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Ano 2011

O que nos querem esconder

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O país está confrontado com uma grave crise económica e social em resultado de 35 anos de políticas desastrosas protagonizadas por governos do PS, do PSD e do CDS. A situação pode agravar-se com a aplicação do desastroso pacto assinado entre a Troika e aqueles três partidos responsáveis pelo afundamento do país. Nas eleições de 5 de junho há, por isso, uma justa centralidade nas questões económicas e nas questões de âmbito nacional.

Mas nas próximas eleições legislativas também há duas questões que interessam particularmente à população da Trofa mas que não estão a ter a atenção que, na minha opinião, deviriam ter. Falo da questão do Metro e da reforma administrativa.

A primeira, relativa ao Metro, deve fazer com que todos os trofenses questionem os partidos que acordaram o fim do investimento público com a Troika. Na verdade, é impossível avançar com a linha do Metro até à Trofa se cumprirem o acordado com o FMI. Por muito que o PS, o PSD e o CDS afirmem as suas boas intenções, deixaram claro que não querem o Metro na Trofa ao “ajoelharem-se” perante os mandantes estrangeiros.

É por isso que o governo e a Câmara da Trofa se preparam para nos próximos meses darem a “machadada final” no Metro para a Trofa. Com o silêncio cúmplice do PSD e do CDS, querem fazer um arranjo urbanístico na antiga linha (nos parques Senhora das Dores e Lima Carneiro) apresentando esta obra como a compensação da população da Trofa, adiando para sempre o Metro.

Mas há alternativas. Alternativas no plano das opções e prioridades políticas, mas também alternativas no plano do financiamento desta importante obra. A CDU apresentou na Assembleia da República um projeto de resolução que resolveria o problema do financiamento deste projeto. Estes três partidos procuram esconder que, se tivessem vontade política, não haveria dificuldades de financiamento para a obra e o problema já poderia estar ultrapassado.

Há ainda um outro assunto que foi alvo de acordo do PS, do PSD e do CDS com a Troika estrangeira, mas que estes partidos não querem falar. Acordaram, pela calada, reduzir o número de freguesias e de concelhos. Mas não dizem quais as freguesias nem quais os concelhos que querem acabar. Será que querem agora recuar no tempo e tentar apagar a luta da população da Trofa pelo seu concelho? E querem juntar freguesias? Que freguesias? Com que critérios?

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Serão aqueles três partidos tão irresponsáveis que deram o seu acordo à redução de concelhos e de freguesias sem saber de que concelhos e de que freguesias em concreto estavam a falar?

Sobre este tema, apenas um cabeça de lista pelo distrito do Porto – Honório Novo, da CDU – assumiu de forma clara a rejeição de uma reforma administrativa deste tipo. A CDU não está de acordo em andar para trás, não vai ignorar a justa luta de várias gerações de trofenses pela criação do seu concelho.

Por estas razões, é fundamental clarificar que em 5 de junho vamos eleger deputados para a Assembleia da República. Será por isso o momento para castigar aqueles que nos trataram mal e premiar aqueles que não se esqueceram de nós após terem recebido os votos. Mais do que quaisquer outros deputados, Honório Novo e Jorge Machado estiveram várias vezes na Trofa, apresentaram na Assembleia da República diversas propostas para a resolução de problemas concretos deste concelho. Nenhum outro deputado pode dizer o mesmo.

Tenhamos memória, saibamos defender o futuro da Trofa e de Portugal, votando em quem não nos vira as costas após as eleições.

Jaime Toga

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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