quant
Fique ligado

Ano 2011

Trofense empatou com Penafiel

Publicado

em

Trofense e Penafiel empataram hoje na Trofa 2-2, encontro da primeira jornada da Liga de Honra em futebol em que os visitantes estiveram por duas vezes em vantagem.

Com golos de Pedro Coronas (31 minutos) e Allyson (72), o Penafiel esteve em duas ocasiões na frente do marcador, mas os locais responderam sempre, com tentos de Zé Manel (61) e Pedro Santos (94).

Do lado da equipa orientada por Francisco Chaló, destaque para as tentativas de Manoel aos 16 e 30 minutos. O guardião Marco mostrava alguma insegurança entre as redes, situação que se confirmou, aos 31 minutos, quando Pedro Coronas completou um remate de Manoel e fez o primeiro golo do encontro.

O médio brasileiro Janderson, reforço de António Sousa, era o mais insatisfeito com a desvantagem. Aos 40 minutos, atirou rente à trave de Riça, enquanto aos 45 permitiu a defesa do guardião do Penafiel.

Na segunda parte, esperava-se que o Trofense começasse mais afoito e à procura do empate, mas foi o Penafiel a criar perigo em primeiro lugar.

O golo que fez o público trofense vibrar e voltar a acreditar numa reviravolta no marcador acabaria por ser apontado por Zé Manel, que pontapeou com muita força, de fora da área, sem dar hipóteses a Riça (61 minutos).

Com o empate alcançado, o Trofense passou a descurar a defesa e a apostar exclusivamente no ataque e acusou muito nervosismo. Os lances de disputa entre jogadores elevaram os ânimos e o juiz lisboeta foi obrigado a mostrar vários cartões amarelos.

Publicidade

Na sequência de um canto apontado por Mota, Allyson apareceu ao segundo poste e fez o segundo golo do Penafiel (72 minutos). Marco voltou a ter culpas e mostrou desatenção.

Para tentar reverter a situação, o treinador trofense apostou nas estreias de Gilmar (emprestado pelo Rio Ave) e Fábio Fortes (emprestado pelo Vitória de Guimarães), ambos reforços com menos de uma semana de treinos às ordens de António Sousa, mas a bola, apesar dos vários remates desesperados destes atletas, teimava em não entrar na baliza do Penafiel.

Pedro Santos acabaria por repor a igualdade no marcador no último lance de jogo, com um cabeceamento, após passe de Fábio Fortes, aos 94 minutos.

Jogo no Estádio do CD Trofense, na Trofa.

Trofense – Penafiel, 2-2.

Ao intervalo: 0-1.

Marcadores:

Publicidade

0-1, Pedro Coronas, 31 minutos.

1-1, Zé Manel, 61 minutos.

1-2, Allyson, 72 minutos.

2-2, Pedro Santos, 90+4 minutos.

Equipas:

– Trofense: Marco, David, Pedro Araújo, Santos (Pedro Santos, 46), Elvis, Tiago, Edú, André Carvalhas (Gilmar, 73), Janderson (Fábio Fortes, 81), Zé Manel e Reguila.

(Suplentes: Trigueira, Fortes, Moreilândia, André Viana, Pedro Santos, João Viana e Gilmar).

Publicidade

– Penafiel: Riça, Luís Dias, Paulo Oliveira, Allyson, Elízio, Rafa Sousa, Pedrinha, Bruno Jesus (Mota, 70), Pedro Coronas (Pereira, 90+2), Manoel (Diogo Viana, 59) e Baptiste.

(Suplentes: Tiago, Torres, Pereira, Mota, Luís Carlos, Diogo Viana e Aldair).

Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa).

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Elízio (33), Manoel (58), Pedro Araújo (71), Zé Manel (74) e Janderson (75).

Fonte: Lusa

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

Publicado

em

Por

A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

Publicidade

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

{fcomment}

(mais…)

Continuar a ler...

Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

Publicado

em

Por

O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

{fcomment}

Publicidade
Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);