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Contra o encerramento da maternidade do Hospital de Santo Tirso, cerca de 2 mil pessoas concentraram-se frente à unidade hospitalar. A marcha seguiu até aos Paços do Concelho

"Queremos nascer na nossa terra". Este era um dos slogans que estavam estampados nos placards e nas faixas que os manifestantes empunhavam, para chamar à razão o Governo, contra o encerramento da maternidade de Santo Tirso.

Os argumentos que estão na base da decisão, por parte do Governo, de encerrar a maternidade de Santo Tirso, que serve a população daquele concelho e do município vizinho da Trofa, não convencem os seus habitantes. Aquela unidade não atinge os 1500 partos que o Ministério da Saúde exige e as condições fisicas do hospital não são as melhores, mas Fernando Marques, presidente da Liga dos Amigos do Hospital garante que "nunca neste hospital estiveram em risco a vida das crianças ou das suas mães por falta de condições", garantiu.

Juntos pela maternidade estiveram forças dos varios quadrantes politicos de Santo Tirso, mas da Trofa, apenas alguns cidadãos anonimos e alguns membros da CDU marcaram presença nesta manifestação.

Quanto a Castro Fernandes, presidente da autarquia tirsense, esperou os manifestantes nos Paços do Concelhos, apoiando esta iniciativa e ao NT garantiu que "fui o primeiro a insurgir-me publicamente contra esta situação", frisou.