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Mau tempo causou estragos no Parque das Azenhas(C/Video)

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Devido às chuvas, o nível da água do Rio Ave subiu, galgando as margens e inundando tudo à sua volta. O percurso do Parque das Azenhas ficou completamente inundado e, devido à força das águas, destruiu algumas zonas. O estaleiro da obra do Parque das Azenhas não escapou à fúria das águas, com as máquinas, camiões e contentores a ficarem dentro de água.

De acordo com o relato feito à agência Lusa pelo responsável da Polícia Municipal (PM) da Trofa, Vítor Pinto, a subida do caudal do Rio Ave causou “grandes estragos” no concelho, desde estradas fechadas à circulação a zonas submersas e intransitáveis, tendo sido de “maior preocupação” a situação da zona do Parque das Azenhas.

Sérgio Humberto, presidente da Câmara da Trofa, adiantou que o Parque das Azenhas está quase totalmente executado, mas a cheia provocou estragos avultados. “Podemos estar a falar de mais de meio milhão de euros de prejuízos e a Câmara não tem possibilidades, todos os anos, perante as cheias, de gastar esse dinheiro. Numa instalação daquelas, estamos a falar de postes de iluminação e redes de vedação danificados, piso que foi levantado e vegetação que desapareceu.
Quem conhece a Trofa sabe que, em situações de cheia, o rio sobe duas a três vezes por ano. Temos que ter a consciência que este projeto, que já vem desde 2007 a ser projetado, tem deficiências profundas e que deviam ter sido alteradas há dois ou três anos antes de iniciar a obra. Temos que encontrar soluções para reformular”, adiantou.

O presidente adiantou ainda que “as cheias na EN14 junto à Câmara são recorrentes e o edifício municipal teve a sua cave inundada, o rés do chão com 20 centímetros de água e os processos ficaram ensopados”. “As inundações já vêm do tempo de Santo Tirso, que se taparam madrias de água, bueiros e deixou-se construir de forma desenfreada e hoje causa-nos um problema enorme”.

Apesar de haver um projeto para resolver o problema, o mesmo “é incomportável” garante Sérgio Humberto adiantando que são necessários “dois milhões de euros”. “A Câmara gostava de gastar dois milhões de euros e resolver o problema de forma definitiva, mas é completamente dispendioso e impossível gastarmos esse valor. Temos de arranjar outras soluções financeiras mais viáveis para o concelho”, adiantou o autarca.

Estradas nacionais cortadas devido às cheias

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Vítor Pinto explicou que o primeiro alerta de emergência, devido à subida das águas do rio e à forte precipitação, foi dado às 20 horas do dia 2 de janeiro, tendo, “de imediato” sido encerradas duas estradas nacionais: a EN14, que só foi reaberta às 12 horas do dia 3 de janeiro, e a EN104, que reabriu às 8 horas. “Estas estradas estão a ser vigiadas e alvo de muita preocupação por parte dos serviços de emergência da Trofa. Devido à muita chuva, o piso está saturado e não consegue absorver as águas”, asseverou.

Durante a noite, a PM da Trofa registou cerca de 50 ocorrências, desde pedidos de socorro devido à entrada de água em casas particulares e unidades fabris, ao registo de muitas viaturas submersas.

O responsável da PM da Trofa alertou, ainda, para alguma “falta de cuidado” por parte dos munícipes, aconselhando que “cortem imediatamente a corrente de luz se a água começar a entrar em casa”. “Mas nem todos o fazem, assim como nem todos seguem as ordens de desvios de trânsito ao ponto de ficarem bloqueados na estrada devido à muita água”, frisou.

No terreno estiveram várias patrulhas da PM, Bombeiros Voluntários, Comando de Proteção Civil e GNR. Vítor Pinto adiantou que só da PM tem “todo o efetivo, mais de dez agentes, no terreno”.

