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Mais de 600 músicos em Encontro Nacional de Bandas

Mais de 600 músicos em Encontro Nacional de Bandas

Banda de Música da Trofa assinalou o 65.º aniversário, com a organização de um Encontro Nacional de Bandas Filarmónicas, na tarde de domingo, 15 de maio.

A Trofa foi a Capital da Música. De forma a comemorar os 65 anos, a Banda de Música da Trofa promoveu um Encontro Nacional de Bandas Filarmónicas, que se realizou no Parque Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro. Em simultâneo, Banda de Música da Trofa, Banda de Amares, Banda Filarmónica da Mamarrosa e bandas musicais de Arouca, de Fornos, Melres e Monção e de Santiago de Lobão apresentaram um conjunto de marchas, uma das quais em homenagem a Luís Lima, presidente da Banda da Trofa.
Luís Lima contou que a ideia de promover este Encontro Nacional surgiu “o ano passado durante a inauguração dos coretos do Parque Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro”, tendo proposto à Câmara Municipal da Trofa a sua realização, desde que esta “apoiasse com toda a logística”. Tal como aconteceu na inauguração dos coretos, todas as bandas “vieram gratuitamente à Trofa” a seu convite. “Correu muito bem e foi um dia magnifico para a Trofa. Ficou na história da Banda e da Trofa. Como presidente, fiquei muito feliz por assinalar os 65 anos com este Encontro de Bandas. Não é fácil trazer cerca de 650 músicos”, denotou.
O presidente referiu que o 65.º aniversário da Banda é “um número bonito” e “uma data assinável”. Quanto à sua qualidade, Luís Lima assegura: “se não for a melhor, a Banda de Música da Trofa é das melhores do país ou da Península Ibérica”. “Temos tido concertos com bandas de Espanha e com títulos mundiais e nós fazemos um brilharete ao lado deles. É reconhecido por eles que temos uma grande banda e isso é bom, é bonito e eu como presidente fico feliz”, afirmou, salientando que tem “gente com formação profissional” e com “muita qualidade, acima da média”.
Quando tomou posse como presidente, há quase “dez anos”, Luís Lima mencionou que encontrou a Banda “completamente destroçada”, “sem músicos, maestro e nem nada”. Hoje, a Banda está “estruturada em todas as áreas”, como nos aspetos de “músicos, organização e disciplina”, estando “muito bem apetrechada e muito equilibrada”. “A Banda pode ter um futuro risonho e assegurado, porque a estrutura atual é de futuro. Quem vier tem o caminho aberto para ter uma Banda de futuro e sem problemas nenhuns. É só guiar o barco, porque toda a estrutura é de manter. É uma Banda renovada e jovem, com muitos músicos da Trofa e que tem escolinhas a funcionar”, referiu, demonstrando que “é preciso ter perfil para tocar na Banda de Música da Trofa”, pois, além de ter que “saber tocar, tem que ser músico de qualidade acima da média”.
Para o presidente, a Banda tem “um timbre musical diferente das outras” e que já vem do tempo do “maestro António Oliveira Gomes”, que foi “o mais completo que apareceu no mercado”. “Isso é reconhecido pelos maestros que estiveram cá e pelo presidente da Confederação Musical Portuguesa, que disse que a Banda da Trofa foi espetacular, com uma qualidade acima da média e muito forte”, concluiu.

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