Após aprovação em Reunião de Câmara o projecto de Pedido de Reconhecimento de Interesse Público Municipal do Centro Cívico de Santiago de Bougado segue agora para a ordem do dia da Assembleia Municipal.

 Tendo em vista “dotar o seu território de equipamentos que contribuam para uma melhoria da qualidade de vida dos seus munícipes” a Câmara Municipal da Trofa aprovou recentemente o Pedido de Reconhecimento de Interesse Público Municipal de criação do Centro Cívico de Santiago de Bougado.

Este equipamento, que é uma das bandeiras do mandato de António Azevedo, pretende ser considerado uma valência social de referência e vai ser construído com os objectivos de “definir princípios e medidas concretas na melhoria da qualidade de vida da população”. Estará dotado de uma nova capela mortuária e de um Centro Comunitário que disponibilizará actividades lúdicas e culturais sobretudo à população mais idosa e carenciada, mas também apoiará o movimento associativo da freguesia.

Segundo nota enviada pela autarquia “com a criação desta nova centralidade haverá uma valorização do património urbano e arquitectónico na freguesia de Santiago de Bougado, dotando a freguesia de novos equipamentos”.

O Centro Cívico está parcialmente inserido no futuro Parque das Azenhas e contará com a maior parte dos 950 mil euros de receita que a freguesia de Santiago de Bougado tem para este ano.

Este projecto integra assim dois programas de natureza distinta. Por um lado o Centro Cívico pretende dinamizar a actividade da população, com uma componente lúdica, interactiva e participativa no espaço público com a criação de um centro comunitário, por outro a capela mortuária apela a um ambiente silencioso e introspectivo.

Na nota informativa está ainda referido que “é neste enquadramento global de crescimento sustentado que a Trofa tem assumido um papel importante, aliciante à fixação dos actuais e novos habitantes e empresas”.

“O Centro Cívico de Santiago de Bougado define-se, assim, como uma mais valia, destinada principalmente aos habitantes da freguesia tendo em conta as suas dimensões, mas disponível sempre que possível a todo concelho enquanto espaço público de referência”, pode ainda ler-se na nota.