José Sá diz que o Plano para 2007 é ambicioso e será para cumprir

 

 

 

 

A discussão e votação das opções do plano de Actividades e do Orçamento para 2007 foram os principais pontos a marcar a ultima Assembleia de Freguesia Ordinária de 2006 em S. Martinho de Bougado.

 Este ponto acabou por passar com os votos favoráveis do PS e as abstenções do PSD e CDS.

O executivo pretende já em 2007 proceder ao alargamento do cemitério que se torna já pequeno para as necessidades da freguesia.

O presidente da Junta de freguesia José Sá anunciou que pretende criar um circuito de transportes públicos gratuitos entre locais centrais da cidade (pontos de chegada de transportes públicos de localidades vizinhas) e a Feira Semanal de Sábado e alterar organização da Feira Anual de 2007 tendo como principal objectivo dar cada vez mais visibilidade a este evento que já ultrapassou fronteiras e que de ano para ano tem vindo a crescer cada vez mais.

Relativamente às obras efectuadas durante este mandato pela autarquia, José Sá fez um balanço das intervenções efectuadas nos diversos pontos da freguesia.

Destas destacam-se alargamento da Travessa de Nossa Senhora da Assunção, na Esprela, intervenção na Rua da Barreira – Ervosa, nas caixas de águas pluviais, alargamento e execução de muros na Rua e Travessa Poeta Augusto Gil. Pavimentação e arranjo da Praceta S. Bento – S. Martinho, drenagens de águas pluviais na Rua António Silva, em Ervosa.

O executivo lembrou ainda que está ainda a decorrer o processo de legalização dos terrenos para a ACRABE e da Associação Vigorosa lembrando ainda as obras de reestruturação de uma parte do edifício da Junta de Freguesia onde decorrem já aulas de dança.

Em resposta á informação escrita do presidente o membro eleito nas listas do PSD Eurico Ferreira afirmou que relativamente à obra de Alargamento da Travessa de Nossa Senhora da Assunção, na Esprela e contrariamente ao informado pelo Sr. Presidente da Junta, “passou lá e constatou que a obra não está realizada”.

José Sá justificou-se dizendo que há atrasos por parte do empreiteiro. A que a Junta é alheia” frisou.

Por seu lado Margarida Calado, do CDS/PP acusou o executivo de estar a desrespeitar “este orgao deliberativo ao fazer obras que não constam do Plano aprovado, optando por não fazer outras que foram propostas pelo próprio executivo”, frisou.

Outro dos pontos que gerou alguma discussão foi o anuncio por parte do presidente que que iria durante o ano 2007 proceder á requalificação do edifício da Junta de forma a dota-lo de acessibilidades para os cidadãos com necessidades especiais e mobilidade reduzida”.O eleito do PSD Filipe questionou novamente o executivo sobre a falta de cessibilidades ao Salão Nobre da junta e José Sá acusou-o de ter falta de memória pois “tendo sido membro do Executivo anterior sabia melhor do que ninguém da forma como aquele edifício Sede da Junta foi construído sendo sua também a responsabilidade pela situação actual, pois o edifício já está a precisar de obras”, acrescentando que “as obras de adaptação deveriam ter sido realizadas no mandato anterior pelo presidente da Junta do PSD”, criticou.

A oposição questionou ainda alguns valores que constavam do PPI, nomeadamente no que diz respeito a algumas receitas. José Luís, tesoureiro do executivo esclareceu que as receitas contemplavam 100 mil euros relativos à venda de lugares no cemitério e 35.100 euros resultantes da venda em hasta pública de um terreno em Paradela.

O Orçamento Ordinário acabou por ser aprovado por maioria com os votos favoráveis dos membros do Partido Socialista e com a abstenção do CDS/PP e do PSD.