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Edição 486

Milhares de pessoas nas Festas da Senhora das Dores(C/videos)

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Festas em Honra de Nossa Senhora das Dores foram este ano organizadas pela aldeia de Valdeirigo, Paróquia de S. Martinho de Bougado, da Freguesia de Bougado e conta com centenas de voluntários que durante meses trabalharam afincadamente para que as festas se traduzissem em sucesso.

Estas festas conta com quase 250 anos de existência e sempre se realizaram no parque Nossa senhora das dores, à exceção de 2013 e 2014 devido às obras de Requalificação Urbana dos Parques Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro.

Foram várias as semanas que decorreram entre a abertura do bar da Comissão de Festas até domingo, 17 de agosto e muitas as iniciativas realizadas de forma a angariar dinheiro para as Festas de Nossa senhora das Dores. Todos os dias trabalharam no bar muitas pessoas de um grande grupo de mais de duas centenas de voluntários que incansavelmente deram o seu melhor para que as festas fossem um enorme sucesso.

Em tempo de crise a Comissão de festas teve de usar a imaginação com a realização de caminhadas, espetáculos e outras iniciativas que atraíram clientela ao bar, cujas receitas revertem integralmente para custear as festas.

Mas as festas só terminam na terça-feira dia 19 de agosto com o Cortejo de Oferendas que está a cargo da aldeia de Valdeirigo mas ainda durante o dia de segunda feira podem assistir às atuações da Banda de Musica da Trofa e da banda de música Amigos da Branca que atuam desde manha até ao por do sol.

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Edição 486

Coronado ConVida à festa em S. Mamede (c/video)

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Associativismo, artesanato, tasquinhas e muita animação vai dar vida ao Largo do Divino Espírito Santo, em S. Mamede, de 31 de agosto a 7 de setembro. A inauguração está marcada para as 11 horas do dia 31 de agosto.

Denominada Coronado ConVida, a iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia que pretende “promover a freguesia, quer na área da gastronomia, do artesanato e associativismo”. Pelo Largo do Divino Espírito Santo vão estar distribuídos “23 stands” e “três restaurantes”.

Anteriormente denominado S. Mamede ConVida, o certame “mudou um bocadinho o conceito” devido à “nova realidade e configuração da freguesia”, tendo começado com o nome que foi alterado de forma a “englobar as duas freguesias”, mantendo ConVida que tem “duplo sentido: de vida e de convidar”. Também “o conceito” do evento foi modificado, com “a particularidade” de que, durante os oito dias, de 31 de agosto a 3 de setembro são “as coletividades e associações das duas freguesias que vão estar representadas nos stands” e de 4 a 7 de setembro os stands ficam a cargo dos artesãos. “Acaba por ser um evento dinâmico, porque não é repetitivo, há uma parte dedicada ao associativismo e outra parte dedicada ao artesanato. A gastronomia será permanente durante os oito dias”, completou José Ferreira, presidente da Junta de Freguesia do Coronado, explicando que o executivo decidiu “manter três restaurantes”, porque apesar de “o espaço não permitir muito mais não seria benéfico para quem estivesse a explorar”.

O programa para os oito dias de festa “está praticamente fechado”, sendo que “todas as noites são temáticas e sempre com a colaboração e a dinamização de artistas ou associações da freguesia do Coronado, à exceção da sexta-feira e domingo à tarde que será, como tem sido hábito”, organizado e dinamizado por uma rádio local. O “ponto alto”, segundo o autarca, será durante a tarde de domingo, com o espetáculo de “artistas de âmbito nacional sobejamente conhecidos e que atrai muita gente de fora”. Outro dos momentos altos do programa será “a projeção de um filme ao abrigo de um projeto que a Câmara levará a cabo”, associando-se desta forma à iniciativa da Junta de Freguesia.

Apesar de ser “mais dias”, José Ferreira denotou que conseguiram “baixar o orçamento que ficará significativamente bem mais barato do que as edições anteriores”. “A conjuntura atual também permite que tenhamos outra capacidade de negociação e conseguimos ter os mesmos stands, ter as mesmas infraestruturas praticamente a metade do preço. Isso também permitiu que pudéssemos fazer oito dias de certame com metade do orçamento do ano passado”, frisou.

