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Reintegrar-se socialmente numa Casa Com Vida (c/ vídeo)

Reintegrar-se socialmente numa Casa Com Vida (c/ vídeo)

A porta da Casa Com Vida foi aberta, oficialmente, a 24 de maio. Esta habitação representa mais uma resposta social da delegação da Trofa da Cruz Vermelha, para promover a melhoria da qualidade de vida de pessoas que se encontrem em situação de pobreza e exclusão social.

Os primeiros habitantes desta casa, já sinalizados pela Segurança Social, entram já no início de junho e numa estadia provisória, com prazo máximo de 12 meses, terão de reconstruir o projeto de vida. A presidente da delegação, Daniela Esteves, explicou que “a casa tem capacidade para albergar três pessoas, neste caso, do sexo masculino”, que “demonstrem alguma capacidade para fazerem algumas aprendizagens, como cozinhar, ter cuidados de higiene pessoal, arranjar trabalho e fazer a gestão orçamental”.

Estes homens serão acompanhados diariamente por uma técnica que vai monitorizar e apoiar na sua reintegração social, de forma a que, no final do projeto, possam começar uma vida com autonomia.

Com três quartos, cozinha comum e outros espaços que conferem dignidade a quem a utilizar, a habitação resultou de um projeto que foi premiado no âmbito do Prémio BPI Solidário, promovido pelo BPI e pela Fundação La Caixa.

“Esta casa tem algumas regras para a admissão, porque isto não é um espaço de tratamento. Não é destinada a pessoas com comportamentos aditivos, mas sim para pessoas que, estando abstinentes, podem sentir que este é o primeiro passo para a reintegração social”, sublinhou Daniela Esteves. Definido para três anos, está previsto que este projeto permita reintegrar socialmente nove pessoas.

A casa não foi identificada a pedido da delegação, que, explicou a presidente, encontrou uma “grande dificuldade” em arrendar um espaço. “Sempre que se identificavam os inquilinos, sentíamos sempre recusa. Por isso, não podemos deixar de agradecer a quem nos cedeu esta habitação”, salientou Daniela Esteves.

Para a concretização desta resposta social, a Cruz Vermelha contou com a ajuda de diversos parceiros, uma vez que o espaço foi totalmente requalificado. “Gostava de agradecer ao BPI, à Bosch, que nos cedeu equipamentos, à Eurofutton, que nos apoiou com os colchões, à Formefeitos e à Sanimaia”, concluiu.

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