"O Plano de Desenvolvimento Social está para as políticas sociais como o Plano Director Municipal está para as políticas de Urbanismo. O Plano de Desenvolvimento Social é a "bíblia" da acção social, é o documento que define a estratégia a seguir e aponta as medidas a tomar, para que tenhamos em Famalicão políticas sociais de excelência." Foi desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Armindo Costa definiu o Plano de Desenvolvimento Social para 2007-2015, agora apresentado publicamente. "O Plano de Desenvolvimento Social é a carta magna das políticas sociais de Famalicão até ao ano de 2015", reforçou o autarca.

 O plano que se insere na política de Acção Social que a Câmara Municipal desenvolve nas 49 freguesias do concelho articula-se com os diversos programas nacionais e regionais, delineando as metas e objectivos a alcançar nesta área até 2015, projectando Vila Nova de Famalicão como um concelho de excelência social. Trata-se de um manual de acção composto por 95 páginas de informação relativa ao diagnóstico social, à estratégia, aos modelos de articulação, planos de acção e legislação. Mas este guia exige um trabalho permanente por parte dos agentes envolvidos, uma vez que deve ser actualizado constantemente.

Para Armindo Costa, "este manual é uma autêntica "caixa de ferramentas" destinada ao trabalho dos parceiros da Rede Social de Vila Nova de Famalicão". E acrescenta: "Com este documento, pretendemos fornecer uma informação actualizada de diagnósticos, planos e acções, a realizar entre 2007 e 2015. É um projecto dinâmico e interactivo, nomeadamente através da Internet, no sítio oficial do Município, onde estarão sempre disponíveis novos conteúdos".

Um dos capítulos mais importantes do Plano Social é o diagnostico prospectivo, um trabalho que aponta, pela primeira vez, os pontos fortes estratégicos, capazes de posicionar o concelho, num patamar de excelência. Neste âmbito, o Plano Social aponta a saúde escolar, a aprendizagem ao longo da vida, a rede social, a qualidade nos serviços e o atendimento e acompanhamento social, como áreas de excelência no desenvolvimento social do concelho. Neste sentido, Armindo Costa salientou que "o futuro do Município tem de ser alicerçado numa política de solidariedade social efectiva e integrada, como garante de um desenvolvimento equilibrado e coeso".