quant
Fique ligado

Edição 576

Pombo de Duarte & Companhia voou 665 quilómetros para a vitória

Publicado

em

A equipa Duarte & Companhia teve o pombo mais rápido na penúltima prova de fundo da Sociedade Columbófila Trofense. A solta fez-se no sábado, 4 de junho, pelas 6.30 horas, em Requena, Espanha. Os 665 quilómetros até à Trofa foram voados em nove horas, um minuto e 17 segundos, a uma velocidade média de 74 quilómetros por hora.
O 2.º e 3.º pombos mais rápidos pertencem à equipa Asas de Rindo que, por isso, conseguiu vencer a prova por concorrentes. Carvalheira Sac foi a 2.ª melhor equipa, ao marcar o 4.º, 7.º e 9.º pombos. O pódio fechou com Team Trofa, que conseguiu o 5.º, 6.º e 12.º pombos mais rápidos.
Na classificação das provas de fundo, Asas de Rindo lidera com 1226 pontos, à frente de Carvalheira Sac (1166) e de Araújo & Filhos (1129).
Esta prova, patrocinada por Dados & Decisões, permitiu a Domingos Pereira Silva recuperar a liderança da classificação geral, somando 3675, mas vigiado de perto por Araújo & Filhos, que desceu ao 2.º lugar, com 3658 pontos. Asas de Rindo é 3.º classificado, com 3548 pontos.
Faltam duas provas para o fim do campeonato da Sociedade Columbófila Trofense, a próxima, de velocidade, está marcada para domingo, 12 de junho.
No Campeonato Trifitrofa/Megafibros, cumpriu-se a clássica de Abrantes, no sábado, com solta pelas 8 horas. A equipa VTS Padrão teve o pombo mais rápido e venceu por concorrentes, marcando também o 3.º pombo. O segundo melhor concorrente foi Araújo & Filhos, seguido de Domingos Pereira Silva.
A classificação geral é liderada por Araújo & Filhos, que soma 1814 pontos. Asas de Rindo (1777) e Team Trofa (1640) seguem-se na tabela classificativa.

Continuar a ler...
Publicidade
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Edição 576

Trofa Trail Club “nasce” para promover Trail Running e Trekking

Publicado

em

Por

Com “algumas semanas de existência”, o Trofa Trail Club é constituído pelas vertentes Trail Running e Trekking, contando com “cerca de 20 elementos”.

Numa “conversa de café”, Rúben Cunha, Ricardo Dias e Sílvio Alves perceberam que havia “outras pessoas com interesses em comum na vertente do Trekking”. Isso trouxe para o presente “uma ideia antiga” de Rúben e Ricardo criarem “um grupo que promovesse a prática do Trail Running”. Foi então que decidiram “unir esforços e iniciar o grupo”, criando, há “algumas semanas”, o Trofa Trail Club, com o intuito de “promover e organizar atividades, não só relacionadas com o Trekking e Trail Running mas, também, com qualquer atividade outdoor”. Além disso, o clube pretende “promover a prática de desporto no concelho e dar a conhecer toda a envolvência natural que rodeia a região”.
O projeto destes três elementos fundadores saiu do papel e neste momento conta com “cerca de 20 elementos”. A inscrição no Trofa Trail Clube “é gratuita” e para fazer parte deste grupo basta estar atento à página do Facebook (Trofa Trail Clube), onde vão informando sobre os treinos que vão começar a organizar. A primeira representação oficial do clube já aconteceu no Trail da Raposa, com elementos a participarem nas distâncias de 24 e 33 quilómetros, no dia 29 de maio, em Paredes.
E questionam-se: mas afinal do que se trata o Trekking? Esta vertente dedica-se à “prática de caminhada em média e alta montanha e está inserida na área do pedestrianismo”. “Desfrutar da caminhada, ter um espírito naturista e respeito pela natureza e sua conservação, aliando a paixão pela caminhada”, são, segundo os fundadores, os ideais desta vertente. O grupo do Clube terá como “missão organizar caminhadas, viagens, expedições e também facultar diversas informações sobre a modalidade e tudo o que poderá estar relacionado com o ambiente em que se insere”. “A prática do Trekking iniciou-se em 2012 com um grupo de amigos e até aos dias de hoje, temos um pequeno grupo de participantes de várias zonas, não apenas da Trofa”, contaram, mencionando que, a “longo prazo”, o Trofa Trail Club pretende “alargar” a sua prática do Trekking “a nível internacional”, com “expedições em autonomia em montanha”.
Já o Trail Running é “uma vertente de corrida em montanha”, em que as provas variam em quilometragem, mas são “constantes no desafio à natureza”. “O Trail Running implica técnica de corrida e muita caminhada em pisos que podem variar entre a lama, água, pedra solta ou penedos lisos e caminhos apenas utilizados por cabras. Implica sempre ser destemido perante os desafiantes desfiladeiros, as assustadoras quedas de água ou as lamacentas e escorregadias margens de cursos de água”, descrevem.
Atualmente, o Clube tem uma equipa, com “vários elementos”, que se propõe à “participação em provas a nível nacional como internacional, assim como a realização de treinos e eventos no âmbito da modalidade”.

