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Edição 752

Sábado, dia porreiro

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Numa vida feita maioritariamente de obrigações e alguns fretes, elejo o sábado como o dia “porreiro”. É neste dia que consigo pôr de lado as actividades obrigatórias e os fretes e convivo com quem quero, e comigo mesmo, e tenho mais tempo para fazer o que realmente gosto… à excepção de alguns afazeres domésticos, que garantem a estabilidade da coligação marido/mulher!
Enquanto há pessoas que para se sentirem bem têm que fazer coisas extraordinárias, e várias vezes (portanto nunca ou poucas vezes estão bem), eu tenho a sorte, nestes tempos de crise, de gostar muito de desempenhar actividades gratuitas ou baratuchas, como escrever, ler (e peço alguns livros emprestados), jogar à bola com o mesmo grupo de amigos, andar de bicicleta,… e de sonhar, conseguir fechar os olhos e viajar no tempo e no espaço! Mas depois abri-los e voltar à realidade.
Este sábado acordou soalheiro e eu quase acordei com ele… cedo. Depois de tomar o pequeno-almoço, que me garante a sustentação física, e depois de estender alguma roupa, para manter alguma harmonia no lar e garantir-me uma refeição quente, é altura do meu passeio com a Maria, a minha cadela, resgatada de uma situação de abandono.
Neste passeio, como de costume, tudo corria bem e, como é costume, a Maria fazia cocó e chichi e passeava-me com grande classe!
Numa das pausas da Maria, para cheirar mais não sei o quê, olho para o lado a ver quem passa. Quando os meus olhos retornam à cadela, ela já não estava a cheirar nada, mas sim a lamber o “cocó” de outro cão! Foi o horror!!!
Por mais liberal que possa ser quanto aos comportamentos caninos e humanos, não me choca ver um cão a sodomizar outro, ver uma matilha numa ramboiada sexual ou até uma cadela com cio a oferecer-se a qualquer cão…mas a minha Maria a lamber “cocó”, NÃO!
Em choque, o passeio foi encurtado e tomei as rédeas do mesmo e fomos directos para casa!
Em vez de me deitar, sentei-me, para não estragar o penteado, e custava-me a aceitar a lambidela da Maria no “cocó”, como deve custar a um pai ouvir da filha de treze anos que está grávida de um puto pobre, ou como me custa desfazer a barba (ainda falam as mulheres de depilação!)! O sábado, o dia porreiro, estava estragado!
Decidi sair de casa e caminhar…fui ao café!
Folheava “O Notícias da Trofa” e parei na notícia que falava do entorse do Bilinho num treino de captação do Trofense e exclamei:

– Poça, que azar?!
A Dona Micas, que estava sentada na mesa ao lado, ripostou:

– Oh Zé, pior é se ele partisse a perna a fazer o pino!

Esta capacidade muito portuguesa de relativizar as coisas, de que pode sempre acontecer algo pior, de que há sempre alguém a passar por dramas maiores, dá-nos um aconchego, um quentinho fofinho na barriga!
A Dona Micas, sem saber, recuperou-me o dia com a sua observação. Fui para casa a pensar, “A Maria lambeu cocó, mas pior seria engravidar estando esterilizada!”.
O sábado…voltou a ser um dia porreiro!

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Edição 752

Paróquia limita acesso a zona de circulação da Igreja Nova

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A paróquia de S. Martinho de Bougado limitou o acesso à zona de circulação junto à Igreja Nova. No boletim semanal, é anunciada a colocação de um sistema automático de barreira que impossibilita a circulação rodoviária na zona entre a Igreja e a linha férrea entre as 21h00 e as 6h00. O acesso à Igreja Nova, nesse período, poderá ser feito a partir da zona junto ao Centro Social, pela rotunda junto à estação ferroviária ou pela rotunda do ex-combatente.

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Edição 752

Dia Mundial das Missões assinalado na Igreja Nova

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A Igreja Nova foi palco da celebração do Dia Mundial das Missões, com uma eucaristia presidida pelo bispo auxiliar do Porto, D. Armando Esteves Domingues, que é também presidente da Comissão Missão e Nova Evangelização.

Com transmissão televisiva, a eucaristia de 24 de outubro foi, ainda, concelebrada pelo pároco de S. Martinho de Bougado, padre Luciano Lagoa, pelo presidente dos IMAG, padre Adelino Ascenso, pelo presidente dos ANIMAG, padre Simão Pedro, e pelo padre Joaquim Silva, dos ANIMAG Zona I.
Dedicada a todos aqueles que doam a vida pela função de anunciar o Evangelho pelo mundo, a efeméride foi, igualmente, aproveitada para reiterar que “a Igreja é missionária na sua essência”. “Qualquer cristão tem obrigação de ser missionário. Nós deveríamos ser missionários no lugar onde estamos”, sublinhou ao NT, o padre Adelino Ascenso.
O presidente dos IMAG (Institutos Missionários Ad Gentes) lembrou a mensagem do Papa Francisco, para esta data, que expôs a necessidade de “não calarmos aquilo que vimos e ouvimos”. “É esta a essência da missão. Temos de transmitir e testemunharmos com a nossa vida aquilo em que acreditamos, aquilo que vimos, ouvimos e tocamos”.
Já D. Armando Esteves Domingues preferiu enfatizar a oportunidade de, neste mês missionário, a Igreja “ver o quanto o nosso campo de missão é grande e quantos homens e mulheres vão pelo mundo anunciar Jesus Cristo e a sua paixão por Ele, a maior da vida, porque tantos deixam a possibilidade de constituir família e de ter estabilidade económica e familiar para habitar na terra dos outros”.
“Este dia é, igualmente, importante, porque lembra que esta missão nasce do batismo e é de todos.
Todos recebemos os dons do Espírito Santo, somos portadores do mesmo espírito e capazes de participar da mesma missão”, acrescentou.

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