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Edição 623

VTS Padrão com pombo mais rápido pela 4.ª vez

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As provas de velocidade regressaram à campanha columbófila. Desta vez, o local da solta foi Mora, a cerca de 260 quilómetros da Trofa, na manhã de domingo, 14 de maio. Na Sociedade Columbófila Trofa (SCT), o pombo que se destacou foi ****588/15, de VTS Padrão, que cumpriu a distância em duas horas, 41 minutos e 37 segundos, a uma velocidade média de voo de 97,32 quilómetros por hora (1622 metros por minuto). Este não é um feito inédito, o pombo de VTS Padrão já havia mostrado aptidão para as vitórias, uma vez que já havia vencido a prova há 15 dias.
Mas ao nível de concorrentes foi a Team a Trofa a ficar à frente, ao marcar o 2.º, 5.º e 9.º pombos mais rápidos. Carvalheira Sac (4.º e 6.º pombos) e Araújo & Filhos (3.º e 8.º).
Com este resultado, Team Trofa assumiu a liderança na classificação da especialidade, assim como na tabela classificativa geral e em ambas está à frente de VTS Padrão e Araújo & Filhos, respetivamente.
Já o melhor pombo de velocidade é ****931/15, da Team Trofa, enquanto a classificação geral de pombos é liderada por ****701/15, de Team Trofa.
No Campeonato Trifitrofa/Megafibros, competição secundária da SCT, o pombo vencedor da prova de Mora pertence a RPM e o melhor concorrente foi Asas de Rindo. A classificação geral é liderada por Araújo & Filhos.
Na Sociedade Columbófila e Ornitológica do Coronado, a prova de Mora teve como pombo vencedor ****106/16, de Duarte & Companhia, que voou duas horas, 43 minutos e 43 segundos a uma velocidade média de 95,88 quilómetros por hora (1598 metros por minuto). Vítor Martins venceu a etapa por concorrentes.
Na classificação geral, Duarte & Companhia assumiu a liderança, com 1837 pontos, ultrapassando Inocêncio Cardoso, que, porém, tem o melhor pombo da campanha até agora, ****38/15.

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Edição 623

Abertas inscrições para a Trofa Urban Race

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A prova está marcada para as 20.30 horas do dia 29 de julho e como centro nevrálgico o Parque Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro e na Alameda da Estação. A Trofa Urban Race vai desenvolver-se num “circuito fechado de aproximadamente seis quilómetros”, percorrendo as ruas da cidade. Os três primeiros classificados vão ser premiados.
As inscrições já estão abertas e devem ser feitas até às 24 horas do dia 26 de julho ou quando for atingido o “limite de 400 participantes”. O custo da inscrição é de “dez euros por atleta”, que inclui “seguro desportivo, brinde/recordação, abastecimentos sólidos e líquidos, banhos e lavagem de bicicletas. A inscrição ou consulta do regulamento deve ser feita em www.raidbttdatrofa.pt.
Para Xavier Costa, elemento da organização, a Trofa Urban Race vai proporcionar aos ciclistas uma “adrenalina por pedalarem durante três horas numa prova noturna”, podendo “ser emocionante e bonito ter a população a apoiar”.
Além disso, o responsável espera que “a adesão seja em massa e que esgotem as participações”. “Muita gente não conhece o conceito de três horas de resistência urbana, o que nos poderá complicar o número de inscrições. Mas estamos sempre com esperança que irá ter uma boa adesão e temos que trabalhar para isso”, denotou, mencionando que os participantes podem competir a solo, em duplas ou em triplas.
Com a Trofa Urban Race, referiu, a organização pretende “criar um ambiente de festa”, com o público a juntar-se no centro da cidade “para apoiar quem vai participar na prova”.

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A humilhação e os insultos à Trofa continuam

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O prolongamento da linha do metro de superfície, do ISMAI até à Trofa (prometido há quase duas décadas), infelizmente tem sido um assunto recorrente. É preciso recordar mais uma vez, que uma parte significativa dos trofenses ficou sem o seu meio de transporte tradicional, o comboio que tinham desde 1932 e foi desativado no longínquo ano de 2002, com a promessa de ser construído em quatro anos o metro de superfície, aproveitando o canal existente. Promessa nunca cumprida!
Em contrapartida, neste espaço temporal, as obras de prolongamento da rede de metro da capital têm sido uma constante e vão continuar, enquanto a Trofa e os trofenses esperam e desesperam pela reposição do seu meio de transporte, que lhes foi “surripiado” há muitos anos ou a construção do meio de transporte prometido, o metro de superfície.
A desculpa “esfarrapada”, para o não cumprimento desta promessa, tem sido a viabilidade económica e a crise financeira. É uma nova versão da “conversa da treta”, sem qualquer dúvida, pois nunca existiu um estudo honesto de viabilidade económica, assim como não pode ser culpada a crise financeira. Atente-se ao facto de existir uma vontade governamental de se efetuar um gigantesco investimento na rede do metropolitano de Lisboa, onde o dinheiro não falta, nem vai faltar! O que existe (e sempre existiu) é falta de vontade política.
Há cerca de meio ano foi o negócio da Carris, em que o Governo entregou à Câmara Municipal de Lisboa a empresa, com todo o seu património, e ficando o governo (todos nós, através dos nossos impostos) de pagar a dívida acumulada de quase mil milhões de euros. E quem ficou beneficiado com mais este negócio ruinoso? Apenas os lisboetas!
Há quatro meses, a governação anunciou a construção em Lisboa, de duas novas estações do metro e o prolongamento de menos de mil e novecentos metros, ligando o Rato ao Cais de Sodré, onde vão ser gastos mais de 215 milhões de euros.
Há poucos dias foi anunciado, através do Ministério do Ambiente, que a rede do Metropolitano de Lisboa vai ser prolongada em mais quatro quilómetros e serão construídas quatro novas estações (Estrela, Santos, Campolide e Amoreiras), para além de uma ligação pedonal subterrânea, entre a futura estação das Amoreiras e o bairro de Campo de Ourique. Este novo anúncio governamental indica que a obra ficará concluída em cinco anos e serão gastos mais 684 milhões de euros.
Nestes dois prolongamentos da rede do metro da capital, a governação vai investir quase mil milhões de euros, em apenas quatro quilómetros e seis novas estações, em zonas onde existem transportes alternativos (elétricos e autocarros), ao contrário da zona da Trofa, que ficou sem o seu meio de transporte tradicional e não tem transportes alternativos, dignos desse nome.
É uma vergonha nacional, pois para Lisboa tudo, ou quase tudo, enquanto para o “resto do país” nada, ou quase nada! A humilhação e os insultos à Trofa e aos trofenses continuam. Até quando?

moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt
Crónica escrita em 13/05/2017, para ser publicado no Jornal “O Notícias da Trofa”, tendo em atenção as regras do novo acordo ortográfico

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