É candidata à Câmara da Trofa pela segunda vez consecutiva. Depois de quatro anos a trabalhar na Assembleia da República, Joana Lima acredita que tem condições para “dar o melhor aos trofenses”.

Já dizia José Sócrates, quando foi esmiuçado pelos Gato Fedorento na SIC, que os políticos antes de o ser, já desempenharam outras funções antes de entrar neste universo. Assim como Berlusconi, líder italiano, foi “artesão”, Joana Lima começou como empregada de mesa, bem antes de assumir o cargo de deputada na Assembleia da República (AR). Candidatou-se a presidente da Câmara Municipal da Trofa em 2005 ainda sem um currículo político expressivo, mas o assento na AR, mais concretamente na secção das Obras Públicas, fê-la ganhar popularidade e novo fôlego para lutar pela liderança dos destinos da Trofa.

O sentimento que emerge pelo concelho “é de vontade de mudança”, assegura a candidata socialista em entrevista exclusiva ao NT/TrofaTv, na qual não deixou de confirmar o “sucesso desejável” das acções de campanha promovidas. Desta vez o Partido Socialista da Trofa não preparou a candidatura “em cima do joelho” como o fez em 2005 e mesmo nessa altura, sublinha a socialista, “o PS obteve um resultado histórico”. “Foi um resultado em que jamais alguém acreditava. Mesmo na altura o discurso das pessoas era diferente, porque eu não tinha nenhum currículo político, mas hoje nota-se um cansaço por parte das pessoas que vêm que não há perspectivas de mudança em termos de políticas em relação ao actual executivo”, referiu.

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Leia a entrevista completa na edição desta semana do NT, já nas bancas, e veja a reportagem na TrofaTv.