A importância de preservar o meio ambiente e o património da Trofa, foi o mote para a fundação da Associação de Defesa do Ambiente e Património da Trofa (ADAPTA).

Com 11 anos de vida, a Associação de Defesa do Ambiente e Património da Trofa, que tem como base a preservação do meio ambiente e do património da região trofense, “privilegia o envolvimento com outras associações”, no desenvolvimento de projectos, a nível local, regional e nacional. “Já promovemos iniciativas no âmbito ambiental, e também patrimonial, com o Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens (FAPAS) e o Campo Aberto”, exemplificou Pedro Daniel Costa, presidente desta associação.

Para sensibilizar a comunidade, quanto à importância da preservação do meio ambiente, esta associação tem promovido várias iniciativas como exposições, a participação na ExpoTrofa, a divulgação de artigos na comunicação social e denúncias de atentados ambientais, que possam existir no concelho. Além disso, realizou várias caminhadas, não só com os sócios, para que pudesse sensibilizar “o maior número possível de pessoas quanto ao ambiente e a sua fragilidade”.

Para este ano, os associados da ADAPTA aprovaram, em Assembleia-Geral, o plano de atividades, onde não foram esquecidas diversas iniciativas que visem a protecção “do frágil ecossistema, que deve ser protegido”. “Como é importante a biodiversidade, é necessário estarmos atentos, pois devido aos frequentes atentados, podemos estar na iminência de os perder”, afirmou. Pedro Daniel Costa relembra que “a poluição de água e os vários incêndios que deflagram todos os anos, na Trofa, destroem a nossa floresta”.

Além disso, haverá vários workshops, nas áreas verdes, com biólogos credenciados, bem como visitas às escolas do concelho, para que haja uma maior interação entre a comunidade e o meio ambiente.

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