cino

Alunos da APPACDM tiveram oportunidade de contactarem com cães, numa sessão de cinoterapia promovida com a colaboração da clínica veterinária Casa de Saúde Animal.

 Sabia que um humano, durante o contacto com o cão, liberta noradrenalina (neurotransmissor do sistema nervoso) que melhora o sistema imunológico e reduz o cortisol, diminuindo o stress e relaxando a musculatura de todo o corpo?

Esta é uma das mais-valias da cinoterapia, que utiliza os cães como instrumento terapêutico e que foi utilizada na APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental) da Trofa, no dia 26 de fevereiro.

A iniciativa contou com a colaboração da clínica veterinária Casa de Saúde Animal, representada por Daniela Pinheiro, Márcio Silva (acompanhado da cadela labrador Maggie), Pedro Baptista (acompanhado com a cadela rottweiler Sacha), Suzana Correia (acompanhada com o cão de raça indefinida Rafa), Alexandra Correia (acompanhada com a gata Triskle) e Cláudio Pinto (acompanhado com a cadela labrador Maggie).

Nesta terapia, “o cão serve como um agente facilitador para que os terapeutas desempenhem as suas atividades”, nas quais “são aplicadas técnicas de acordo com cada grupo de pessoas selecionadas”.

“As atividades dependem da necessidade e da patologia presente”, no entanto, a sessão “gira em torno da afetividade e do vínculo que o paciente passa a ter com o animal”, afirmou fonte da Casa de Saúde Animal.

Junto dos portadores de necessidades especiais, a cinoterapia ajuda “a desenvolver sua independência, auxilia nas atividades de vida diária, aumenta a autoestima e melhora a qualidade de vida de seus assistidos”.

Cerca de 30 alunos da APPACDM da Trofa praticaram na sessão “num ambiente de alegria e boa-disposição, tendo os cães estimulado os alunos às brincadeiras, carícias e conversas, novos estímulos, e conquistas”, concluiu.