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Luzes de Natal, teletrabalho e climatização. As medidas para poupar energia e água

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Segundo o Governo, o Plano de Poupança de Energia 2022-2023 “tem como principais prioridades a poupança energética, a aceleração da transição para as energias renováveis, a diversificação do aprovisionamento energético e a combinação inteligente de investimentos e reformas”. Além disso, também é preciso poupar água no país. Saiba aqui as medidas obrigatórias e recomendadas.

Foi hoje publicada em Diário da República a Resolução do Conselho de Ministros n.º 82/2022 que “procede à definição de medidas preventivas que permitam fazer face à atual situação e a eventuais disrupções futuras, tendo sempre em vista a garantia da segurança do abastecimento de energia”.

Em causa estão “medidas, por separado, de redução para as áreas da energia, eficiência hídrica e mobilidade, e abrange os setores da Administração Pública, central e local, e privado (incluindo indústria, comércio e serviços, e cidadãos), sendo dado particular destaque às medidas afetas à energia”.

Segundo o documento publicado em DRE, “sugere-se que a vigência do Plano de Poupança de Energia 2022-2023 seja até ao fim de 2023, prevendo-se que possa coexistir para além desta fase de restrições proposta pela União Europeia”.

Para a elaboração do plano “foram auscultadas mais de 50 entidades (interlocutores das áreas governativas, associações, entre outras)”, foi ainda explicado.

Além da questão na energia, o Governo lembra também que, “em paralelo, Portugal enfrenta uma situação de seca severa e prolongada por todo o território continental, com reflexos na produção de energia hidroelétrica”.

Neste sentido, as circunstâncias “exigem a adoção de medidas que assegurem no contexto descrito a capacidade de produção elétrica”.

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As medidas em causa dividem-se em obrigatórias, para a administração pública central, e recomendadas, para a administração pública local e para os privados.

Porque o seu tempo é precioso.

Entre elas, é referido que a iluminação interior de caráter decorativo de edifícios vai ser desligada a partir das 22:00 no período de inverno e a partir das 23:00 no período de verão e no exterior a partir das 24:00, “salvaguardando questões de segurança”.

Além disso, ficou estabelecido que “de 6 de dezembro de 2022 a 6 de janeiro de 2023” serão ajustados “os períodos de utilização da iluminação natalícia para o horário entre as 18:00 e as 24:00”.

De acordo com o plano, as temperaturas dos equipamentos de climatização interior serão reguladas “para o máximo de 18.°C no inverno e o mínimo de 25.°C no verão” entre outras iniciativas.

No que diz respeito à água, o executivo pretende a “redução do tempo de água corrente e adequação da temperatura da água do sistema de aquecimento à estação do ano”, bem como a “redução da quantidade de água utilizada na lavagem de pavimentos”, reduzir o “número de lavagens de veículos” e outras estratégias.

Medidas para poupar energia

Administração pública central (medidas obrigatórias)

Iluminação interior e exterior

  • Desligar iluminação interior de caráter decorativo de edifícios a partir das 22h00 no período de inverno e a partir das 23h00 no período de verão;
  • Desligar iluminação exterior de caráter decorativo dos edifícios a partir das 24h00, salvaguardando questões de segurança;
  • De 6 de dezembro de 2022 a 6 de janeiro de 2023 ajustar os períodos de utilização da iluminação natalícia para o horário entre as 18h00 e as 24h00;
  • Desligar iluminação interior sempre que o espaço não esteja em uso e após o horário de trabalho;
  • Promoção de uma maior utilização de luz natural, através dos vãos envidraçados, claraboias ou tubos de luz, reduzindo a iluminação acesa, salvaguardando os valores legais necessários a locais de trabalho;
  • Adequação da intensidade da iluminação às necessidades dos utilizadores dos espaços e adaptação dos horários de iluminação de acordo com taxa de utilização e ocupação, com exceção da iluminação de emergência;
  • Implementação de sistemas de gestão para a racionalização do consumo;
  • Substituição da iluminação interior/exterior por iluminação de tecnologia LED de alto desempenho energético e/ou a instalação de reguladores (dimmers) de fluxo luminoso de sistemas luminotécnicos.

