De 9 a 11 de agosto, a freguesia de S. Romão do Coronado acolhe as festas em honra de Santa Eulália. Espetáculo de Quim Barreios, na noite de sábado, e a procissão, na tarde de domingo, são os pontos altos.

As festas em honra de Santa Eulália estão de volta a S. Romão do Coronado. Para que fosse possível “continuar a abrilhantar” as festas, a comissão teve que fazer “uma redução” no orçamento do programa, que, este ano, conta com três dias em vez dos habituais quatro.

Depois de um tríduo preparatório na Igreja Matriz, entre os dias 5 e 7 de agosto, o programa retoma na noite de sexta-feira, pelas 21.30 horas, com um espetáculo de hip hop pelos grupos Super Crowd, Step Dance e Mto4dance. O dia termina com uma sessão de fogo de jardim, pelas 23.30 horas. Do programa de sábado faz parte a entrada do Grupo de Zés Pereiras do Agrupamento Musical Juventude em Força, que vai percorrer as ruas da freguesia anunciando as festas, a atuação de Pedro Musical Show e suas bailarinas, pelas 21.30 horas, que será o “aperitivo” para o espetáculo de variedades de Quim Barreiros. O dia encerra com uma sessão de fogo de jardim e granadas computorizadas. Já no domingo, há a entrada da Banda Musical de Penacova (Coimbra), uma missa em honra de Santa Eulália, pelas 10.30 horas, e a entrada da Fanfarra dos Bombeiros de Melres, pelas 15.30 horas. Um dos momentos altos da festa é a procissão em honra de Santa Eulália, pelas 17 horas, na qual vão “12 andores enfeitados com flores naturais”. A noite está reservada para um espetáculo de variedades do agrupamento Musical Norte que, depois de uma sessão de fogo de jardim pelas 23.45 horas, se vai prolongar até à uma da manhã. No encerramento das festas, está previsto uma “surpresa móvel”.

Para a comissão, encabeçada por Vítor Martins, o programa, que tem um orçamento a “rondar os 28 mil euros”, a festa tem “dois pontos altos”, que é “a noitada principal, que será no sábado com a atuação de Quim Barreiros,” e a “procissão em honra de Santa Eulália”. Vítor Martins, afirmou que a vinda de Quim Barreiros é “um investimento e trabalho de se louvar”, uma vez que demonstra o “muito esforço que foi feito para que o artista pudesse abrilhantar as festas”. Contrariamente a anos anteriores, este ano “cinco imagens não vão sair” na procissão, uma vez que enfeitar os andores traz “bastante sacrifício às pessoas que a tornam a seu encargo” e é “uma despesa enorme”.

Para angariar as verbas necessárias para a festa, a comissão fez “um pouco de tudo”, começando com “a passagem do sorteio dos cartões”, passeios, o “tradicional sarrabulho” e o já habitual Carnaval”, pedindo patrocínios às empresas, que é “uma parte importante da receita”, para além do “peditório pela freguesia”. A “novidade” deste ano foi o sorteio de um cabaz, pelo S. João, que “favoreceu uma família”.

Vítor Martins convida a comunidade a deslocar-se até S. Romão para “desfrutar de uns dias de festa”, onde pode “esquecer um pouco as tristezas, ver andores magníficos e umas noites espetaculares e presenciar o fogo de artifício, que é uma das atrações que traz muita gente”.