a associação. Ainda assim, continuam a existir algumas necessidades, sendo premente ter “uma sede própria”.

Teresa Fernandes, vereadora do Desporto, mostrou-se atenta ao trabalho desenvolvido pela Vigorosa: “A associação tem um trabalho árduo junto dos jovens, na formação e na actividade desportiva e os responsáveis dedicam-lhe muito do seu tempo pessoal e profissional”. A presença dos autarcas na cerimónia de tomada de posse é fruto do “esforço em manter uma grande proximidade” com todo o movimento associativo. Em relação às necessidades da Vigorosa, Teresa Fernandes referiu que a Câmara Municipal “ainda não atribuiu” subsídios “a nenhuma instituição”, mas em termos de apoio logístico, “está sempre disponível para ajudar”, dando como exemplo “o encargo com as despesas com o pavilhão do Colégio da Trofa, embora não seja apenas para a Vigorosa”. “É outra forma de ajudar”, evidenciou.

No seu discurso, a vereadora notou que “não existem mulheres nos corpos dirigentes”, mas Carlos Portela atestou que era uma “situação circunstancial”, pois “os membros foram todos praticamente reconduzidos”.

José Sá aproveitou para “louvar todas as direcções”, pois a associação “sempre acolheu, ajudou e acompanhou muito os jovens”. “Não queria falar muito para não prometer coisas à toa, mas posso prometer que vou acompanhar a associação e ajudar no que estiver ao alcance da Junta de Freguesia”.

Carlos Portela afirmou que “bastam as promessas de apoio da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal”. “Sabemos que podemos contar com eles”, confessou.