Climatização de espaços

  • Regulação das temperaturas dos equipamentos de climatização interior, para o máximo de 18°C no inverno e o mínimo de 25°C no verão;
  • Espaços com entrada direta para a rua com sistema de climatização ligado devem manter portas e janelas fechadas;
  • Sistemas de aquecimento a gás ou do tipo ar condicionado/bombas de calor em espaços do tipo esplanada (exteriores e interiores) devem estar desligados;
  • Durante os períodos sem ocupação os sistemas de climatização devem permanecer desligados.

Recursos humanos

  • Adoção de práticas de gestão dos recursos humanos que permitam a redução dos consumos energéticos (por exemplo, avaliando as poupanças energéticas do recurso ao teletrabalho), sempre que viável;
  • Ações de informação no âmbito das poupanças associados ao consumo energético, bem como das deslocações casa-trabalho-casa.

Formação

  • Promoção de ações de capacitação junto dos técnicos da Administração Pública designados ao abrigo do Programa de Eficiência de Recursos na Administração Pública (ECO AP 2030), visando maior envolvimento, dotação de ferramentas e sensibilidade para temas como a eficiência de recursos, incluindo autoconsumo de eletricidade através de fontes de energia renovável.

Energias renováveis

  • Fomentar a produção local de eletricidade através de sistemas de aproveitamento de fontes de energia renovável.

Administração pública local (medidas recomendadas)

Iluminação pública

  • Ajuste dos horários de funcionamento da iluminação pública, bem como dos níveis de iluminação, evitando ainda que permaneçam ligadas durante os períodos diurnos. Deve ser garantida a segurança dos cidadãos, a segurança rodoviária e integridade patrimonial;
  • Substituição da iluminação interior pública por iluminação de tecnologia LED de alto desempenho energético;
  • Implementação de sistemas de iluminação mais eficientes em toda a rede de iluminação pública através de instalação de sistemas de regulação e controlo, incluindo sensores de presença.

Iluminação interior e exterior

  • Desligar iluminação interior de caráter decorativo de edifícios a partir das 22h00 no período de inverno e a partir das 23h00 no período de verão;
  • Desligar iluminação exterior de caráter decorativo dos edifícios a partir das 24h00, salvaguardando questões de segurança;
  • Desligar iluminação de faixas, lonas e estandartes publicitários e cartazes na via pública e edifícios a partir das 22h00 no período de inverno e a partir das 23h00 no período de verão;
  • Desligar iluminação de montras e similares após o encerramento do estabelecimento;
  • De 6 de dezembro de 2022 a 6 de janeiro de 2023 ajustar os períodos de utilização da iluminação natalícia para o horário entre as 18h00 e as 24h00;
  • Desligar iluminação interior sempre que o espaço não esteja em uso e após o horário de trabalho;
  • Promoção de uma maior utilização de luz natural, através dos vãos envidraçados, claraboias ou tubos de luz, reduzindo a iluminação acesa, salvaguardando os valores legais necessários a locais de trabalho;
  • Adequação da intensidade da iluminação às necessidades dos utilizadores dos espaços e adaptação dos horários de iluminação de acordo com taxa de utilização e ocupação, com exceção da iluminação de emergência.
  • Implementação de sistemas de gestão para a racionalização do consumo;
  • Substituição da iluminação interior/exterior por iluminação de tecnologia LED de alto desempenho energético e/ou a instalação de reguladores (dimmers) de fluxo luminoso de sistemas luminotécnicos.

Climatização de espaços

  • Regulação das temperaturas dos equipamentos de climatização interior, para o máximo de 18°C no inverno e o mínimo de 25°C no verão;
  • Espaços com entrada direta para a rua com sistema de climatização ligado devem manter portas e janelas fechadas;
  • Sistemas de aquecimento a gás ou do tipo ar condicionado/bombas de calor em espaços do tipo esplanada (exteriores e interiores) devem estar desligados;
  • Durante os períodos sem ocupação os sistemas de climatização devem permanecer desligados.

