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Edição 676

Trofa em peso nos campeonatos federados de futsal

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A época 2018/2019 marca uma relevante presença do concelho da Trofa nos campeonatos federados de futsal da Associação de Futebol do Porto. CÁTIA VELOSO

O escalão com mais representatividade trofense é o sénior masculino, com uma equipa na Divisão de Honra e cinco na 1.ª Divisão.

Quatro delas encontraram-se para o torneio quadrangular do Centro Recreativo Bougado, que acabou com o Grupo Desportivo Covelas vencedor, ao bater o anfitrião na final por 4-2.

Em Bougado, o projeto de futsal tem dado frutos graças à aposta nas camadas jovens, ao ponto de este ano ter havido a necessidade de criar duas equipas seniores. A principal vai militar na Divisão de Honra, onde a equipa conseguiu o 7.º lugar na temporada passada.
Ao NT e à TrofaTv, Romeu Correia, treinador-adjunto, apontou o top 6 como objetivo, para conseguir “disputar a fase de subida”, já que este ano a competição determina que “as seis primeiras equipas vão disputar a subida e a descida vão lutar pela manutenção”. “Estamos numa fase prematura, com os jogadores ainda a assimilar as ideias da equipa técnica, mas prevejo que vamos com certeza fazer um bom campeonato”, sublinhou o técnico, que considera o plantel “mais homogéneo e que traz mais qualidade” para enfrentar os “cerca de 40 jogos” na época.

GD Covelas

Em Covelas, mora a equipa trofense mais experiente nos campeonatos federados e depois de uma temporada menos conseguida, parte para a nova com ambições renovadas na 1.ª Divisão. Nuno Moreira é o treinador que apontou como “ideal” a subida, salvaguardando que o objetivo principal “fazer melhor que a temporada passada”. “Conseguimos ter uma equipa mais equilibrada”, acrescentou.

Clube Slotcar da Trofa

No mesmo campeonato, mas numa série diferente estará o Clube Slotcar da Trofa que, depois de se ter estreado com a vitória da 2.ª Divisão na época transata, encara o novo desafio com o mesmo espírito. Ana Rodrigues, coordenadora do clube, o grupo “não espera por menos” do que aconteceu no primeiro ano. “Acho que a base de tudo deste plantel é a força, união e amizade entre todos e quando existe uma forte motivação temos uma base para o sucesso. Os jogadores mantêm-se quase todos e vamos acrescentar mais dois ou três reforços”, referiu.

Guidões FC

E enquanto uns já conhecem a realidade dos campeonatos federados, outros vão estrear-se nessa realidade, como o Guidões Futebol Clube. O projeto é novo e, por isso mesmo, os objetivos iniciais são contidos. O timoneiro é Vítor Ferreira, que considera o projeto “ambicioso” e com responsáveis que “apresentaram condições para que o grupo pudesse fazer um bom trabalho”. “Conseguimos juntar atletas de Guidões com outros elementos que têm mais experiência de futsal federado. Penso que podemos ter uma equipa competitiva”, vaticinou.
Além destas equipas, há ainda a do Futebol Clube S. Romão e a equipa B do Centro Recreativo Bougado, que vão disputar também a 1.ª Divisão, que começa em outubro.

Na série 3, haverá dérbi concelhio entre o Clube Slotar da Trofa e a equipa B do Centro Recreativo Bougado.

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Memórias e Histórias da Trofa: Os últimos momentos de Heliodoro Salgado

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A vida de Heliodoro Salgado era vivida a um ritmo alucinante, escrevia, discursava e viajava por todo o Portugal vivendo em exclusivo para alimentar o seu trabalho político. Um trabalho desgastante, muito intenso a nível psicológico que iria causar graves transtornos na sua saúde.

O dinheiro era curto, nunca teve uma fonte de dinheiro fixa, vivia dos seus escritos quando era pago e pelo menos no Porto conseguiu dar algumas aulas. A sua alimentação era fraca por não ter dinheiro e contribuiu para o agravamento da sua saúde, alimentando-se apenas de duas maças ou outras peças de fruta durante o dia. Deu a sua vida pela causa republicana, da igualdade de servir o mais pobre e mais desfavorecido.

