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Ano 2008

Animais de Filipe Couto Reis premiadas

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A Luís Filipe Couto Reis faltou "a cereja no topo do bolo" no concurso de Raça Holstein Frísia que decorreu na Feira Anual da Trofa 2008, no passado fim de semana. Ganhou o prémio da Vitela Campeã da Feira, mas não conseguiu repetir a proeza do ano passado e ganhar o prémio da Grande Vaca Campeã.

   "É sempre um estímulo vermos os animais que criamos em casa, serem premiados da maneira que os meus animais foram, porque sem dúvida nenhuma que são o futuro", afirmou Luís Filipe Couto Reis, criador trofense da raça Holstein Frísia, no balanço à Feira Anual da Trofa 2008.

Satisfeito com os prémios que os seus animais receberam, o criador diz ter-lhe faltado "a cereja no topo do bolo" no concurso da raça, que decorreu no passado fim-de-semana. Ganhou o prémio da Vitela Campeã da Feira, mas não conseguiu repetir a proeza do ano passado e ganhar o prémio da Grande Vaca Campeã.

Na primeira secção foi premiado com o primeiro lugar na Vitela dos seis aos nove meses que acabou por ser a Vitela Campeã da Feira. Este animal descendente de Jenny Lou Mrshl Toystory, tem como avô paterno Comestar Stormatic.

Na segunda secção de Vitelas dos 10 aos 12 meses de idade, Luís Filipe recebeu o segundo prémio, com uma vitela filha do touro Comestar Stormatic, que tem como avô paterno Robthom Integrity Et.

Quanto à categoria das vacas, Luís Filipe Couto Reis não conseguiu trazer de novo o título de Grande Vaca Campeã, ficando em segundo lugar. Desta feita, a vaca era filha de Honover – Hill – R – Spirit Et e de Armand.

"Nas vacas todos os animais estiveram muito bem, uns podiam ter estado melhor numa ou noutra secção, mas temos de aceitar o critério e o juiz decidiu. Possivelmente até me habituei mal, tantos prémios e de uma forma tão consecutiva e sempre com os mesmos animais", comentou o criador, que confessou estar já a pensar nas gerações futuras, "porque as actuais campeãs não duram sempre", afirmou.

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Segundo o criador trofense "é preciso muito empenho, estudar muito o potencial genético delas, fazer as alterações que devem ser feitas, porque há pormenores nos nossos animais que nós não gostamos e tentamos modificar", explicou. Não se trata de uma modificação através de uma fórmula matemática, por isso "temos de ir tentando. Umas vezes corre bem outras vezes menos bem, mas só ao fim de muitos anos é que se consegue ter as linhagens que queremos", referiu.

Quanto à "melhor feira do país", como ouviu ser intitulada, o criador trofense lembrou a falta de espaço para a realização do certame e de condições relativamente às acessibilidades: "infelizmente não temos boas condições ao nível de acessibilidades que permitam que as pessoas cheguem à feira com mais facilidade. No que diz respeito ao tamanho da feira penso que esta tem vindo a crescer de uma forma sustentada, mas no futuro talvez seja necessário mudar o espaço, visto que este está a tornar-se pequeno para a imponência deste evento", concluiu.

 

 

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Ano 2008

Cinco mulheres atropeladas, duas em estado grave

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 Dois feridos graves e três ligeiros é o balanço de um acidente de viação, esta segunda-feira, junto à empresa Ricon, em Ribeirão. O condutor do veículo terá ligado ao sogro a pedir auxílio, abandonando depois o local do sinistro, visivelmente transtornado. As mulheres já não correm risco de vida.

 José Marcelino nem queria acreditar no que viu quando regressou de uma tarde de pescaria. “Quando me aproximei do meu carro, que tinha ficado estacionado no sentido Ribeirão/EN14, vi que estava virado em sentido contrário e só quando cheguei perto da viatura me apercebi do que tinha acontecido. Tinha o carro com a parte lateral esquerda completamente desfeita”, adiantou ao NT, José Marcelino ainda mal refeito do susto.

O proprietário do Opel Vectra ainda estava incrédulo com os contornos deste acidente. “Ouvi sirenes enquanto estava a pescar mas como tinha o meu carro bem estacionado nunca pensei que a minha viatura estivesse envolvida”, adiantou.

O palco do acidente foi a Avenida da Indústria, perto da empresa têxtil Ricon, envolvendo três viaturas ligeiras e, segundo o NT conseguiu apurar, resultou de “uma colisão lateral entre dois ligeiros seguida de despiste e atropelamento de cinco peões”, adiantou fonte da Brigada de Trânsito de Braga, que esteve no local.

Alegadamente, as duas viaturas seguiam no mesmo sentido: “Uma das viaturas ia estacionar e a outra tocou-lhe, despistou-se e atropelou as pessoas que iam na berma, batendo ainda numa terceira viatura que estava estacionada. De acordo com a Brigada, trata-se de uma zona sem passeio, mas os peões “circulavam do lado correcto da estrada, com o trânsito de frente”. Os veículos seguiam no sentido poente-nascente, em direcção à EN14.