Continuar a ler...

Edição 576

Cruz Vermelha celebrou 15 anos (C/ Vídeo)

Publicado

em

Por

A Quinta da Azenha recebeu, no dia 3 de junho, cerca de 300 pessoas que quiseram ajudar a Delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) a soprar as velas do seu 15.º aniversário.

A Cruz Vermelha é a maior rede humanitária do mundo, estando presente em 190 países e representando uma cobertura de 90 por cento do territorial mundial. Em Portugal há 175 estruturas locais e uma delas acabou de comemorar 15 anos de existência. Falamos da Delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa. Para assinalar a data, juntaram-se três centenas de pessoas num jantar-convívio, na Quinta da Azenha.
“No último ano apoiamos mais de 300 famílias, servimos cerca de 12 mil refeições confecionadas na cantina social Porta de Sabores, entregamos mais de 30 mil géneros alimentares em apoios de emergência e excedentes alimentares. Efetuamos apoio de vestuário e calçado. Sagramos sete campeões nacionais no projeto Cross Stars – Inclusão pelo Desporto. Promovemos valores de igualdade através do livro ‘A Inocência das Facas’, reconhecido pelo Governo de Portugal e vencedor do prémio VIDArt. E, atualmente, coordenamos os contratos locais de desenvolvimento social Trofa 3G – Motor de Oportunidades. É inegável o valor e a abrangência da nossa atuação”, afirmou Daniela Esteves, presidente da direção da Delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa, durante o seu discurso.
Desde 2013 à frente da Delegação, a presidente assume que a equipa comandada por si “imprime uma dinâmica com uma forte convicção de que a comunidade e o mundo podem ser melhores”, tendo esse desígnio no horizonte, “num sério compromisso com a dignidade humana e esperando que, com o empenho de todos, se possa ambicionar uma sociedade mais justa”. Para Daniela Esteves, “a Delegação da Trofa é diferente hoje, daquilo que era no passado”. “Tem que se pensar diferente para que o caminho continue a correr e as pessoas continuem a achar que somos merecedores desta confiança”, acrescentou. A instituição trofense não conta, de acordo com Daniela Esteves, “ com apoios lineares de domínio público”, facto que incentiva o lema: “se fosse fácil não seria para nós”. Esta ausência de apoios obriga a associação a “imprimir mais esforço, criatividade e determinação, e, talvez por isso, promova mais unidade institucional capaz de despertar consciências e envolver a generosidade e responsabilidade social de alguns empresários e voluntários”, considerou a presidente.
O caminho até aqui traçado é o caminho que esta direção quer para “a Cruz Vermelha e para a Trofa”. “Jamais abrandaremos a nossa ação e nunca desistiremos daqueles que dependem da generosidade de todos nós”, concluiu Daniela Esteves. Numa noite inteiramente dedicada à Delegação da Trofa da CVP, brindou-se à instituição e a todos aqueles que contribuem todos os dias para um mundo melhor.

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também