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Edição 624

Mantos de Nossa Senhora decorados com 1600 rosetas

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A imagem de Nossa Senhora tem andado em peregrinação pelas paróquias de S. Romão, S. Mamede do Coronado e em S. Cristóvão do Muro. E cada uma das paróquias preparou um manto para colocar na imagem.
Desafiadas pelo pároco Rui Alves, cada família de S. Romão, S. Mamede do Coronado e de S. Cristóvão do Muro fez uma roseta em croché. Com a união das rosetas de todas as famílias, foi possível criar um manto, por cada paróquia, que tem cobrido a imagem de Nossa Senhora de Fátima durante a peregrinação que decorre desde o dia 1 de maio. O manto de S. Romão foi adornado com “perto de 400 rosetas”, o de S. Mamede com “perto de 700” e o de S. Cristóvão do Muro com “perto de 500”.
O padre Rui Alves contou que, com este pedido, pretendia que o manto significasse, “simbolicamente, as famílias, os pedidos e as suas preces”. O resultado foram três mantos “diferentes”, mas “bonitos”, que vão ficar como “recordação nas paróquias”. “Daqui a 50/60 anos, vão-se lembrar que, quando houve o centenário, as pessoas fizeram uma peregrinação e esse manto simbolizou as pessoas que quiseram, voluntariamente, fazer um quadradinho com determinadas dimensões, que depois se uniram e cobriram, significativamente e com toda a simbologia que isso tem, a Nossa Senhora”, mencionou.
A criação do manto e a peregrinação, ligando as três paróquias, surgem de uma ideia do padre Rui Alves, no âmbito do Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima aos pastorinhos, por causa da “vinda do Papa” e por aquilo que ele pede: para “a Igreja sair de si própria e rezar o terço pelas ruas da nossa terra”. “A imagem fica em associações, em casas, em famílias escolhidas, em famílias com cancro, com problemas… foi tudo escolhido ao pormenor”, ressalvou.
A peregrinação começou, a 1 de maio, em S. Romão do Coronado, na divisão com Folgosa da Maia. No dia 14 de maio, os paroquianos de S. Romão entregaram a imagem aos de S. Mamede do Coronado e, nesta quarta-feira, estes entregaram-na a S. Cristóvão do Muro.O padre referiu que estas peregrinações têm sido “brilhantes e indiscritíveis”, destacando a participação diária de “mais de mil pessoas”, o “envolvimento” da comunidade, “as luzes, as flores e os tapetes” preparados ao longo do caminho, assim como a “muita sorte que têm tido com o tempo”.
O encerramento da peregrinação está marcado para as 21 horas do dia 31 de maio e contará com a presença do bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos. A procissão vai sair do salão paroquial até à Praceta de S. Cristóvão, encerrando a sessão com “o adeus à virgem Nossa Senhora”, com a ida da imagem para a Igreja do Muro. “Gostava que o encerramento fosse o agradecimento de tudo isto e convido toda a gente a estar presente, porque de facto acho que será um momento muito grande, não de um adeus, mas de um até já, porque a Nossa Senhora está connosco e, como dizia o Papa Francisco, nós temos mãe”, terminou.

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Edição 624

“Procuramos sempre as melhores condições para a formação de jogadores de excelência”

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“Formar jogadores de excelência futebolística”, para representar os seniores do Clube Desportivo Trofense (CDT), é um dos desafios do escalão de juniores, segundo contou, em entrevista, o treinador Jorge Maia.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Jorge Maia (JM): Quando trabalhamos na formação temos de analisar a época desportiva em duas vertentes: na continuidade formativa e no rendimento coletivo. Na vertente formativa é mais uma excelente época, pelo terceiro ano consecutivo tivemos dois atletas ainda juniores a trabalhar regularmente com a equipa sénior. O Rúben e o Rochinha jogaram várias vezes pelos seniores. Outros juniores também integraram vários treinos da equipa sénior. Temos tido a possibilidade de completar o processo formativo dos nossos jovens, acelerando a maturação e experiência competitiva de todos eles. Na perspetiva do rendimento coletivo, fomos terceiros no campeonato, não conseguimos atingir a fase final que muito ambicionávamos. Terminamos o campeonato como a equipa com mais golos marcados, mas também sofremos muitos golos. Neste particular não conseguimos superar as nossas lacunas. Contudo, foi um campeonato sempre em crescendo, na qualidade de jogo apresentada, numa 2.ª volta melhor que a 1.ª, pois elevamos o número de pontos, mais golos marcados e menos golos sofridos, o que espelha a nossa evolução coletiva ao longo dos 28 jogos realizados.
Atualmente os Juniores do CDT competem na Prova Extraordinária – Taça Acácio Lello.

