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Ano 2011

Troca de cromos juntou adeptos e jogadores

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Adeptos e jogadores profissionais juntaram-se para o terceiro encontro de troca de cromos do Trofense. Clube está no top cinco das colecções mais vendidas da empresa Plantel.

A promessa de que havia cromos raros atraiu dezenas de adeptos do Trofense que se juntaram na zona vip do estádio. No local, havia dois adeptos que só precisavam de 11 para completar a caderneta, por isso, no sábado, a iniciativa – da responsabilidade do blogue SouTrofense em colaboração com o clube – foi uma oportunidade de ouro para conseguir mais alguns cromos raros e aproximar-se do grande prémio: uma Playstation 3.

Este foi o terceiro encontro promovido pelo blogue de apoio ao emblema da Trofa. Mas desta vez também os jogadores se juntaram à febre dos cromos para tirar fotografias e dar autógrafos. Ricardo Santos, autor do blogue, é um dos que aproveita sempre a presença dos atletas para ter os cromos personalizados. Admite que a iniciativa “tem corrido muito bem”, apesar de “agora faltarem poucos cromos” para completar a caderneta.

As vantagens deste tipo de iniciativas não se limitam a achar cromos raros. Para Ricardo Santos, o mais importante é “o convívio entre os jogadores e os adeptos”. “É interessante pedir autógrafos, conversar e estarmos mais próximos deles”. E numa altura difícil que o clube atravessa, devido às incertezas do futuro da direcção, “é importante mostrar que estão todos unidos para apoiar o clube”, atestou.

Nuno Lima, responsável pelo departamento de marketing do Trofense, não escondia a satisfação “por assistir a esta manifestação de interesse pela caderneta e pelo clube”. “É uma iniciativa que está a ter um enorme êxito e esperemos que dure mais alguns meses para que a febre dos cromos acompanhe a febre desportiva pelo Trofense”, asseverou.

A caderneta de cromos foi feita para criar uma “receita extraordinária”, que no final da iniciativa vai proporcionar “uma agradável surpresa”.

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A febre dos cromos fez com que cem mil fossem vendidos em apenas um mês. Uma marca que coloca o Trofense no top cinco das colecções com mais sucesso. Para Rui Leal, representante da empresa Plantel, que fabrica os cromos, o clube pode ainda ficar entre as três colecções – de sessenta – que mais sucesso fizeram no país.

E não são só os adeptos que se aventuram na colecção dos cromos. No plantel sénior também há quem se esforce para completar a caderneta. A Serginho faltam 25, mas a recta final do desafio “tem sido complicada”. “No início era muito fácil, não havia repetidos. Agora só com trocas é que conseguimos arranjar os cromos”, explicou.

Homens e mulheres, de todas as idades, juntaram-se para uma iniciativa que tem superado expectativas ao aproximar os adeptos ao clube.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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