120 presépios feitos por materiais recicláveis embelezam um dos espaços da Escola de Portela, em S. Romão do Coronado. Pais foram desafiados a participar.

A Nossa Senhora das Dores “saiu” do altar da Capela para fazer parte dos cerca de 120 presépios que estão em exposição na Escola Básica de Portela, em S. Romão do Coronado. Os alunos foram desafiados a dar largas à imaginação e com a família construíram presépios com materiais recicláveis.

O resultado não podia ser mais diversificado… entre cápsulas de café, a garrafas e papel, tudo o que se utiliza no dia a dia serviu para colocar a criatividade à prova. Beatriz Moreira assegurou que trabalhou “muito” na sua obra de arte, cuja criação passou pela utilização de “rolos de papel higiénico, uma bolota e uma caixa de sapatos”. Já Gonçalo Sá admitiu que “foi um bocadinho difícil” fazer o presépio com a ajuda da mãe, porque calhou-lhe a responsabilidade de “fazer a vaca”.

David Silva mostrou, pela descrição, que teve uma participação ativa no processo de construção do presépio: “Usei uma rede, caixas de vários tamanhos, papéis, fita-cola e palitos”.

Já Fábio Dias utilizou “esferovite, um pacote de iogurte e de gelado” para construir o presépio, no qual os pais tiveram uma participação ativa e comandaram a operação.

 

Os pais também aceitaram o desafio com entusiasmo e puseram mãos à obra. O caso de Caroline Silva é a prova do empenho dos progenitores, pois quando chegou a casa, já tinha o seu presépio feito.

Para Filomena Silva, elemento da Associação de Pais, esta ideia é “muito interessante”. “Foi muito importante as crianças fazerem o presépio, mas mais ainda fazer com que toda a família participasse. Todos juntos conseguiram fazer os presépios que aqui estão. São todos diferentes, mas todos bonitos”, afirmou.

A ideia de fazer uma exposição de presépios nasceu na sala de professores e teve como objetivos “envolver a comunidade educativa no trabalho da escola e sensibilizar os alunos para a prática da reciclagem e boas práticas na conservação do ambiente”, referiu Pedro Vinhais, coordenador da Escola.

A exposição está patente para os familiares dos alunos até ao dia 7 de janeiro. 

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