Fernando Rosas e Fernando Rollo destacam na obra, História da Primeira República Portuguesa, que Heliodoro Salgado teve uma ligação bastante próxima com o movimento operário e organizado com os trabalhadores.
Morte prematura, com quarenta e poucos anos e devido ao seu fervor anticlerical, muitos apontam para uma possível morte motivada por uma conspiração clerical que pretendia eliminar um dos seus maiores opositores.

A sua morte foi uma enorme surpresa, sofreu um ataque de raquitismo que lhe fez perder mobilidade, contudo não impediu que trabalhasse da mesma forma intensa que o tinha feito ao longo da sua vida. As dores eram imensas, mas no último dia de vida teria saído três vezes de casa.

Existem relatos que apontam para o seu estado de saúde aparentemente não apontava receios e inclusive tinha mesmo melhorado na quinta feira anterior à sua morte e nesse mesmo dia tinha inclusive saído para dar um pequeno passeio regressando a casa aparentemente bem-disposto.

Contudo passou a noite agitado e a dona da casa onde estava hospedado foi às seis horas da manhã a perguntar se precisava de alguma coisa ao que ele terá respondido que não e a senhora ao ver que aparentemente ele estava com bom aspeto ter-se-á retirado e quando voltou meia hora depois ele tinha falecido. Os boatos apontavam a razão da morte para uma angina de peito.

Vivendo num quarto na Rua dos Mouros nº312, não acumulou fortuna ao longo da sua vida, tendo uma vida bastante modesta, viveu muito pobre às vezes encontrando-se numa situação de extrema penúria, contudo nunca recusou fazer trabalho gratuito quando lhe era pedido em nome da causa que defendia.

No periódico “O Mundo”, afirmava-se que um homem como Heliodoro era raro, passou uma vida inteira a defender a causa dos pobres, dos oprimidos, os miseráveis – se um ato egoísmo sem uma exibição de vaidade, infinitamente bom, incomparavelmente justo.

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O seu funeral estava previsto acontecer dois dias depois da sua morte, pelo meio dia, ficando em câmara ardente o seu corpo no Centro Democrático Eleitoral. Antes do seu caixão ser soldado, foram-lhe colocadas as insígnias da Maçonaria por parte do diretor do periódico “O Mundo”, António Pereira, também ele maçon.

Transladado do local da sua morte a Rua dos Mouros, momentos antes o seu corpo estava deitado na cama, todo vestido de negro com as insígnias da Maçonaria sobre o seu corpo.

Assim foram os últimos momentos de vida do maior vulto da história política natural da Trofa.

José Pedro Reis

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Trofenses no pódio do Troféu Urban Race

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Daniel Santos, da Ruprec Team, sagrou-se vencedor, em elites, do Troféu Urban Race, ao vencer a última prova pontuável, as 3 Horas de BTT de Vila Nova de Famalicão, no sábado, 15 de setembro.

Este nem era um objetivo da época, “mas foi-se tornando” à medida que o corredor ia somando boas prestações durante as seis provas do Troféu. “Dedico esta vitória a todos os patrocinadores da equipa e amigos”, referiu o ciclista de Alvarelhos.

Em duplas femininas, a vitória sorriu à equipa trofense Feitos Pro Monte/Only Bikes, composta por Juliana Santos e Ana Rocha. Em 2.º lugar ficou a dupla Célia Costa/Maria Monteiro, da Bottagaz Dacar Team.
Domingos Ferreira, da Ruprec Team, fez parte da equipa dupla masculina, que ficou em 2.º lugar no Troféu nesta categoria.

Em 3.º lugar nas triplas masculinas ficou a equipa Feitos Pro Monte/Only Bikes/Papelix/Semogue, composta por Nuno Ferreira, Joaquim Soares e Teresa Arantes. 

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