NT: Quais os objetivos na competição?
JM: No nosso processo formativo, competimos para formar jogadores de Excelência Futebolística para representar os seniores do CDT. Obviamente que em cada jogo, em cada prova, temos objetivos. Ter objetivos na competição é lançar a nossa ambição para a superação. Mas atenção, esse tipo de objetivos não se sobrepõe aos objetivos formativos que temos. Dou um exemplo. Os juniores que periodicamente trabalham nos seniores não deixam de o fazer para virem jogar pela equipa júnior. Há prioridades. A nossa é esta. Procuramos sempre as melhores condições formativas para podermos assegurar a formação de jogadores de excelência futebolística para os seniores do CDT.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
JM: Este escalão coincide com uma etapa decisiva na vida dos nossos atletas, estão no final da escolaridade obrigatória e têm de tomar importantes decisões para o seu futuro – faculdade, cursos profissionais ou mercado de trabalho. Este momento de escolher ou de poder escolher o caminho para o seu futuro torna-se complicado. Influencia muito o desempenho.
Outra dificuldade deste escalão prende-se com a consciencialização que uns evidenciam mais e melhores condições para se afirmarem que outros. Não é fácil para alguns jovens verificarem que não têm o nível futebolístico para estarem no topo da pirâmide formativa.
Coletivamente, nos Juniores é sempre necessário completar o plantel com alguns jogadores que acrescentam qualidade ao grupo. Nesta época e na anterior, em virtude das incertezas do CDT, não foi possível fazê-lo. Mesmo durante esta época, apesar das boas intenções não foi possível colmatar o plantel, em posições muito específicas, onde tínhamos debilidades. Foi pena, pois a equipa conseguiu atingir um nível alto em determinados momentos do jogo.

NT: Com que aptidões os atletas capacitam neste escalão?
JM: Como este escalão encontra-se no topo da nossa pirâmide formativa, os juniores são o resultado do nosso processo formativo. Formamos “Homens que sabem jogar futebol” e temos no final os jogadores de Excelência futebolística para integrarem o plantel sénior do CDT e os que continuam no futebol sem a possibilidade imediata de serem profissionais no CDT. Aqueles que integram a equipa principal do CDT ainda têm uma longa caminhada para se afirmarem, continuam a seu processo formativo.
Neste processo formativo, o Departamento de Formação contribuiu para o desenvolvimento global dos jovens. Temos no futebol o fator de aperfeiçoamento pessoal e social, contribuindo para a formação do caráter, na integração de valores da cidadania, da ética desportiva e na sensibilização e desenvolvimento de estilos de vida saudável. Podemos garantir que os juniores estão preparados para o futuro, continuando ou não a jogar num nível superior. Os nossos atletas possuem o suporte necessário para seguirem o seu caminho na sociedade.

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Márcia Azevedo deixou Got Talent

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Depois de Cuca Roseta a ter considerado “a melhor” de todas as audições do programa da RTP Got Talent, Márcia Azevedo chegou às galas em direto. A trofense atuou na gala de domingo, 21 de maio, mas não conseguiu reunir os votos necessários para continuar, tendo abandonado o programa de talentos.
“Quando Men Vo” da ópera La Bohème e de Puccini foi o tema escolhido pela cantora de Santiago de Bougado, mas ao contrário do que tinha acontecido na audição, Márcia Azevedo não recebeu muitos elogios dos jurados. Herman José considerou “que tinha um ponto de partida altíssimo” na ópera, mas que “ainda lhe falta um bocadinho mais” para o público “deixar de sentir as inseguranças”. Cuca Roseta salientou, no entanto, que a cantora tem “um talento fantástico”.
Em entrevista ao O Notícias da Trofa, Márcia Azevedo referiu que achou que “dentro das condições apresentadas pela produção” a atuação tinha corrido bem e que o que mais gostou na sua participação foi “ter conhecido pessoas com diferentes talentos”.
“Em relação à minha carreira musical, espero que o facto de aparecer em televisão me ajude a ter visibilidade” afirmou Márcia Azevedo. Atualmente a viver em Zurique, Suíça, a trofense de 26 anos explicou que para já vai continuar a conciliar o seu trabalho de enfermeira com a participação no coro suplente da Opera de Zurique, mas que espera “um dia conseguir cantar em Portugal”.

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