Piscinas e complexos desportivos

  • Regulação da temperatura da água das piscinas cobertas para 26°C e diminuição de 2°C na temperatura de aquecimento ambiente onde se inserem as piscinas (para 28°C);
  • Regulação da temperatura dos Sistema de Água Quente Sanitária (AQS) para as recomendadas no Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE), sem comprometer a manutenção dos sistemas nem as medidas necessárias a evitar a legionella;
  • Regulação do caudal das torneiras e chuveiros para assegurar as necessidades sem desperdício de água;
  • Reforço da manutenção periódica preventiva dos sistemas, incluindo dos isolamentos de redes de calor;
  • Colocação de capas térmicas para redução de perdas térmicas quando as piscinas estão em utilização;
  • Privilegiar a utilização de energias renováveis no aquecimento de água (piscinas, banhos e climatização);
  • Melhoria da eficiência nos sistemas de bombagens;
  • Aproveitamento das águas dos banhos para sanitários.

Recursos humanos

  • Adoção de práticas de gestão dos recursos humanos que permitam a redução dos consumos energéticos (por exemplo, avaliando as poupanças energéticas do recurso ao teletrabalho), sempre que viável;
  • Ações de informação no âmbito das poupanças associados ao consumo energético, bem como das deslocações casa-trabalho-casa.

Formação

  • Promoção de ações de capacitação junto dos técnicos da Administração Pública designados ao abrigo do Programa de Eficiência de Recursos na Administração Pública (ECO.AP 2030), visando maior envolvimento, dotação de ferramentas e sensibilidade para temas como a eficiência de recursos, incluindo autoconsumo de eletricidade através de fontes de energia renovável. Destinado a gestores de energia e recursos e dirigentes da Administração Pública.

Energias renováveis

  • Fomentar a produção local de eletricidade através de sistemas de aproveitamento de fontes de energia renovável.

Privado (medidas recomendadas)

Iluminação interior e exterior

  • Desligar iluminação interior de caráter decorativo de edifícios a partir das 22h00 no período de inverno e a partir das 23h00 no período de verão;
  • Desligar iluminação exterior de caráter decorativo dos edifícios a partir das 24h00, salvaguardando questões de segurança;
  • Desligar iluminação de faixas, lonas e estandartes publicitários e cartazes na via pública e edifícios a partir das 22h00 no período de inverno e a partir das 23h00 no período de verão;
  • Desligar iluminação de montras e similares após o encerramento do estabelecimento;
  • Desligar a iluminação interior de uma divisão sempre que o espaço não esteja em utilização;
  • Promoção de uma maior utilização de luz natural, através dos vãos envidraçados, claraboias ou tubos de luz, minimizando a iluminação acesa;
  • Recomendação de valores máximos de iluminância e densidade de potência de iluminação em superfícies comerciais (Portaria n.º 138 -I/2021, de 1 de julho);
  • Adequação da intensidade da iluminação às necessidades dos utilizadores dos espaços e adequação dos horários de iluminação de acordo com taxa de utilização e ocupação, com exceção da iluminação de emergência;
  • Implementação de sistemas de gestão para a racionalização do consumo;
  • Substituição da iluminação interior/exterior por iluminação de tecnologia LED de alto desempenho energético e/ou a instalação de regulador (dimmers) de fluxo luminoso de sistemas luminotécnicos.

