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Ano 2011

Super Especial da Trofa arrasta multidões

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O automobilismo assumiu já na Trofa um lugar de destaque. A realização da Super Especial da Trofa, promovida pela Câmara Municipal da Trofa arrasta todos os anos milhares de pessoas às ruas para verem passar os ases do volante. A presidente da autarquia Joana Lima explicou ao NT a importância desta prova.

O Notícias da Trofa (NT) – Quais as razões que levam a autarquia a dar continuidade a este evento?

Joana Lima (JL) -A Trofa é, e sempre foi um Concelho, onde os automóveis, em geral, e o desporto motorizado, em particular, foram e são alvo de um carinho muito próprio, que tem motivado a realização da Super Especial da Trofa. Daqui já se depreendem as razões da continuidade deste evento, que mobiliza milhares de pessoas, e atrai às ruas da nossa cidade inúmeros visitantes que vêm em busca, em família e entre amigos, da adrenalina e da emoção da velocidade. Assim, a concretização deste evento desportivo vem responder, por um lado aos anseios da população que aprecia estas provas e, por outro, recupera uma tradição muito antiga, de estreita ligação da Trofa ao automobilismo, uma paixão que deu até origem, nos anos 70, à criação do Trofa Team.

É, por isso, com muito gosto que a Câmara Municipal da Trofa organiza este evento tão apreciado pelos Trofenses e pela Trofa, terra de muita gente ligada ao fenómeno automobilístico, e que surge, deste modo, no calendário dos grandes eventos desportivos nacionais, atraindo grandes pilotos e equipas e marcas sobejamente conhecidas.

Por outro lado esta prova faz parte da candidatura Parcerias para a Regeneração Urbana – Requalificação dos Parques nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro e será financiada por fundos comunitários em 85 por cento, tal como todas as atividades que estão enquadradas neste programa.

NT – Por que é que a Super Especial deste ano se realiza junto à estação?

JL – Esta alteração da localização da prova prende-se com vários motivos, mas todos concorrem quer para a melhoria da qualidade da estadia do público, quer para o aumento da segurança dos pilotos e de todos os intervenientes na Prova. O novo circuito ,localizado numa zona nobre da cidade, diminui os condicionalismos de trânsito no centro urbano, nomeadamente na EN14, e transfere toda a ação para a área circundante à Nova Estação da CP. Uma área com excelentes condições para criar um circuito urbano que sirva os interesses dos pilotos e da organização, possibilitando a concretização de um espetáculo automobilístico de elevada qualidade. De resto, a opinião é unanime, todos estão expectantes que a nossa Super Especial vai ganhar, e muito, com esta mudança de localização, pois vão até ser criadas três bancadas para o público, que pode assim assistir à Super Especial com maior comodidade e conforto, e o público fora das bancadas terá também mais e melhor visibilidade do decorrer das corridas. Em simultâneo apresentamos aos visitantes uma nova zona do Concelho, recentemente requalificada, que cresceu junto a um dos ícones da Trofa deste século XXI, a nossa nova Estação da CP, exemplo paradigmático da arquitetura e engenharia modernas.

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No entanto vamos manter no Parque Nossa Senhora das Dores a exposição de automóveis antigos que decorre durante toda a manhã de domingo, para que as relíquias de quatro rodas possam ser apreciadas.

NT – A autarquia espera ter a mesma ou mais adesão do público na edição deste ano?

JL – Pelas razões que já evoquei e pela experiência que já adquirimos com a organização da Super Especial do ano passado, temos a convicção que este ano teremos mais público. Esta é já a 4ª edição da Super Especial, logo o público já se habituou a frequentar este evento, a cada verão. E com a nova localização, com mais bancadas e com mais exigência e rigor na organização, vamos com certeza superar os nossos objetivos mais otimistas de transformar a Trofa na Capital do Desporto Automóvel no próximo dia 10 de julho.

NT – Considera que a Super Especial pode também ser uma forma de homenagear os pilotos trofenses?

É com muita satisfação que reconheço que sim, que a Super Especial da Trofa é também um palco privilegiado para reconhecer o mérito, o talento e os feitos dos pilotos Trofenses. E são muitos os que se destacaram, em Portugal e no estrangeiro, nos últimos anos. Também por isso, decidimos este ano, homenagear um dos grande Veteranos dos Pilotos da nossa terra, o Trofense Alcino Ferreira, Cinoco para os mais próximos, que verá assim, reconhecido publicamente o seu percurso de mais de 37 anos nas pistas, dignificando sempre o nome do nosso Concelho, em todas as corridas em que marcou presença.

Será um momento muito especial para todos nós.

Mas este reconhecimento tem que ser também extensível a outros pilotos, muitos deles integram a Comissão Organizadora da Super Especial, e a eles se deve também o êxito desta iniciativa, como é o caso de Aleixo Roriz, de António Silva (Toninho), de Dinis Silva, de João Andrade, de Paulo Alves, de Rui Alves e de Rui Azevedo. Uma equipa que tem trabalhado com afinco para o sucesso desta iniciativa e a quem quero, aproveitar para publicamente agradecer pelo seu empenho e pela sua entrega total.

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NT – Que outras vantagens a Trofa tem com a realização de iniciativas como esta?

JL – Esta Super Especial traz inúmeras mais-valias para o nosso Concelho. É um evento desportivo de grande qualidade e de enorme projeção que contribui para aumentar e consolidar a autoestima e a divulgação do nosso Concelho, que sai reforçada pela sincera e natural hospitalidade com que os Trofenses recebem sempre os amigos e visitantes.

Paralelamente, pelo seu interesse e abrangência, a Super Especial é uma oportunidade importante de promoção turística, quer do nosso Concelho, quer especificamente do comércio, hotelaria e restauração locais. Por isso, este ano, e mais uma vez, a festa do automobilismo na Trofa, será um momento único, apelando à entusiástica participação do público, mas também ao convívio e encontro de várias gerações de pilotos e de aficionados.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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