O acidente terá acontecido às 12.50 horas quando as vítimas, com idades entre os 30 e os 45 anos, regressavam ao trabalho após a hora de almoço. Segundo o NT conseguiu apurar, duas das mulheres são residentes na Trofa e as outras três serão de Ribeirão.

As vítimas foram transportadas para o Hospital S. Marcos em Braga e para o Centro Hospitalar do Médio Ave, unidade de Famalicão.

A mulher de 34 anos de idade, residente na cidade da Trofa, está estável e internada em Braga e segundo um familiar contactado pelo NT, “sofreu fracturas nas duas pernas, num braço e na bacia, apresentando ainda costelas partidas com perfuração dos pulmões, mas não corre riscos de vida”, adiantou. A vítima esteve consciente e contou aos familiares como tudo aconteceu: “Estava a chover, o veículo seguia em direcção à EN 14, estava a ultrapassar um outro que se encontrava parado, acabando por embater no veículo, abalroando ainda uma segunda viatura, e acabou por colher as cinco funcionárias da Ricon”.

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Outra das vítimas, que se encontra internada no Hospital de S. Marcos, apresenta lesões na coluna.

O condutor do veículo, que ficou “transtornado com o acidente”, abandonou o local “com medo que lhe batessem”, segundo confirmou a esposa, garantindo que ele ia entregar-se às autoridades.

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Ano 2008

Campeonato nacional é objectivo a alcançar

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Juniores do Trofense lideram campeonato

 Todas as equipas dos diferentes escalões do Clube Desportivo Trofense aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital.

 O frio que se sente no Complexo de Paradela nesta altura do ano não é obstáculo para os jovens que integram os escalões do Clube Desportivo Trofense. O sonho de um dia chegar ao patamar mais alto do futebol faz com que os poucos graus centígrados sejam esquecidos e a bola torna-se no único acessório de valor para os pequenos craques em altura de treinos e jogos.

Com a nova direcção liderada por Rui Silva, o departamento de futebol do Trofense modificou estratégias e delineou novas metas, numa clara aposta na formação para conferir ao clube expressividade na captação de jovens talentos. Todas as equipas dos diferentes escalões aceitaram o desafio de atingir os nacionais e os resultados começam a aparecer. Actualmente todas ocupam os primeiros três lugares do campeonato, e em posição privilegiada surgem os juniores, que lideram a 1ª divisão distrital, com quatro pontos de avanço sobre o segundo classificado, Paços de Ferreira. Todos alimentam o sonho de qualquer jovem no seu lugar: serem chamados para integrar o plantel sénior da equipa.

Jorge Gonçalves é o treinador da equipa há três anos. Já tinha integrado o departamento de formação noutra altura e depois de um período em que experimentou outros clubes decidiu “aceitar o convite do coordenador Jorge Maia” para abraçar um projecto de quatro anos, que está “a correr conforme o planeado”, afirmou em entrevista exclusiva ao NT/TrofaTv.

Os dois primeiros anos serviram para “criar condições para tornar a equipa competitiva”, no sentido de atingir a subida aos nacionais. “Esse é o patamar onde os jogadores poderão evoluir melhor”, referiu.

O projecto não abrangeu apenas o escalão júnior e os resultados de um trabalho “árduo” começam a notar-se: “Neste momento, nas camadas jovens, os juniores estão em primeiro lugar, os juvenis estão em terceiro lugar a um ponto do segundo, os iniciados estão em segundo lugar e os infantis ocupam o terceiro lugar”.

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Actualmente a ocupar, confortavelmente a liderança, os jogadores desfrutam do sucesso “confiantes no seu valor”. No entanto, há necessidade de “equilibrar as mentalidades para que eles não se deslumbrem”, adiantou Jorge Gonçalves que reforçou o facto dos feitos de hoje “serem fruto de um trabalho de três anos”.

O técnico considera que os resultados positivos são fruto da sintonia entre o departamento de formação e a direcção do clube e sabe que Tulipa, treinador da equipa sénior, está atento ao trabalho desenvolvido pelos juniores. “Existe uma grande comunicação entre o departamento e a equipa técnica profissional. Sei que (Tulipa) já veio ver um ou dois jogos da equipa e alguns juniores têm ido treinar com os seniores com alguma regularidade. Integraram, aliás, o jogo da Liga Intercalar e fizeram uma boa figura, com um excelente desempenho”, acrescentou.

O treinador acredita nas capacidades dos jovens para poderem fazer parte do plantel sénior, mas não esquece que “existem muitos outros factores, como estar no sítio certo no momento certo, a posição do jogador ou se o treinador estiver mais necessitado e também há o aspecto da coragem para o fazer”.

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