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Memórias e Histórias da Trofa: O telefone e a indústria em S. Romão

A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes.

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A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes. Justificava-se este atraso com a dependência administrativa para com Santo Tirso.
Na verdade, também na sede de concelho as comunicações eram difíceis, pedia-se a ligação a Guimarães e Fafe, importantes centros de industriais.
Os empresários e habitantes trofenses pediam a ligação a S. Romão, Ermesinde e depois seria estabelecida a ligação com o Porto, justificando esse investimento com o facto de em S. Romão existir já um forte tecido industrial, reforçando ainda com a argumentação que era igualmente um importante centro comercial.
Sobre o seu centro comercial era enumerado que era um território em crescendo e que se fossem dadas as condições ainda poderia crescer mais e por arrasto trazer novas dinâmicas para S. Romão.
A própria localidade já não podia dispensar o telefone, era uma necessidade gritante que não podia estar mais tempo em suspenso.
A solução para a resolução deste problema, escrevia-se em 1927 teria de passar por iniciativa privada dos seus cidadãos, não ficar eternamente à espera de uma solução do poder governativo que já naquela época era centralista.
Apelava-se à criação de uma subscrição, algo comum para aquele momento da história, na prática os membros da comunidade com as verbas que iriam arrecadar pagariam a instalação do telefone naquela sua comunidade.
Anunciava-se que era um bem necessário a ligação de S. Romão com o resto do país, a sua indústria e comércio necessitava dessa solução para sustentar e alimentar ainda mais aquele crescimento económico que estava a viver.
S. Romão do Coronado, uma freguesia que sempre caminhou lado a lado com o progresso, recebendo a industrialização no seu regaço e devendo muito essa vantagem seguramente graças ao comboio que desde 1875 passava nos seus limites geográficos.

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Fundação BIAL abre candidaturas para o Prémio BIAL de Medicina Clínica 2022

As candidaturas estão abertas até 31 de agosto.

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Estão abertas as candidaturas para mais uma edição do Prémio BIAL de Medicina Clínica.

A 20.ª edição deste Prémio, promovido pela Fundação BIAL, tem um valor de 100 mil euros e pretende galardoar uma obra intelectual original, de índole médica, com tema livre e dirigida à prática clínica, que represente um trabalho com resultados de grande qualidade e relevância. O trabalho vencedor será ainda publicado em livro.

Não são elegíveis trabalhos publicados sob a forma de artigos, livros ou teses e, pelo menos, um dos autores tem de ser médico nacional de um país de expressão oficial portuguesa.

Além da obra premiada, poderão ainda ser atribuídas Menções Honrosas (no máximo duas) no valor de €10.000 cada.

As candidaturas estão abertas até 31 de agosto e o presidente do Júri, Manuel Sobrinho Simões, revela que “o Prémio BIAL de Medicina Clínica vai distinguir a melhor investigação em medicina clínica com elevada aplicabilidade na comunidade. É com este objetivo que lançamos a edição de 2022. Esperamos receber candidaturas que coloquem o mais avançado conhecimento clínico e científico ao serviço dos doentes e da sociedade em geral, com impacto significativo na melhoria da saúde humana.”

Desde o seu início, o Prémio BIAL já distinguiu 105 trabalhos de 302 autores, tendo sido editadas e distribuídas gratuitamente aos profissionais de saúde 41 obras premiadas, num total de mais de 320.000 exemplares.

No total, foram analisadas 686 obras candidatas de 1.742 investigadores, médicos e cientistas de 20 países.

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O Presidente da Fundação BIAL, Luís Portela, destaca que “ao longo das edições realizadas, o Prémio BIAL de Medicina Clínica acompanhou a evolução e as tendências da Medicina, tendo premiado diversos trabalhos no âmbito das doenças civilizacionais, genética, medicina molecular, imagiologia, terapêuticas substitutivas e regenerativas, entre muitos outros. No contexto atual, este Prémio assume ainda maior relevância por incentivar a investigação médica com aplicação na saúde dos cidadãos, dando visibilidade aos trabalhos premiados.”

Para além de Manuel Sobrinho Simões, o Júri inclui João Bessa (Escola de Medicina – U. Minho), Jaime Branco (Faculdade de Ciências Médicas | Nova Medical School | U. Nova de Lisboa), Filipe Caseiro Alves (Faculdade de Medicina – U. Coimbra), Miguel Castelo-Branco (Faculdade de Ciências da Saúde – U. Beira Interior), Altamiro da Costa Pereira (Faculdade de Medicina – U. Porto), Henrique Cyrne Carvalho (Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar – U. Porto), Helena Leitão (Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas – U. Algarve), José Melo Cristino (Faculdade de Medicina – U. Lisboa).

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Trofa é o concelho com fatura mais elevada de água, saneamento e resíduos – estudo DECO Proteste

Considerando um consumo anual de 120 metros cúbicos de água, uma família trofense paga por água, saneamento e resíduos 503,61 euros.

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A Deco Proeste, organização de defesa do consumidor, analisou as tarifas dos serviços de abastecimento de água, saneamento e resíduos sólidos urbanos incluídas nas  faturas de água cobradas aos cidadãos nos 308 municípios do país. 

Segundo o estudo, a Trofa, apesar de já não ter a água mais cara do país, continua a ter a fatura mais elevada no conjunto com o saneamento e resíduos sólidos urbanos: considerando um consumo anual de 120 metros cúbicos de água, uma família trofense paga por água, saneamento e resíduos 503,61 euros.

Comparado com Santo Tirso, que partilha o contrato com a Indaqua, a diferença aplica-se nas faturas de saneamento e resíduos: para um consumo anual de 120 metros cúbicos, o concelho tirsense cobra, pelo conjunto dos serviços, 490,77 euros, menos 12,84 euros que na Trofa.

A DECO pega no caso da Trofa para expor as discrepâncias existentes entre concelhos: “Os cerca de 200 quilómetros que separam a Trofa, no distrito do Porto, de Vila Nova de Foz Côa, no da Guarda, ficam aquém, simbolicamente, da distância que os afasta na conta que os seus habitantes pagaram, em 2021, pela água que saiu das torneiras das suas casas, e ainda pelo seu tratamento e pelo serviço de resíduos sólidos. Se os primeiros desembolsaram 503 euros por 120 m3, os segundos ficaram-se por 88,20 euros – menos 414,80 euros”.

No topo da lista dos concelhos que mais paga pela água está Vila do Conde, com um gasto por 120 metros cúbicos anuis de 250,02 euros.

Em Terras de Bouro, a mesma fatura traz um valor bem mais baixo: 46,50 euros.

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