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Edição 767

Unidade Móvel vai às empresas formar trabalhadores em atividades perigosas

“Com esta possibilidade, podemos levar a formação às empresas, permitindo que estas mantenham os recursos humanos sempre atualizados”

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Durante o dia de 31 de maio, a unidade móvel de formação da empresa Quirónprevención esteve estacionada na Trofa para demonstração prática em atividades perigosas.
As empresas participantes tiveram acesso a um simulador, que foi desenvolvido para formação em setores como trabalhos em altura ou espaços confinados, com risco elétrico ou ocorrência de incêndios.
Segundo Pedro Cruz, diretor-comercial da empresa, “esta unidade móvel foi desenvolvida para chegar mais perto dos clientes, dispondo de todos os meios adequados à realização da formação, nos padrões de qualidade mais elevados, e em simulações muito próximas da realidade em caso de emergência, mas com todos os meios de proteção e de segurança para os formandos”.
Por sua vez, a vice-presidente executiva da Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA), Mafalda Cunha, advogou a vantagem de as empresas não terem de gastar tempo e recursos nas deslocações. “Todos vivemos tempos em que é difícil que as pessoas saiam das suas empresas e, muita vezes, as formações acabam por ser penalizadas, apesar de estar mais do que reconhecido que elas são importantes. Com esta possibilidade, podemos levar a formação às empresas, permitindo que estas mantenham os recursos humanos sempre atualizados”, advogou.
Esta ação foi promovida pela empresa em parceria com a AEBA, com quem formalizou contrato para prestação de serviços na medicina do trabalho às empresas associadas, que contam, agora, com este serviço incluído nos seus benefícios, sem custos adicionais.
Em 2021, o grupo detentor da Quirónprevención adquiriu a portuguesa VivaMais, que se assumia líder do setor da segurança e saúde em Portugal.

Repsol aumentou desconto para associadas da AEBA

A AEBA e a Repsol acordaram, recentemente, o aumento do desconto às empresas associadas de oito para 12 cêntimos em toda a rede da marca de combustíveis em Portugal.
Desde 2017 que a AEBA e a Repsol acordaram um preço especial para as associadas com cartão frota ativo da companhia petrolífera.

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Edição 767

Memórias e Histórias da Trofa: O embrião da industrialização

A Trofa, ao longo da sua história, sobretudo na época contemporânea, foi recebendo nas freguesias do seu futuro concelho várias indústrias, algumas delas o tempo foi apagando a sua memória, existindo muitas que estão, praticamente, longe do conhecimento da maioria dos populares. O tempo, por vezes, é ingrato na história.

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A Trofa, ao longo da sua história, sobretudo na época contemporânea, foi recebendo nas freguesias do seu futuro concelho várias indústrias, algumas delas o tempo foi apagando a sua memória, existindo muitas que estão, praticamente, longe do conhecimento da maioria dos populares. O tempo, por vezes, é ingrato na história.Apesar…

 

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Edição 767

Escrita com Norte: Ter tempo

Eu e os outros, que ontem tinham 16, 17, 18 anos, hoje passaram os 40 e dou por mim a ser o meu pai de há 30, 40 anos, dizendo, “Hoje encontrei aquele rapaz da minha idade…” e na discussão de muito temas, argumento, “No meu tempo…”.
Velho? Talvez…mas não! Apenas tenho Tempo.

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Lembro-me perfeitamente de, em criança, de entre várias coisas, ouvir o meu pai dizer, “Aquele rapaz meu amigo…”, geralmente, “rapazes” da idade dele, ou, “No meu tempo…”.
Sempre que ele nos falava (a mim e ao meu irmão) e aplicava estas frases, as mesmas eram acompanhadas de uma expressão de estranheza nas nossas caras por não compreendermos que, na idade dele, se referisse aos da mesma geração como “rapazes”! Em contraponto, e desta vez de forma correcta, com a expressão “No meu tempo…”, colocava-se no devido lugar de “gente velha”.
Na adolescência, a expressão de estranheza começou a ser acompanhada por outra, a de incompreensão. Se em crianças os nossos pais são super-heróis, na adolescência passam a incompreendidos e nós, adolescentes, tomamos o lugar de “Maiores”. Como qualquer adolescente normal, eu era (achava-me) o “Maior”. E tenho quase a certeza que o Quim (nome fictício do tótó da minha turma), no seu íntimo, também se achava o “Maior”, sonhando à noite, enrolado à almofada, com a Jennifer Lopez.
Os píncaros da “velhice” e “antiguidade” (e minha vergonha) eram as demonstrações de afecto. Se em privado eram toleradas, já em público os beijos e abraços da minha mãe superavam em humilhação a dos funcionários de um banco chinês açoitados em público por não terem atingido os objectivos. Eu passei sempre de ano… porquê tanto afecto humilhante em público?!
Neste tempo, o Tempo não passa ou passa devagar, e, nos momentos de angústia (os “Maiores” também os têm), chegava a andar para trás, por isso o vislumbre de chegar a “velho” e dizer, “Aquele rapaz meu amigo…” ou, “No meu tempo…”, era algo muito distante e arrastado como a evolução do Ser Humano… ou seja, algo que nunca iria acontecer.
O Ser Humano não evoluiu, mas o Tempo passou e tenho a sensação que o tempo em que pensava que ele não passava foi ontem!
Eu e os outros, que ontem tinham 16, 17, 18 anos, hoje passaram os 40 e dou por mim a ser o meu pai de há 30, 40 anos, dizendo, “Hoje encontrei aquele rapaz da minha idade…” e na discussão de muito temas, argumento, “No meu tempo…”.
Velho? Talvez…mas não! Apenas tenho Tempo.
Tenho Tempo pela frente e Tempo suficiente vivido, que me faz sorrir com as demonstrações públicas de afecto da minha mãe e me faz olhar, outra vez, para o meu pai com a capa do Super-Homem, apoiado na sua bengala.
Quanto a mim, de “Maior” de ontem, passei a “Realista” de hoje, com noção das minhas limitações e das coisas que não sei, incomodando-me unicamente no passar do Tempo o crescimento desordenado de alguns pelos das sobrancelhas, que me obrigam a arrancá-los.
E tenho quase a certeza que o Quim, quando as luzes do seu quarto se apagam, continua a agarrar-se às almofadas, imaginando-as como sendo a Jennifer Lopez e a Monica Bellucci, nunca dizendo, “No meu tempo…” mas, “Sempre fui o Maior!”.

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