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O Trofense deixou escapar a oportunidade de se sagrar campeão nacional da II Divisão. A equipa de Daniel Ramos não conseguiu impor-se a um Olivais e Moscavide mais forte, mais moralizado e com mais pontaria.

O primeiro golo do Olivais foi apontado na segunda parte, ao 65 minutos na sequência de um fora de jogo, que o árbitro auxiliar não assinalou, colocando assim os lisboetas à frente no marcador.

Poucos minutos depois, e perante o desalento da equipa da Trofa, o Olivais volta a marcar ouvindo-se nas bancadas os ruidosos adeptos do Olivais cantar “cheira bem, cheira a Lisboa”. Mas ainda antes do final do encontra ainda haveria de voltar a cheirar a Trofa, com Reguila a reduzir para 1-2, na sequencia de uma grande penalidade contra o Olivais. Apesar de moralizador, o golo não foi suficiente para levar o Trofense a exibir o título de campeão.

A festa fez-se ao som dos cânticos lisboetas mas a o fair-play imperou e os próprios adeptos do Olivais aplaudiram e incentivaram o Trofense.

Quanto às largas centenas de adeptos da Trofa apoiaram a equipa até depois de soar o apito final, e aplaudiram de pé os craques trofenses.

Daniel Ramos frisou a irregularidade do primeiro golo do Olivais “que marcou de forma negativa este jogo”, mas parabenizou o Moscavide pelo título alcançado.

Por seu lado o treinador do Olivais confessou que “sempre confiei nesta vitoria e desde o inicio achei que podíamos ser campeões”.