Centros comerciais

  • Desligar iluminação de reclames após as 23h00 e de fachadas após as 24h00, salvo por razões de segurança e para garantir a visão por CCTV;
  • Ajuste dos níveis de iluminação no interior das lojas, incluindo montras e reclame da fachada da loja;
  • Redução da iluminação interior a níveis mínimos de segurança, mantendo a visão por CCTV, após horário de normal funcionamento e nos períodos de manhã de tráfego fraco;
  • Redução de iluminação em áreas de parqueamento interior, desligando um terço da iluminação, mantendo a visibilidade CCTV e conforto do visitante e circulação viaturas, incluindo ajuste de horários de abertura e gestão de parque em função do tráfego;
  • Instalação de sensores de movimento para iluminação de áreas não comerciais, incluindo áreas de baixo tráfego/utilização/permanência;
  • Instalação, sempre que possível e adequado, de sensores fotoelétricos/crepusculares para ajuste de iluminação em áreas exteriores e interiores;
  • Regulação das temperaturas dos parques de estacionamento de centros comerciais para o máximo de 26°C;
  • Ajuste de parâmetros de ventilação e temperatura interior de lojas;
  • Ajuste de parâmetros de chillers, incluindo start&stop, considerando as temperaturas exteriores e interiores;
  • Ajuste de parâmetros de pressão diferencial de bombagem de água, incluindo controlo otimizado de áreas críticas;
  • Ajuste de parâmetros e modo de operação da bombagem de água de torres refrigeração, bem como modulação da velocidade do ventilador;
  • Modulação de velocidade dos ventiladores de unidades de tratamento de ar, bem como de inclusão de start&stop, em função da qualidade do ar interior/conforto térmico.

Climatização de espaços

  • Regulação das temperaturas dos equipamentos de climatização interior, para o máximo de 18°C no inverno e o mínimo de 25°C no verão;
  • Manter portas e janelas fechadas sempre que estiver sistema de climatização ligado, incluindo para edifícios de comércio e serviços sempre que tenham espaços com entrada direta para a rua;
  • Sistemas de aquecimento a gás ou do tipo ar -condicionado/bombas de calor em espaços do tipo esplanada (exteriores e interiores) devem estar desligados;
  • Durante os períodos em que não é necessária a utilização dos espaços, os sistemas de climatização devem permanecer desligados.

Produção de calor e frio

  • Adoção de implementação de medidas de eficiência energética com período de retorno de investimento reduzido;
  • Regulação de temperaturas de refrigeração e frio industrial em conformidade com as utilizações e níveis de segurança alimentar;
  • Colocação de portas ou cortinas em arcas de frio evitando o consumo excessivo de energia.

Piscinas e complexos desportivos

  • Regulação da temperatura da água de piscinas interiores para 26°C e diminuição de 2°C na temperatura de aquecimento ambiente onde se inserem as piscinas cobertas (para 28°C);
  • Regulação da temperatura dos Sistema de Água Quente Sanitária (AQS) para as recomendadas no Sistema de Certificação Energética dos Edifícios (SCE), sem comprometer a manutenção dos sistemas nem as medidas necessárias a evitar a legionella;
  • Regulação do caudal das torneiras e chuveiros para assegurar as necessidades sem desperdício de água;
  • Reforço da manutenção periódica preventiva dos sistemas, incluindo dos isolamentos de redes de calor;
  • Colocação de capas térmicas para redução de perdas térmicas quando as piscinas estão em utilização;
  • Privilegiar a utilização de energias renováveis no aquecimento de água (piscinas, banhos e climatização);
  • Melhoria da eficiência nos sistemas de bombagens;
  • Aproveitamento das águas dos banhos para sanitários.

Recursos humanos

  • Adoção de práticas de gestão dos recursos humanos que permitam a redução dos consumos energéticos (por exemplo, avaliando as poupanças energéticas do recurso ao teletrabalho), sempre que viável;
  • Ações de informação no âmbito das poupanças associados ao consumo energético, bem como das deslocações casa-trabalho-casa.

Energias renováveis

  • Fomentar a produção local de eletricidade através de sistemas de aproveitamento de fontes de energia renovável.

Formação

  • Formação e acreditação complementar para Técnicos de Inspeção de Sistemas Técnicos no âmbito da elaboração de inspeções a sistemas solar térmicos com área de captação igual ou superior a 15 m2 e sistemas fotovoltaicos, efetuar a determinação da eficiência da instalação e propor medidas de eficiência energética;
  • Formação complementar para Técnicos de Gestão de Energia no âmbito da elaboração do plano de otimização energética, incluído a metodologia de abordagem transversal.

