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Para a responsável da Minifrio “há ainda alguns pormenores a acertar mas, de uma forma geral, os colaboradores mantiveram a calma e respeitaram as normas de segurança mas houve algumas pessoas que, por desconhecer que se tratava de um simulacro, entraram em pânico e o nervosismo foi o maior entrave a que tudo corresse dentro da normalidade

Um ferido foi o resultado de uma fuga de um gás desconhecido, na empresa trofense Minifrio, instalada no parque Industrial Ibacoc, em Lantemil, na passada quarta-feira.

Este poderia ter sido um facto real mas, afinal, tudo não passou de um simulacro organizado pela empresa com o objectivo de testar as condições de segurança numa situação de emergência.

Para Daniela Fernandes, da Direcção de Qualidade da Minifrio, “este simulacro esteve inserido num dia temático dedicado à higiene e segurança no trabalho”.

Para a responsável da Minifrio “há ainda alguns pormenores a acertar mas, de uma forma geral, os colaboradores mantiveram a calma e respeitaram as normas de segurança mas houve algumas pessoas que, por desconhecer que se tratava de um simulacro, entraram em pânico e o nervosismo foi o maior entrave a que tudo corresse dentro da normalidade”.

Para …..Moreno, presidente do conselho de Administração da Minifrio “esta iniciativa esta inserida num conjunto de outras que temos a nível de mais duas empresas que temos em Portugal, dado que somos um grupo de três fábricas e foram seleccionados uma série de dias temáticas durante o ano e claro que, cada uma tem a capacidade de fazer em qualquer dia que ele entender. O grupo da Trofa entendeu fazê-la hoje, um grupo fê-lo ontem e a outra fará no dia 27”. Satisfeito com a forma como decorreu o simulacro …….Moreno assegurou que “esperamos que num caso de emergência as pessoas saibam fugir pelos diversos pontos possíveis de fuga e que saibam comportarem-se, seguindo todas as regras de segurança numa situação deste tipo”, acrescentando que “de uma maneira geral a empresa ficou satisfeita pela forma como os funcionários se comportaram”.

Por seu lado, o segundo Comandante dos Bombeiros Voluntários da Trofa, João Pedro Goulart fez um balanço positivo salientando no entanto que “alguns aspectos que têm de ser trabalhados, tem de haver mais treino da parte dos colaboradores para que numa situação de emergência as pessoas saibam quais as portas que devem usar para sair das instalações da fábrica”.

“A intervenção dos Bombeiros foi pronta e em cerca de 30 minutos o sinistro foi controlado e a vitima assistida”, acrescentando eu apesar de pequenas falhas que possam ter existido os colaboradores actuaram como se uma situação verídica se tratasse, já que os trabalhadores desconheciam que se tratava de um simulacro.