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Ano 2011

Vinho Castro Trofa acompanhou Arroz Pica no Chão (c/ vídeo)

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 Na Trofa, este sábado e domingo, o Arroz Pica no Chão e a Maçã Assada fizeram as delícias dos apreciadores deste tipo de iguarias. A iniciativa esteve inserida nos Fins-de-semana Gastronómicos, organizados pela Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, com o apoio da autarquia.

 Manter os sabores tradicionais parece ser o segredo para a confecção de um bom Arroz Pica no Chão e da Maçã Assada. Este fim-de-semana à mesa juntaram-se os elementos de várias juntas de freguesias, a edil trofense, Joana Lima, Cristina Mendes, representante da Turismo Porto e Norte de Portugal, os vereadores da Câmara Municipal e os presidentes dos concelhos de administração das empresas municipais que para além de provarem as iguarias gastronómicas do concelho, acompanharam a refeição com o Vinho Castro Trofa.

O também conhecido como Arroz de Cabidela fez as delícias de todos. Na Casa Mota, em S. Mamede do Coronado, não são utilizados ingredientes secretos na confecção destes pratos. A “qualidade dos produtos” e os “sabores tradicionais” atraem os clientes.

Que o diga José Costa, proprietário do restaurante que arrisca a dizer que já recebeu “milhares de clientes” para provar as suas especialidades. “Até os da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) já vieram cá comer mais do que uma vez”, confessou.

 

Onze restaurantes trofenses aderiram à iniciativa Fins-de-semana Gastronómicos, organizada pela Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, com o apoio da Câmara Municipal da Trofa e apresentaram as melhores receitas de Arroz Pica no Chão e Maçã Assada.

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Nesta 2ª edição do evento, Assis Serra Neves, vereador do Turismo da autarquia mostrou-se satisfeito com a participação dos restaurantes trofenses. “É uma forma de promover a gastronomia e vinhos do concelho. Este ano participaram onze restaurantes trofenses, houve uma maior adesão ao evento que é o segundo ano que acontece e que está a correr muito bem”, afirmou.

A representar a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, Cristina Mendes, visitou pelo segundo ano consecutivo o concelho da Trofa para degustar as especialidades e “felicitar o município e os restaurantes pela excelência e qualidade das iguarias gastronómicas”. “Consideramos que a gastronomia e os vinhos devem fazer sempre um enlace feliz no sentido de haver uma complementaridade”, acrescentou, lembrando a utilização do Vinho Castro Trofa.

De Janeiro a Junho de 2011, 72 municípios, mais de mil restaurantes e 144 iguarias gastronómicas compõem esta segunda edição dos Fins-de-semana Gastronómicos. Guimarães e Montalegre foram os primeiros a abrir as portas para a degustação do bacalhau ou do cozido à Barrosã, mas a iniciativa termina no primeiro fim-de-semana de Junho em Vila do Conde, com as especialidades de cabrito assado e barrigas de freira.

Turismo do Norte está a crescer

Apesar da evolução negativa da generalidade dos indicadores turísticos nacionais e regionais, o desempenho do Porto e Norte destaca-se pela positiva, com um crescimento transversal a todos os indicadores, à excepção dos proveitos totais.

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Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística sobre a actividade turística de Janeiro de 2011, “a região Norte registou um crescimento de 4,7 por cento no total de dormidas relativamente a 2010, o que representa 240 mil dormidas, face ao decréscimo de -1,4 por cento no registo nacional”, avançou a Entidade Regional. Também a taxa de ocupação registou um ligeiro aumento, na ordem dos 0,7 por cento. O acréscimo nestes indicadores aconteceu somente em duas regiões nacionais.

O Porto e Norte apresentou também uma evolução positiva ao nível dos proveitos por aposento (2 por cento), que ascenderam aos oito milhões de euros, apesar do decréscimo de -1,6 por cento nos proveitos totais. A média nacional apresentou quebras de -5,2 por cento e -6,8 por cento nos dois indicadores, respectivamente.

Nesta promoção do Turismo também se incluem os Fins-de-semana Gastronómicos que “são uma aposta forte e um orgulho para a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e para os 72 municípios que aderem a esta iniciativa”. “Este é o evento, a nível nacional, de gastronomia e vinhos que maior número de restaurantes congrega, mais de mil restaurantes, e que vem no sentido de contribuir para atenuar os efeitos negativos da sazonalidade”, avançou Cristina Mendes.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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