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Edição 776

Memórias e Histórias da Trofa: Festividade do Sagrado Coração de Jesus em Guidões

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Nas próximas semanas, será inaugurada a Capela de Santa Barbará em Guidões, que representa um marco importante não só para a recuperação do seu património, mas também da sua identidade.
Uma capela ainda demolida no século XIX deixaria saudades na comunidade guidoense, sendo contudo apenas mais um dos elementos da sua religiosidade. Aconteceu numa fase da história em que os elementos da população eram extremamente devotos e claramente que a Igreja e a sua comunidade tinham um papel mais intenso na vida das comunidades.
A cultura popular/religiosa de Guidões é conhecida sobretudo pelas festividades em Honra de S. João, que conseguem fazer com que um elevado número de fiéis se desloquem a esta “pequena” freguesia para acompanharem as tradições religiosas como também profanas.
Mas, no final do século XIX, concretamente em 1896, eram anunciadas, em finais de julho, as festas em honra do Sagrado Coração de Jesus, sendo uma festividade com cunho claramente religioso se atendermos que as várias coberturas noticiosas colocam especial enfoque no programa religioso, enaltecendo e destacando a presença de vários confessores no dia anterior ao domingo festeiro.
As celebrações religiosas iriam ter especial importância, porque seria cantada “missa nova” que simboliza a ordenação de um novo sacerdote, um marco importante para a comunidade que tinha um filho da terra a adotar o caminho do sacerdócio, uma opção bastante respeitável.
O orador do sermão seria o padre de Cavalões, do vizinho concelho de Famalicão, que tinha uma presença habitual nas festividades da região, cumprindo com mestria as suas funções, o que fazia com que se destacasse entre os seus pares.
Os eventos pagãos eram desconhecidos, poderiam não ter um grande impacto logo não teriam grande destaque na imprensa, havendo referências apenas para a missa e também para a procissão que se ia realizar no final da eucaristia.
Um marco da história de Guidões, uma das tradições do futuro concelho da Trofa que o tempo fez questão de apagar, ou desvanecer nas brumas do tempo, que normalmente é o inimigo da história e da memória de um povo.

josepedroreis88@gmail.com

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José Alberto Reis, Rebeca e Nel Monteiro na festa de S. Romão

S. Romão do Coronado vai estar em festa em honra do padroeiro.

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S. Romão do Coronado vai estar em festa em honra do padroeiro. A romaria por S. Romão acontece de 18 a 20 de novembro e música não vai faltar, com José Alberto Reis, Rebeca e Nel Monteiro como cabeças de cartaz.
Na primeira noite, dia 18, o palco será de Marcus Lima e José Alberto Reis, com início dos espetáculos musicais marcado para as 21h30. A acompanhar, a comissão de festas vai oferecer ao público castanhas e vinho.
A manhã de 19 de novembro começa com o som estridente dos bombos de Santa Maria de Gémeos, grupo de Guimarães, que vão percorrer as ruas de S. Romão para anunciar a festa. À noite, a música será rainha com Rebeca e a Banda Festival, em palco até à sessão de fogo de artifício.
No domingo, dia 20, a Fanfarra de Vilar de Andorinho dá entrada no Largo do Seixinho, onde terminará a procissão, que parte às 15h00 da Igreja Paroquial. No final, será feita uma bênção dos capacetes, na Rua do Município.
O resto da tarde contará com espetáculos musicais de Nel Monteiro e Lean Cruz.

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🎥 Centro Social e Paroquial de S. Mamede comemorou 9 anos de atividade

Utentes, profissionais e elementos da direção estiveram em festa com o 9.º aniversário do Centro Social e Paroquial de S. Mamede do Coronado.

Leia a reportagem e veja o vídeo.

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Utentes, profissionais e elementos da direção estiveram em festa com o 9.º aniversário do Centro Social e Paroquial de S. Mamede do Coronado.
Na tarde de 26 de outubro, o espaço de refeições da instituição transformou-se num salão de festa, onde não faltou música nem motivos para celebrar. Até o centenário de uma utente foi assinalado, com balões e um bolo de aniversário, que emocionaram a aniversariante.
Num ambiente de alegria, Ana Oliveira, diretora técnica do Centro Social, explicou ao NT que a ocasião serviu também para comemorar “nove anos de várias conquistas” e de aprendizagens após “muitas dificuldades”. “Através das lições que aprendemos só esperamos continuar a melhorar o nosso serviço”, confessou, sem deixar de revelar que o sucesso para os elogios vindos dos convidados sobre a atmosfera sentida entre as quatro paredes da instituição resume-se a “amor”. “O segredo é trabalharmos com amor, porque quando vestimos, verdadeiramente, a camisola da instituição, é fácil trabalharmos diariamente. Não pedimos nada de especial aos colaboradores, apenas que trabalhem com amor”, frisou.
Com a estrutura residencial lotada – e com lista de espera “muito preenchida” – o Centro Social e Paroquial de S. Mamede tem ainda o serviço de centro de dia, com 40 vagas, algumas por preencher, e apoio domiciliário para 30 utentes.

Ana Oliveira aproveitou a festa para apelar aos familiares dos residentes que “não se afastem” e “venham visitá-los”. “Queremos que façam parte desta família”, continuou.
Para o padre Micael Silva, a instituição foi “uma prenda” que recebeu aquando da nomeação para assumir a paroquialidade de S. Mamede do Coronado. “Quando somos formados padres, não ganhamos, propriamente, experiência nesta área. Essa ganhámo-la no terreno. Assumi a direção desta instituição em tempo de pandemia e só nesta fase é que começo a contactar com o espírito que a caracteriza e que faz dela uma referência nesta zona da Trofa e até da Maia”, atestou o sacerdote.
Sem esconder que os tempos são difíceis, devido à inflação, Micael Silva sublinhou que a direção mantém-se focada em “dar qualidade de vida àqueles que em suas casas ou junto das suas famílias já não a encontravam”. “Estamos sempre com o coração nas mãos, mas o que nos impele é este espírito e desejo de ver esta casa a continuar a dar alegria, saúde e bem-estar a todos os que usufruem dos serviços desta instituição”, concluiu.

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