Luciano Lagoa admite que apesar de as atividades profanas exigirem a maior fatia do orçamento das festas, a vertente litúrgica mantém-se “muito marcada” nos devotos de Nossa Senhora das Dores. 

Em agosto, a capela de Nossa Senhora das Dores torna-se num local de culto ainda mais importante para os trofenses. Por ser o mês de celebração da santa, muitos devotos passam pelo local para rezar. Logo de manhã, com a porta encostada, o espaço sem luz confere um cenário perfeito para aqueles que se dispõem diante da imagem de Nossa Senhora das Dores.

À tarde, cá fora, por entre pessoas que passeiam no recinto e alheios ao burburinho das crianças que brincam no parque infantil, outros prestam culto à santa dando sucessivas voltas à capela. Estas são algumas das provas dadas pela população que a Nossa Senhora das Dores “é a grande referência devocional dos trofenses”.

Quem o diz é o pároco de S. Martinho de Bougado, Luciano Lagoa, que ao NT explicou a sua convicção com “a frequência com que a capela é visitada e pelo amor que é visível das pessoas pela Senhora das Dores”. 

E outro dos “sinais” desta fidelidade é “o empenho” na realização das festividades: “Sem um grupo de pessoas voluntárias a por pés a caminho não é fácil fazer uma festa que envolve mais de cem mil euros.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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