S. Romão do Coronado será palco das festas em honra de S. Bartolomeu, que decorrem no Largo junto à Capela, entre os dias 21 e 24 de agosto.

A comissão de festas de S. Bartolomeu preparou um programa de quatro dias de animação e que agradasse “toda a gente”, de forma a manter viva este tipo de festividades que “são tradições já muito antigas”, segundo denotou o juiz Manuel António.

A animação começa pelas 21.30 horas desta quinta-feira, 21 de agosto, com música tradicional portuguesa pelo grupo popular Duo Mistura Fina. No dia seguinte, a partir das 21 horas, há um espetáculo de hip hop pelo grupo I Am Dance e Estrelas da Agrela, seguido da atuação dos ranchos folclóricos de S. Romão do Coronado, do Divino Espírito Santo, casa do Povo de Ermesinde (Valongo) e de Pinheiros (Monção).

Já no sábado, pelas 9 horas, o Agrupamento Musical Juventude em Força vai percorrer toda a freguesia de forma a anunciar as festas. Já à noite a animação musical continua com a Banda Myllenium, pelas 21.30 horas, terminando com uma sessão de fogo de artificio. Entre as 21 e as 24 horas, os andores vão estar em exposição na Capela de S. Bartolomeu.

No domingo, há alvorada com morteiros pelas 7.30 horas e, uma hora depois, entra a Banda de Santiago de Riba UI (Oliveira de Azeméis) junto à Igreja Paroquial. Já pelas 11 horas realiza-se a missa dominical na Capela em honra de S. Bartolomeu e, depois da entrada da Fanfarra dos Boinas Verdes de Valongo pelas 15 horas, há a “majestosa procissão com diversos andores, estandartes e figuras alegóricas, precedida da Guarda de Honra da GNR a cavalo, que fará o percurso habitual”, pelas 17 horas. A animação musical continua à noite, pelas 21.30 horas, com o conjunto Os Solitários, terminando com uma sessão de fogo de artificio. Os andores vão estar em exposição na Capela, entre as 21 e as 24 horas.

Manuel António contou que as festas estão a “ser preparadas com muito sacrifício”, em que “as coisas não estão fáceis”, mas afirmou que “dentro do que é possível a festa vai correr bem”, estando a comissão de festas a “fazer o melhor que pode”.

Com um orçamento a “rondar os 20 a 23 mil euros”, a comissão de festas fez “várias excursões, a Fátima e Samil, um sarrabulho em Ponte de Lima, a apanha do porco, a venda de alguns porcos e porco no espeto”, de forma a “angariar fundos sem grandes custos para ninguém e sem grandes prejuízos” para a comissão. “Sei que custa muito dar dinheiro para as festas, mas estas não devem de acabar, caso contrário as freguesias param com as atividades que têm. As festas devem continuar”, salientou Manuel António, garantindo que a comissão de festas “tenta gastar o menos possível para fazer uma festa bonita”.

Nesse sentido, a comissão preparou “um programa que agrade a toda a gente para que vejam que de facto o dinheiro foi bem investido naquilo que querem e gostam”, acrescentou o juiz.