Paulo Queirós escolheu a antiga estação de comboios da Trofa para fazer uma análise a 14 anos de concelho. 

Os vidros no chão despedaçam debaixo dos pés e o lixo começa a propagar maus cheiros nalgumas zonas. A inutilidade do espaço é, por raras vezes, interrompida pela passagem de uma ou outra pessoa que ou passeia o cão ou transporta as compras em passo acelerado, revelando receio por passar onde o vandalismo está bem patente. Parece ir longe o tempo em que a Estação da Trofa, propriedade da Refer, era reconhecida como um património de valor incalculável no concelho. Hoje, só não passa de ruínas porque os edifícios ainda resistem de pé.

Este foi o local que Paulo Queirós, membro da comissão política concelhia do PCP da Trofa, escolheu para a entrevista ao NT e TrofaTv, na qual fez uma análise aos 14 anos de concelho. “Foi a partir desta estação que a Trofa se começou a desenvolver como cidade e concelho. Com o desativar das linhas passou a um abandono completo, fazendo antever o que será o futuro da Trofa, resumido a ruínas e escombros. Infelizmente, tudo aquilo que nos foi prometido não foi cumprido, por exemplo o metro”, revelou.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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