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Edição 539

Sociedade Columbófila promove jantar de final de época

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A Trifitrofa vai voltar a patrocinar um campeonato da Sociedade Columbófila Trofense (SCT). O anúncio foi feito pelo presidente da coletividade, José Manuel Azevedo, durante o jantar convívio que encerrou a época 2015. “A notícia foi-nos dada há pouco pelo responsável da empresa, que se dispôs a patrocinar um campeonato. É, sem dúvida, uma grande ajuda para equilibrar as contas e sem contrapartidas”, afirmou ao NT José Manuel Azevedo.
O jantar, que se realizou no Restaurante Os Braguinhas, na cidade da Trofa, contou com os órgãos sociais da SCT, patrocinadores e participantes nos diversos campeonatos. Foram ainda entregues prémios aos vencedores do Campeonato Geral e Campeonato Trifitrofa, Asas de Rindo, e Campeonato Concelhio, VTS Padrão.
José Manuel Azevedo fez um balanço positivo da época que terminou e destacou a prestação das equipas trofenses a nível distrital: “Fomos muito competitivos e reconhecidos a nível nacional como uma referência na modalidade, o que para nós é um motivo de orgulho”.
As metas para a próxima temporada são semelhantes e passam por continuar a dar uma boa imagem do concelho na modalidade e “agradar a todos os amadores” que participarem.

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Edição 539

Murenses em Roma

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“A viagem correu lindamente! Tivemos a oportunidade de conhecer alguns dos maiores tesouros da Humanidade junto de amigos, vizinhos e familiares. Foi muito bom”. Foi desta forma que o executivo da Junta de Freguesia do Muro contou como correu a viagem de “um grupo de 38 pessoas até Roma”.
A viagem foi organizada pela Junta de Freguesia com “um ano de antecedência e aberta a “outras pessoas do concelho”. Recorde-se que a viagem estava marcada para os dias 1, 2, 3 e 4 de maio, mas por causa da greve dos pilotos da TAP, transportadora área portuguesa, foi “adiada para setembro”.
O presidente da Junta de Freguesia do Muro, Carlos Martins, afirmou ao NT que a viagem “correu muito bem” e que “as pessoas ficaram muito satisfeitas”. “Foi bonito ver o património daquela cidade. Corremos os principais pontos de atração, desde o Vaticano, às ruínas e ao Coliseu. Foi uma satisfação total para todas as pessoas que foram”, referiu, acrescentando que “as mesmas pessoas que eram para ir em maio foram as mesmas que foram agora”.
Carlos Martins explicou que esta iniciativa “não teve nenhum custo nem beneficio para a freguesia”, tendo esta sido uma forma de “as pessoas com mais dificuldades e que gostariam de ir a Roma terem a oportunidade de ir, pagando a prestações”.
O presidente deixou um “agradecimento especial às pessoas que foram”, porque foram “muito ordeiras e seguiram todos os procedimentos e tudo o que era desejado”.

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Jovens de S. Martinho nos caminhos de Santiago

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“Será que vou aguentar a dureza do Caminho? Estarei à altura ser alguém precisar de mim?”. Foram muitas as dúvidas que passaram pela cabeça dos 35 jovens que se aventuraram em percorrer, a pé, 127 quilómetros, com um objetivo bem definido: chegar a Santiago de Compostela e conhecerem os seus próprios limites.
No primeiro dia, o grupo caminhou cerca de 38 quilómetros, apercebendo-se da dificuldade inerente à peregrinação, que leva milhares de pessoas à cidade espanhola. “Nesse dia percebemos o significado da palavra superação”, relataram os jovens no diário da viagem, cedido ao NT.
Apesar das dificuldades físicas, que não tardaram em aparecer, e mesmo com as condições meteorológicas instáveis, os jovens levantavam-se por volta das 4 e 5 horas da manhã e caminhavam mesmo antes do sol nascer. Ao longo dos dias foram várias as situações que os incitaram a continuar, dando-lhes ânimo e confiança para as subidas mais íngremes, como foi o caso de uma senhora austríaca, paraplégica, que andava há já 80 dias numa cadeira de rodas movida a pedais de mãos com o mesmo objetivo dos jovens, chegar à Catedral. “Numa subida, a senhora estava em francas dificuldades para conseguir subir. Quatro jovens do nosso grupo foram a correr em auxílio da senhora. São imagens que se guardarão para toda a vida”, contam.
Quando faltavam apenas nove quilómetros para chegarem ao destino, um dos membros do grupo sofreu uma rotura muscular na perna, tendo que ser levado ao colo, aos ombros e em “cadeira” pelos colegas, que demonstraram ao longo da viagem atitudes altruístas e de companheirismo. Os jovens admitem que o percurso feito até Santiago de Compostela contribui para o seu crescimento e trouxeram para casa a “Compostela” com o nome de cada um gravado em latim.

 

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