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Incêndio consome área florestal em Covelas

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Um incêndio deflagrou, esta tarde, na zona da Sardoeira, freguesia de Covelas.

O alerta chegou ao quartel dos Bombeiros Voluntários da Trofa cerca das 16 horas, para um fogo que começou em área florestal.

O incêndio está, atualmente, em fase de resolução, tendo mobilizado 30 bombeiros, cinco viaturas automóveis e um meio aéreo.

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Lifestyle

E-Sports e jogos online continuam em crescimento

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Os jogos online estão em ascensão, mas para se compreender o futuro, é necessário olhar para o passado. Mas, para falar sobre a história dos videojogos, temos de começar por abordar os jogos da arcada. Na verdade, se é mesmo fã dos jogos online, saiba que pode jogar bingo online dinheiro real, um autêntico regresso ao passado. A década de 80 ficou marcada pelas máquinas de jogos e pelos “gameboys”. Os videojogos ganharam o seu lugar na sociedade. Mas não pararam por aí. O desenvolvimento dos primeiros computadores e da Internet deu origem ao “boom” mais significativo. Os anos 90 trouxeram o clássico jogo de cartas “Solitário” e os jogos para a “Playstation”. Nessa época, o mundo dos videojogos começa a fervilhar, sobretudo pela facilidade que a Internet trouxe. 

Em 2000, o nome “Sims” tornou-se popular. Surgiram ainda vários jogos para consolas e até novos aparelhos, tais como a Xbox, a Nintendo e a Nintendo Wii Fit. 10 anos depois, os “smartphones” tornaram possível jogar em qualquer lugar e a qualquer hora. Eram considerados uma espécie de computador de jogos que cabia no bolso. Este foi mais um ponto de viragem: a produção dos “smartphones”. E é exatamente nos telemóveis que se tem notado o maior crescimento nos jogos online. De acordo com os dados do Newzoo, em 2020, o mobile (“smartphones” e “tablets”) assumiram a liderança nos ganhos, com cerca de 82 mil milhões de euros, seguido pelas consolas, com quase 49 mil milhões de euros, e os computadores, com 36 mil milhões de euros. Neste setor, os jogos que foram surgindo tornaram-se verdadeiros fenómenos. Por exemplo, o jogo Angry Birds (em 2009) ou o Pokemón Go (em 2016). Este último chegou a ultrapassar os 500 milhões de “downloads”.

 

Em 2018, um artigo da Reuters referia que “os jogos são a forma de entretenimento favorita do mundo, já que a indústria de jogos gerou mais receita no ano passado do que a TV, os filmes e a música”. O mesmo artigo destacou ainda que as outras formas de entretenimento estavam em declínio. “A receita da TV caiu 8 por cento no ano passado – as vendas do setor de jogos estão aumentando a uma taxa anual de 10,7 por cento. Parte do maior crescimento vem de mercados relativamente novos, como a China, onde as vendas de jogos estão subindo 14 por cento ao ano”, pode ler-se.

Diversos estudos apontam o ano de 2020 como um ano de maior crescimento na indústria dos jogos online. Acredita-se que a pandemia de COVID-19, que consigo trouxe o isolamento social, fez com que os jogos aumentassem as suas receitas. Já este mês, a China concedeu novas licenças para jogos online pela segunda vez este ano, uma decisão que impulsionou as ações das gigantes de tecnologia neste mercado. Foram 60 novos jogos aprovados, depois de um lote inicial em abril, informou a Administração Estatal da Imprensa e Publicação ao Expresso.

Recorde-se que em julho de 2021, Pequim congelou o processo de licenciamento de jogos online e no mês seguinte, as autoridades impuseram ainda um limite de três horas por semana para menores de 18 anos jogarem online. Ou seja, as previsões de futuro para esta indústria mantêm-se idênticas ao panorama atual: crescimento sustentado, mas agora pais e filhos jogam juntos. Além disso, várias marcas também já estão a implementar os jogos na sua estratégia de marketing. Por exemplo, recentemente, o Boticário apresentou uma loja dentro de um jogo e o MCDonald ‘s inaugurou duas unidades virtuais (uma no Minecraft e outra no The Sims 4).

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Trofa

Empresa sueca compra grupo Frezite

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“Atualmente enfrentamos tempos que trarão novos níveis de competitividade a fatores como a escala e a flexibilidade do negócio. Novos materiais, a digitalização, novas tecnologias de fabrico e a globalização fizeram-nos pensar em avançar com um parceiro como a Sandvik, uma decisão que será benéfica para todos nós”. Foi desta forma que José Manuel Fernandes, fundador da Frezite, justificou ao ECO a venda do grupo, a 100%, aos suecos da Sandvik.

Segundo avança o comunicado da empresa sueca, a Frezite, com cerca de 450 trabalhadores, passará a ser uma unidade de negócios da divisão de soluções para máquinas industriais da Sandvik, nomeadamente no fabrico de automóveis elétricos, no fornecimento de peças para a indústria aeroespacial e ainda na transformação da madeira.

Sem avançar com valor da compra, que deverá estar concluída no outono deste ano, a Sandvik considera que a aquisição do grupo trofense “é mais um passo importante na mudança da estratégia de crescimento”.

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