A 3ª edição das “24 horas de Slotcar da Trofa” vai realizar-se nos dias 3 e 4 de dezembro no salão polivalente dos Bombeiros Voluntários da Trofa.

Segundo a organização, esta prova é uma das mais importantes a nível nacional e por isso são esperadas 24 equipas, algumas com formação espanhola. No final das 24 horas de prova, a melhor decoração de todos os veículos vai receber um troféu, e a decoração mais votada pelas equipas também vai ser premiada. Para mais informações consulte o site www.ligaclubesslot.com.

Desde estruturas de madeira às placas de pista aos cabos elétricos, tudo tem que ser preparado pelos associados do clube e de forma personalizada. Segundo o presidente, João Pedro Costa, as pistas demoram uma semana a ser montadas, no entanto, “tudo está a correr bem, dada a sua experiência, também adquirida em competições internacionais”. “Tudo isto é um trabalho manual, artesanal feito pelos nossos associados do clube. Toda a dinâmica da prova começa com a montagem da própria estrutura e depois chega ao dia e vê-se já tudo embelezado,  com muitos emblemas, com muitos panos. As pistas para a prova terão quase 40 metros de  perímetro, com 24 calhas.A terceira edição do 24 horas de Slotcar é um feito que “satisfaz” os responsáveis pelo clube. “O ano passado, no pavilhão do Colégio (da Trofa) tivemos muito êxito. A passagem para o polivalente dos Bombeiros pode trazer algo mais ao evento, pois é um local emblemático e tem instalações excelentes”, explicou.

Em prova estarão 24 equipas e cerca de 120 atletas, com representantes de Itália e Espanha. A “cereja no topo do bolo” será “a adesão em massa da população da Trofa”. As “24 horas de Sloctar da Trofa” foram preparadas com um orçamento “nunca abaixo dos 15 mil euros”, em que“ uma parte acaba por ser comparticipada pelos próprios atletas da equipa, que têm uma taxa de inscrição”. A Câmara Municipal é parceira na prova, “garantindo o pavilhão e os troféus”. “Cerca de 60 por cento do orçamento é comparticipado”, referiu João Pedro Costa.

Apesar de sentir que a equipa da Trofa entra “mais debilitada por estar a preparar a prova”, João Pedro Costa considera que é uma das mais fortes, a par da italiana e das espanholas.

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