Aos 25 anos, Simão Campos, natural da Trofa, já tem quase um livro de histórias para contar “aos netos”, daqui a alguns anos. Depois de ter vivido “em quatro países, cinco cidades e em dois continentes diferentes”, o jovem assentou em Luanda, em 2017, e por lá permanece. O passaporte de regresso ainda não tem data, mas é certo que um dia Simão volta às origens. 

A “curiosidade” e o facto de querer “conhecer mais do que aquilo que a vista podia alcançar”, levou Simão Campos a partir à procura do seu “desenvolvimento pessoal e profissional e tentar positivamente impactar as pessoas/organizações que o rodeiam”.

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