Medidas para poupar água

Administração pública central (medidas obrigatórias)

Aumentar eficiência hídrica

  • Redução do tempo de água corrente e adequação da temperatura da água do sistema de aquecimento à estação do ano;
  • Redução da quantidade de água utilizada na lavagem de pavimentos;
  • Reduzir do número de lavagens de veículos;
  • Adoção de estratégias de redução do consumo de água nos sanitários através da adoção de mecanismos de descarga dupla e diminuição do volume disponível dos reservatórios;

Reduzir o desperdício em espaços exteriores

  • Programação da rega para horários de menor evaporação, ligando-as depois das 20h00 no período de verão e das 17h00 no período de inverno;
  • Correção da orientação dos dispositivos de água colocados em jardins de forma a eliminar desperdícios de água;
  • Promoção de sistemas de gota a gota com sensores de humidade;
  • Aproveitamento de águas pluviais ou de outras proveniências para regas e lavagens, sempre que possível;
  • Promoção da plantação de espécies com baixa necessidade de rega, apropriadas ao clima e terra.

Administração pública local (medidas recomendadas)

Aumentar eficiência hídrica

  • Redução do tempo de água corrente e adequação da temperatura da água do sistema de aquecimento à estação do ano;
  • Redução da quantidade de água utilizada na lavagem de pavimentos;
  • Redução do número de lavagens de veículos;
  • Adoção de estratégias de redução do consumo de água nos sanitários através da adoção de mecanismos de descarga dupla e diminuição do volume disponível dos reservatórios;
  • Controlo da pressão no sistema de distribuição pública, mantendo-a equilibrada no ponto ótimo;
  • Redução do volume de água perdida na rede predial;
  • Reaproveitamento das águas dos sistemas prediais para fins adequados não potáveis;
  • Substituição de água da rede pública por água residual devidamente tratada em estação de tratamento de águas residuais (ETAR) para lavagem de pavimentos, lavagem de veículos, jardins e similares, campos desportivos, campos de golfe e outros espaços verdes de recreio.

Reduzir o desperdício em espaços exteriores

  • Programação da rega para horários de menor evaporação, ligando -a depois das 20h00 no período de verão e das 17h00 no período de inverno;
  • Correção da orientação dos dispositivos de água colocados em jardins de forma a eliminar desperdícios de água;
  • Promoção de sistemas de gota a gota com sensores de humidade;
  • Restrição do uso de água não reciclada em jardins públicos e fontes;
  • Aproveitamento de águas pluviais ou de outras proveniências para regas e lavagens, sempre que possível;
  • Promoção da plantação de espécies com baixa necessidade de rega, apropriadas ao clima e terra.

Privado (medidas recomendadas)

Aumentar eficiência hídrica

  • Redução do tempo de água corrente de banhos e duches e adequação da temperatura da água do sistema de aquecimento à estação do ano;
  • Utilização de estratégias de aproveitamento da água de banhos e duches, até que a temperatura ideal seja atingida;
  • Minimização do número de utilizações da máquina de lavar roupa e máquina de lavar louça, utilizando a sua capacidade máxima;
  • Redução da quantidade de água utilizada na lavagem de pavimentos;
  • Minimização do número de lavagens de veículos;
  • Adoção de estratégias de redução do consumo de água nos sanitários através da adoção de mecanismos de descarga dupla e diminuição do volume disponível dos reservatórios;
  • Reaproveitamento das águas dos sistemas prediais para fins adequados não potáveis;
  • Substituição de água da rede pública por água residual devidamente tratada em ETAR para lavagem de pavimentos, lavagem de veículos, jardins e similares, campos desportivos, campos de golfe e outros espaços verdes de recreio.

