De 30 de agosto a 2 de setembro, o S. Mamede ConVida dinamizou o Largo do Divino Espírito de Santo com espetáculos, gastronomia e mostra de artesanato.

Os brinquedos que fazem lembrar outros tempos, mas que ainda deliciam os mais pequenos, abriam as hostes do S. Mamede Convida. No primeiro stand, os tambores, piões e mobyles em madeira do grupo Artecri estiveram em exposição no evento da freguesia onde a fábrica está instalada. Apesar de o grupo ser conhecido no país e o no mundo, o responsável, Abílio Cardoso, fez questão de participar: “Estar aqui é um orgulho muito grande, dignificar a freguesia com os nossos produtos, com artesanato genuíno. Tentamos colaborar na imagem que o concelho tem, até fora de fronteiras”. 

Também Manuela Silva aceitou o convite da Junta de Freguesia de S. Mamede do Coronado para mostrar os trabalhos que dão vida à Manuartes, uma loja online que apesar de ter surgido em plena crise, conta com a determinação da responsável. Naquele stand podia ver-se artes decorativas para eventos como casamentos, batizados e aniversários, com trabalhos em découpage, ponto-cruz e bijuteria. E se um dos corredores do Largo Espírito Santo estava confinado às demonstrações do artesanato e flores, do outro lado, repousavam os exemplares de uma das riquezas da freguesia: a arte sacra.

Mas, um dos locais com mais adeptos era a zona da gastronomia. Assim como alguns estabelecimentos de restauração, o Centro Social de S. Mamede do Coronado explorou uma tasquinha onde apresentou vários petiscos como “iscas de fígado, moelas, panados e chouriça”.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.