O presidente da Junta adiantou que “não está fora de hipótese” a realização deste certame noutro local, mas, como foi “criado precisamente para aquele espaço”, se o tirasse dali poderia “descaracterizá-lo um bocadinho”, preferindo mantê-lo “naquele enquadramento, naquela paisagem, naquele cenário que foi criado e tem apetência muito própria para este género de iniciativas”. Por essa razão, na sua opinião seria “mais fácil criar outras iniciativas para outros lugares da nova freguesia”.

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Edição 486

O caminho para Clermont-Ferrant

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Gualter-Costa

É com o inconformismo e a tristeza de quem tenho assistido ao longo dos últimos anos à partida de dezenas de amigos, conhecidos e familiares de Portugal em busca de melhor sorte no estrageiro. Ainda hoje tive a notícia que mais dois amigos de longa data estão de malas feitas rumo a uma nova “aventura” proletária no estrangeiro. Trabalhadores de fibra, empenhados e estudiosos, em que a dimensão das suas mentes e o poder das suas ideias não são compatíveis com a mediocridade, o amorfismo e o status quo instalados em Portugal. Quando ficar é murchar a única alternativa é partir.

Nas conversas de despedida que fomos tendo, verifiquei haver denominadores comuns que justificam o êxodo. Contrariamente ao que esperava, não é falta de emprego a condição maior para a saída. O que verdadeiramente acende o rastilho que despoleta a vontade de fuga é o total descontentamento com a atual situação do país, a falta de esperança no futuro, as precárias e exploratórias condições laborais cada vez mais enraizadas, mas sobretudo, a total descrença no sistema político e nas estratégias seguidas pelo país. Desvaneceu-se a esperança no seu próprio país. Os vazios apelos ao patriotismo já não os iludem nem os motivam. Necessitam de mentiras novas.

Todos jovens. Todos com desânimo. Todos com a vontade de uma ida sem regresso. Será a constituição de uma nova vida, longe do país que os convidou a emigrar. Com ressentimentos e sem o típico depósito das poupanças em Portugal. Gente que sabe pensar, que prefere o desconforto da exploração temporária, por vezes até a incerteza da ilegalidade num qualquer país estrangeiro, ao total debalde de um país a saque, sem rumo e sem futuro.

O rebentar do caso BES, enquanto o Sr. Primeiro Ministro estava a banhos na Manta Rota e o Sr. Vice Primeiro Ministro submergido durante a tempestade num qualquer submarino, mas sempre com o periscópio de fora, não auguram nada de bom para o país. Todos sabemos que na densa neblina levantada pelo caso BES está implícita a certeza de décadas de mais e maiores sacrifícios para os trabalhadores e para os contribuintes. Ao meio milhão de jovens que Portugal perdeu ao longo da última década, segundo os dados do INE, juntar-se-ão mais umas centenas de milhar (se não milhões) ao longo dos próximos anos. Cumprir-se-à um dos principais desígnios do atual governo: o de ver os seus jovens emigrados, explorados e bem longe das suas zonas de conforto e das suas famílias. Atordoados, espalhamo-nos pelo Mundo. Parecemos cada vez mais um povo sem pátria. Os “parceiros” europeus, africanos e asiáticos agradecem a mão de obra qualificada e barata que lhes proporcionamos.

Não podemos ignorar as consequências a médio e longo prazo que esta estúpida sangria de jovens, recursos humanos altamente qualificados terá no país nas próximas décadas. O conforto momentâneo que a emigração convidada concede ao atual governo (que por essa via consegue diluir parcialmente os reais e desastrosos números do desemprego), serão o calvário dos governos e da sustentabilidade das gerações futuras.

Portugal precisa de jovens e novas políticas. De um novo paradigma de desenvolvimento. Está cada vez mais claro que o sistema capitalista desenfreado assente na desregulação, que governou,  apodreceu e esvaziou Portugal ao longo das últimas décadas está a morrer. Não de Ébola mas de ganância. É este o timing para ter coragem e escolher mudar de rumo. É imperativa uma reação popular capaz de travar o desastre da desertificação juvenil. É necessária visão e vontade para inverter os caminhos que hoje nos levam novamente a Clermont-Ferrant, Larrochette, Manchester, Bradford, Zermatt, Oslo, Schwabisch Hall, Newark, Abu Dhabi, Xangai ou até a uma das cidades mais caras e corruptas do mundo, Luanda.

Gualter Costa

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Coordenador Concelhio Bloco de Esquerda Trofa.

gualter.costa@outlook.com

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