Processos industriais

  • Utilização eficiente de equipamentos e dispositivos;
  • Substituição de equipamentos do processo de fabrico por outros de maior eficiência no consumo de água;
  • Eliminação de perdas de água na rede de abastecimento à unidade industrial;
  • Reutilização da água residual da própria unidade industrial, após tratamento adequado, incluindo no sistema de arrefecimento;
  • Utilização da água residual resultante do processo de fabrico;
  • Reutilização da água de arrefecimento industrial em sistemas fechados;
  • Recuperação da água utilizada no arrefecimento para fins compatíveis;
  • Utilização da água residual no sistema de aquecimento;
  • Recuperação do vapor de água gerado no processo industrial;
  • Gestão correta dos resíduos produzidos com minimização da necessidade de lavagem;
  • Aspiração de resíduos com minimização de lavagem;
  • Lavagem das instalações com dispositivos de jato de água sob pressão;
  • Utilização de água proveniente de outras fontes para lavagens.

Reduzir o desperdício em espaços exteriores

  • Programação da rega para horários de menor evaporação, ligando-a depois das 20h00 no período de verão e das 17h00 no período de inverno;
  • Correção da orientação dos dispositivos de água colocados em jardins de forma a eliminar desperdícios de água;
  • Promoção de sistemas de gota a gota com sensores de humidade;
  • Aproveitamento de águas pluviais ou de outras proveniências para regas e lavagens, sempre que possível;
  • Promoção da plantação de espécies com baixa necessidade de rega, apropriadas ao clima e terra.

Formação 

  • Formação no âmbito da eficiência hídrica, destinada a instaladores de produtos e equipamentos sanitários.
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Sérgio Humberto foi eleito presidente da distrital do Porto do PSD

Sérgio Humberto, único candidato a presidente da distrital do Porto do PPD/PSD do Porto, a maior a nível nacional, foi eleito com 95% dos votos.

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Sérgio Humberto, único candidato a presidente da distrital do Porto do PPD/PSD do Porto, a maior a nível nacional, foi eleito com 95% dos votos. A restante percentagem foi dividida em 4% em votos em branco e 1% de nulos.

“Acredito que com trabalho, muito trabalho, vamos conseguir devolver a esperança às nossas populações, e, concretizar a revolução laranja que o que o nosso Distrito anseia”, foram estas as primeiras palavras de Sérgio Humberto, aos militantes que encheram por completo o auditório da Distrital Os o encerramento das urnas e continuou:

Aquilo que vos prometo é muito trabalho e dedicação. E garantir-vos que esta será, uma distrital do PPD/PSD do Porto, incómoda para os nossos adversários partidários, porque o nosso foco, estará no serviço às nossas gentes, na concretização dos sonhos das nossas populações, e no servir o Distrito do Porto.

Aumentar o numero de militantes ativos e envolver a sociedade civil na vida do partido está também nos horizontes da nova comissão politica distrital social-democrata. Vencer as eleições autárquicas no distrito e pegar em temas esquecidos, e de elevada relevância tanto para o distrito como a nível nacional, faz parte do seu programa de ação

“O primeiro objetivo é ganhar mais câmaras, mais juntas de freguesia, mais assembleias municipais, Temas como, por exemplo, O Eixo Atlântico, as relações com a Galiza, como é o não exemplo do Infarmed, TAP e assuntos que ainda não foram falados, como por exemplo o Aeroporto Francisco Sá Carneiro, que precisa de obras, e porque não falar de um novo aeroporto nesta região, serão chamados à discussão por esta comissão politica”.

Sérgio Humberto recordou a Distrital do Porto tem cerca de dois milhões de habitantes e que é um território altamente produtivo e, portanto, muitas vezes não é compensado pelo Estado Central, que só vê Lisboa.

“Vou liderar uma equipa motivada e capacitada, para desenvolver um trabalho de proximidade, estruturando caminhos para um futuro mais próspero e mais liderante no nosso Distrito do Porto., concluiu o novo líder social-democrata.

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