Tratou-se de uma “ação nacional” que teve expressão na cidade da Trofa, através da presença de alguns elementos da concelhia do Partido Comunista Português junto ao Centro de Saúde da Trofa, no dia 22 de outubro.

Através de uma lona, os comunistas explicavam propósito da iniciativa: reclamar mais condições de operacionalidade do Serviço Nacional de Saúde, que passam por “combater a epidemia, recuperar atrasos e garantir acesso aos cuidados de saúde”.

“É importante que o Serviço Nacional de Saúde assegure a capacidade de resposta no tratamento de doentes com Covid-19, tal como é importante que recupere a prestação de cuidados de saúde que ficaram por realizar e garanta o acesso à saúde aos doentes com outras patologias”, defende o PCP, que aponta para “os milhões de consultas atrasadas, novas consultas que não são marcadas e exames de diagnóstico que não se realizam”, assim como para a falta de profissionais de saúde.

Face ao atual estado do SNS, os comunistas considera que é necessário criar “um plano de recuperação das atividades dos cuidados de saúde primários”, reabrir “todas as extensões e centros de saúde com a criação das condições necessárias, para que os utentes que não tenham espaço nas salas de espera, possam ter comodidade e segurança”. O PCP reivindica ainda a contratação de mais profissionais da área, assim como o alargamento do horário de funcionamento das unidades dos cuidados de saúde primários e criação de um regime excecional de incentivos à recuperação da atividade assistencial nas unidades dos cuidados de saúde primários.