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Ano 2011

Polícia Municipal com fardamento novo sensibiliza crianças (c/video)

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Foi com fardamento novo que a Polícia Municipal se apresentou na Escola Básica 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques para mais uma ação de sensibilização junto das crianças.

Os novos equipamentos desta autoridade resultam de um investimento que a autarquia está a fazer para promover “a proximidade à população”. Segundo Assis Serra Neves, vereador da Polícia Municipal, as novas fardas, de verão e inverno, custaram à Câmara Municipal “cerca de dez mil euros” e “estão dentro das normas”, reproduzindo o que se está a ver por “quase toda a Europa”. No novo equipamento da força policial constam ainda os já anunciados coletes balísticos, descontaminantes e o gás pimenta. A autarquia vai ainda dotar a Polícia Municipal de um “alcoolímetro” para as operações de fiscalização rodoviária.

Mas os novos acessórios são apenas um elemento que permite à Polícia Municipal prestar um serviço essencial à comunidade. A complementar o equipamento está o trabalho desenvolvido em vários projetos, como o “Segurança na Escola”, que arrancou com o novo ano letivo.

O comandante desta autoridade, Sérgio Inverneiro, referiu que este projeto está a ser desenvolvido nos “mesmos moldes do ano passado”, mas “será alargado a quase todas as escolas das oito freguesias do concelho”.

A agente Natália Pereira, acrescentou que a ação da Polícia Municipal passa por “dar conselhos na receção dos alunos”, como aconteceu na EB 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques. “Também fazemos acompanhamento nas horas de saída em várias escolas, principalmente naquelas em que há maiores entraves a nível de trânsito e nas quais a nossa presença é uma fonte de segurança para as crianças”, esclareceu.

Esta ação da Polícia Municipal não se estende só às crianças, mas também aos pais: “Realizamos ações de sensibilização para aconselhar os condutores a transportar corretamente as crianças no automóvel, pois este é um problema com o qual lidamos, diariamente, na Trofa”.

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Outros projetos

Este é um dos muitos projetos que a Polícia Municipal está a desenvolver, como o “Segurança Sénior”, que foi apresentado aquando o Passeio Anual dos idosos a Espinho e que já mobilizou “mais de 20 inscrições”. “Depois de se inscreverem junto dos nossos serviços, as pessoas serão visitadas para serem esclarecidas sobre todos os aspetos solicitados”, explicou Sérgio Inverneiro.

Mas se este teve, logo no primeiro dia, “uma grande adesão”, há outros projetos em que a receptividade não é tão expressiva. É o caso do “Casa Segura”, no qual a Polícia Municipal “vigia” a habitação de uma pessoa ou família que se ausentar por um período de tempo.

Por outro lado, esta força policial vai continuar a ter pulso firme na recolha das viaturas abandonadas: “Estão na via pública sem seguro nem inspeção obrigatória, o que incorre em multas de 500 e 250 euros, respetivamente. Mas, o mais grave, é a poluição que isto provoca e a ocupação ilícita de um local que pode servir de estacionamento para outros utentes da via pública”.

“Servir melhor a população” e “estar mais próxima dos cidadãos” são os objetivos da Polícia Municipal. “A polícia não é só conhecida pelas multas, pois também faz muito trabalho de proximidade e sensibilização”, frisou Assis Serra Neves.

No futuro, a autarquia tem ainda intenção de renovar os parquímetros no centro da cidade.

 

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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