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Edição 683

Trofa, Famalicão e Santo Tirso disputam Taça Intermunicipal

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Os primeiros jogos decorreram a 22 de dezembro, alguns em território trofense, no pavilhão da Escola Secundária do Coronado e Castro, em S. Romão. As partidas opuseram as quatro equipas de seniores masculinos mais bem classificadas nos campeonatos concelhios da Trofa e de Vila Nova de Famalicão.
Em território trofense, saíram vencedoras as equipas de Famalicão AD Pedome e ADERM, que venceram a Team Lantemil e a AR Paradela por 4-5 e 0-3, respetivamente. Em Vila Nova de Famalicão, o AD Castelões bateu o S. Pedro da Maganha por 5-1, enquanto a formação do Cajada, de Cabeçudos, triunfou diante da trofense ACRABE, por 5-0.
A Taça Intermunicipal MKA conta ainda com mais duas competições, uma de veteranos masculinos, que opõe a Trofa e Vila Nova de Famalicão, que funciona no mesmo figurino da dos seniores: eliminatórias a partir de quartos de final a duas mãos e final.
Em seniores femininos, haverá uma competição com as cinco equipas da Trofa e as sete de Santo Tirso, em duas séries, cujos dois primeiros classificados encontram-se numa meia-final, que apurará os finalistas de um jogo que coincidirá com as dos outros escalões.
Os jogos da Taça Intermunicipal acontecem em paralelo com os campeonatos internos. Do lado da organização, as expectativas são grandes. “A ideia é proporcionar mais jogos, ter as pessoas mais ocupadas, e organizar mais campeonatos e desportivismo além-fronteiras”, referiu ao NT a presidente da Associação de Futebol Popular da Trofa (AFPT), Madalena Azevedo.
Esta ideia passou, essencialmente por Madalena que, já no final do primeiro mandato, “deixou as coisas avançadas” para que a direção seguinte pudesse assumir o projeto. Como foi reconduzida no cargo, dedicou-se ao desafio e conseguiu reunir apoios, tanto das associações de Santo Tirso e de Vila Nova de Famalicão como do patrocinador, a MKA.
No dia um da competição, Márcio Sousa, presidente da Associação de Futebol de Salão Amador de Vila Nova de Famalicão, afirmou que com as “boas ligações” entre as coletividades, a Taça intermunicipal “tem tudo para dar certo”.
A recetividade das equipas envolvidas também foi fundamental. Segundo Márcio Sousa, em Vila Nova de Famalicão, os clubes “acharam bem este tipo de competição e disseram presente desde o primeiro momento”. Na Trofa, o mesmo cenário, confirmou Hugo Sá Maia, da AFPT, uma vez que as equipas “mostraram entusiasmo” por poder competir com adversários de outro concelho.
Depois de uma ideia bem acolhida por todas as associações, o surgimento de um patrocinador foi “essencial” para a competição avançar, como sublinhou Hugo Sá Maia, que explicou que a MKA “terá um papel importante na organização das finais” das três provas, que terão lugar na Trofa, em data a anunciar.
Com esta competição, as associações esperam ver também reflexos nos campeonatos internos, uma vez que, no caso dos seniores e veteranos masculinos, só as quatro melhores equipas da Trofa e de Vila Nova de Famalicão são selecionadas.
Neste primeiro ano de experiência, as associações de futebol popular esperam ver frutos para que, numa próxima fase, outros municípios da região se associem, como a Maia e Vila do Conde.

Próximos jogos

A segunda mão dos quartos de final de seniores masculinos está marcada para 29 de dezembro.
Os veteranos jogam a primeira mão a 4 de janeiro, com os seguintes jogos: S. Mateus-Team Lantemil, ARD Coronado-Covense, Flor do Monte-FC S. Romão e GRAC-ACRABE. A segunda mão acontece a 22 de fevereiro.
Já as datas da competição feminina, com as equipas tirsenses Castrinhos, Areal, Rebordões FC, Lama, Tarrio e Rancho Rebordões e as trofenses ARD Coronado, Guidões FC, ASAS, ACRABE, Inter Milheirós e S. Mamede, ainda estão a ser alinhadas.

