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Edição 435

Alvarelhos acolhe festas em honra de Nossa Senhora da Assunção

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Comissão de festas está a ultimar os preparativos para as festas em honra de Nossa Senhora da Assunção, que decorrem nos dias 14 e 15 de agosto. Noitada de quarta-feira e procissão são os pontos altos.

Formada a comissão, constituída por oito mulheres, quatro das quais repetentes na organização das festas, começou em “outubro as reuniões” para a preparação do programa das festividades em honra da padroeira de Alvarelhos, Nossa Senhora da Assunção.

O programa começa na quarta-feira, 14 de agosto, com uma missa vespertina, pelas 21.15 horas, seguido do espetáculo musical de variedades com a Banda Vatikano, pelas 22 horas. A noite encerra com uma sessão de fogo de jardim. O dia seguinte, dedicado à padroeira, começa com uma eucaristia, pelas 7.30 horas, seguida da entrada da Fanfarra de Santa Maria de Alvarelhos, pelas 10 horas. Meia hora depois, decorre uma missa solene em honra de Nossa Senhora da Assunção, que é também dedicada à Profissão de Fé dos jovens da freguesia. Já a tarde inicia-se com a entrada da Banda de Música de Alfena, pelas 15.30 horas, da qual se segue uma celebração da Palavra e procissão em honra da padroeira, que vai contar com “sete andores” e os jovens da Profissão de Fé, tornando-a ainda “maior”. Esta será um dos “pontos altos” da festa, assim como o espetáculo da Banda Vatikano, referiu Emília Couto, elemento da comissão.

Para a realização das festas foi estipulado um orçamento de “12 mil euros”, acrescentou. Para angariar as verbas necessárias, a comissão começou no “final do ano a vender rifas para a lotaria do Natal” e realizou três espetáculos no Salão Paroquial da freguesia, como a Noite de Fados, Encontro de Talentos e Encontro de Danças, onde conseguiu “alguns fundos”. Seguiu-se o pedido de patrocínios pelas empresas do concelho e o peditório de porta a porta pela freguesia. “Já temos as despesas controladas, falta só tratar da luz”, declarou Emília Couto.

O ano passado, a noitada das festas foi “de chuva”, uma situação que Emília Couto espera que este ano não aconteça, para que as pessoas possam aderir. Para isso, a comissão esteve a “espalhar os cartazes em muitos lados”. “Também é na altura da Senhora das Dores, mas acho que dá para dispersar um bocado”, denotou, agradecendo a “ajuda de toda a gente”, bem como “dos patrocinadores”, pois “sem eles não seria possível fazer a festa”.  

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Edição 435

(A)Posta

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Sempre que se escreve sobre um assunto novo, tecnologia ou ciência, basicamente regista-se o estado do conhecimento naquele momento. Será algo muito comparável a uma fotografia. Se fotografarmos um automóvel em movimento, registamos um instante (de uma ação sempre em mudança). Os dicionários que encontramos nas feiras de velharias sofrem do mesmo mal quando no título apresentam: “Dicionário Moderno – 1975”!

Não entendeu? Então imagine que alguém lê este artigo daqui a 20 anos, numa época em que ninguém se alimenta de carne de origem animal. O que vai pensar o leitor “desse futuro”?

250.000 Libras (289.000€) é quanto custa o hambúrguer de 142g, criado em laboratório, utilizando células estaminais retiradas de um animal vivo. Supostamente as células são cultivadas (crescendo em finas lâminas), posteriormente são misturadas com gordura (produzida também em laboratório) e sumo de beterraba (para colorir a mistura de vermelho).

Este hambúrguer foi provado esta semana por algumas personalidades, que reagiram positivamente ao sabor, consistência, aroma e cor.

Para além da manobra publicitária ao poder da investigação, percebi que algo não fazia sentido. Defendiam, no texto que li, que esta nova técnica seria uma solução de produção de carne sem emissão de gases causadores de efeitos de estufa, entre outros. Ou seja, tradicionalmente, na engorda de vitelos, produz-se muito metano, que é nocivo à atmosfera (contribuindo para o aquecimento global). Estes gases deixam de ser gerados ao produzir carne em laboratório e com maior rapidez.

Pergunto eu: – Para se conseguir 250.000 Libras (que é o custo de desenvolvimento de um simples hambúrguer), não terá sido emitida uma quantidade maior de gases nocivos à atmosfera, do que os gerados ao alimentar um simpático vitelo?

Estamos perante um problema de insustentabilidade camuflada!

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Podemos considerar que ao cabo de cinco anos, as técnicas e as tecnologias irão permitir que o hambúrguer desça de preço. Mas será que na produção das máquinas, desenvolvimento, pesquisa e testes, a pegada de carbono acumulada, neste caso, não será grande demais?

Existe um prémio de um milhão de dólares para quem conseguir produzir carne de frango em laboratório, oferecido pela PETA (organização defensora do tratamento ético dos animais).

Se o ser humano necessita da carne devido ao seu conteúdo em aminoácidos, sais minerais, vitaminas e gorduras polinsaturadas, porque não utilizar um alimento que sempre existiu, é mais barato, não tem gordura, é saboroso e de fácil digestão: os cogumelos?

Se considerarmos que existem fungos (cogumelos) decompositores e que a sua ação está a acelerar um processo natural, produzindo alimento, percebemos que a natureza não está a ser “manipulada” e sim conduzida, no caminho mais benéfico ao ser humano. Não se trata de desenvolver em laboratório os alimentos, replicando a ação mais misteriosa (e talvez perigosa) da natureza, mas sim, deixar que ela faça o que sempre fez.

Na verdade, os entendidos afirmam que o consumo de carne vai duplicar nos próximos 40 anos e que se consomem 70% dos recursos agrícolas na sua produção.

Parece-me que estamos perante um movimento científico que tenta tratar os sintomas e não a doença… Quem é que nos educa na alimentação?

Qualquer que seja a solução, não acabem com a “posta”… seja ela “de Bacalhau” ou “à Mirandesa”!

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pedro sousa | APVC – Associação para a Protecção do Vale do Coronado.

http://facebook.com/valedocoronado

http://valedocoronado.blogspot.com

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Guilherme Ramos, presidente da Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado, fez balanço de mandato

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“A abertura da Quinta de S. Romão foi a concretização dos maiores anseios”

O presidente da Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado, Guilherme Ramos, avaliou o último mandato à frente da freguesia, que fica marcado pela abertura à comunidade da Quinta de S. Romão.

 

O Notícias da Trofa (NT): Como avalia a sua presidência na Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado?

Guilherme Ramos (GR): A minha presidência na Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado foi, tal como tem vindo a suceder ao longo dos últimos 12 anos, bastante positiva, com o êxito que todos os romanenses ansiavam e acreditavam ser mais uma vez concretizado.

Leia a reportagem completa na edição do jornal O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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