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Edição 683

Costa, o verdadeiro artista

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Nesta época é habitual escolher um português, como a figura que se destacou ao longo do ano que agora termina. Não vou fugir à regra, pois vou escolher, não a figura, mas o “figurão” do ano e vou tentar explicar o porquê desta escolha, que não mereceu qualquer tipo de dúvida. Foi uma escolha criteriosa e bem ponderada.
É incontornável fazer uma análise sobre as trapalhices e as matreirices do “figurão” por mim escolhido, que foi, sem qualquer hesitação, não António Costa, o primeiro ministro, mas Costa, o verdadeiro artista. Sim, porque Costa além de ser um obcecado pelo poder, pois conseguiu chegar ao mais alto cargo da governação do país depois de ter perdido as eleições, com um dos piores resultados obtido pelo seu partido, continua a passar por entre os «pingos da chuva» sem se molhar.
Costa é mesmo um verdadeiro artista, pois conseguiu passar incólume quando foi o número dois do pior governo que Portugal teve nas últimas décadas, o governo de má memória, o governo socrático. Com muitas habilidades e matreirices, também continua a passar incólume, nas mais diversas situações graves que o país tem vivido, mesmo sendo o mais alto responsável da governação,
Costa já tinha mostrado os seus dotes de prestidigitador matreiro na maior tragédia que aconteceu em Portugal, como foram os incêndios em Pedrógão, em que quase tudo foi dantesco, pois conseguiu passar muito ao lado do incêndio sem se chamuscar ao de leve e mais uma vez passou por entre os «pingos da chuva», talvez por ter preferido ir a banhos, para uma praia mediterrânica, em plena catástrofe. O mesmo aconteceu com o famigerado e malfadado SIRESP, que Costa tinha decidido quando era ministro do governo socrático e a agregação das freguesias, que Costa prometeu alterar, mas nada fez.
As manhas políticas de Costa, o verdadeiro artista, são muitas e variadas, como é o caso da substituição da Procuradora Geral da República; o caso das touradas, que num passado recente aplaudiu e agora diz-se chocado com as touradas; os não investimentos necessários nos hospitais, nas redes ferroviária e rodoviária; as obras que ainda não arrancaram em dezenas de casas destruídas no incêndio de Pedrogão; as taxas de IVA máxima (23%) para os serviços médico-veterinários e a taxa reduzida (6%) para as touradas; as promessas de melhores condições de carreira feitas há dois anos aos enfermeiros e nunca cumpridas (mas quem se está a “queimar” são os enfermeiros).
Também são exemplo das habilidades de Costa, a manipulação contabilística nos números do combate fiscal, para parecer um sucesso que não é; a suspeita da Polícia Judiciária referente aos subornos milionários, no parque escolar; a nomeação do seu amigo Joaquim Leitão, para Presidente da Autoridade Nacional da Proteção Civil; o roubo das armas, no quartel de Tancos; a nomeação de 30 chefias da Proteção Civil, poucos dias antes da tragédia de Pedrogão; o défice conseguido com perto de mil milhões de euros em cativações, que representam um forte travão no investimento, num momento em que o Estado está a colapsar (Costa congelou mais despesas em três anos do que o governo anterior em toda a sua legislatura).
Costa, que tem o condão de recorrer a toda a espécie de malabarismos, também tenta passar por entre os «pingos da chuva» nos casos da não construção dos poucos quilómetros, para ligar o metro de superfície do ISMAI à Trofa, em substituição do comboio «surripiado» em 2002 e a não construção das variantes à Trofa (circular e alternativa à EN14), que continuam a não sair do papel há dezenas de anos. Até parece que Costa não é o primeiro-ministro deste país, que tem o poder de decidir a construção destes equipamentos tão importantes para o desenvolvimento de uma região.
Votos de Festas Felizes e um Fabuloso Ano de 2019.

José Maria Moreira da Silva
moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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Edição 683

Família da Escolinha de Rugby comemora 5 anos de projeto desportivo e social

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Atletas, treinadores, pais, amigos e parceiros da Escolinha de Rugby da Trofa reuniram-se no auditório do Fórum Trofa XXI, a 22 de dezembro, para comemorar o 5.º aniversário do clube, que está ligado à associação Polvilhar Alegria. Ao longo da noite, os atletas foram os anfitriões, assumindo o papel de apresentadores da Gala, atores e cantores. “Numa festa marcada por momentos especiais dinamizados por atletas e pais, foi possível constatar o crescimento deste projeto da associação de ação social Polvilhar Alegria. Em cinco anos de existência, a Escolinha de Rugby tem vindo a apoiar muitas crianças e jovens do concelho, através da sua intervenção holística, desporto, saúde e educação”, referiram os responsáveis Daniela Vieira e Ricardo Costa.
Um dos objetivos desta época é “manter a taxa de sucesso escolar” dos atletas “dos últimos anos”, cerca de 96 por cento, e “corresponder às necessidades das crianças e jovens que vão chegando”.
No dia 21 de dezembro, o atleta da Escolinha de Rugby Gonçalo Brás representou o concelho na Seleção sub-17 Norte/Centro, na Vila da Moita (Bairrada). Após várias presenças em seleções regionais e estágios nacionais no escalão de sub-16, chegou a vez de este atleta mostrar os seus atributos numa seleção sub-17.
Durante o ano de 2018, o clube viu 12 atletas serem convocados para várias seleções ARN sub-14, sub-16 e sub-18, Seleções Inter-Regionais sub-16 Feminino e sub-17 Masculino e Nacional sub-18 Feminino.
“Estas convocatórias atestam cada vez mais a evolução técnica e desportiva dos atletas da Trofa, sendo um objetivo da Escolinha de Rugby que este número seja maior a cada ano que passe”, sublinharam os responsáveis.

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