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Ano 2011

Homem caiu de poste de eletricidade

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Queda de mais de cinco metros de altura, provocou lesões na coluna do jovem de 28 anos. A vítima estava a trabalhar no topo de um poste de baixa tensão quando caiu.

O alerta foi dado às 16.51 horas. Um homem de 28 anos de idade tinha caído de um poste de baixa tensão, quando procedia a trabalhos de instalação elétrica. O acidente aconteceu na tarde de segunda-feira, 23 de maio, na Rua Central de Cidoi, junto à Rotunda da Santa Eufémia, em Alvarelhos. João Ribeiro estava no cimo do poste, com mais de cinco metros de altura, preso pelo cinto de segurança. As causas do acidente ainda estão a ser apuradas.

O jovem, residente no concelho de Vila Nova de Famalicão, estava a trabalhar com um grupo de colegas da empresa, que terão corrido até a um café próximo para pedir ajuda.

De acordo com fonte no local, João Ribeiro esteve sempre consciente durante o socorro e queixava-se de dores na coluna, depois de ter caído de costas numa zona de vegetação. Alguns populares comentavam que a vítima não conseguia sentir as pernas, mas esta situação foi desmentida pela mesma fonte, que auxiliou os Bombeiros da Trofa durante o socorro e atestou que João Ribeiro apenas tinha dores nas costas.

 

De acordo com fonte do INEM, que estabilizou a vítima e a conduziu para o Hospital de S. João no Porto, o homem sofreu um traumatismo vertebro-medular. A gravidade deste tipo de lesão depende de vários fatores. Entre outras consequências, este traumatismo pode causar vários tipos de insuficiência respiratória.

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A GNR da Trofa esteve no local para tomar conta da ocorrência. Em Alvarelhos, esteve também a Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Vila Nova de Famalicão e uma ambulância dos Bombeiros Voluntários da Trofa.

Contactada esta quarta-feira, fonte da empresa assegurou que o estado de saúde jovem, que “continua internado” no Hospital de S. João, é “estável” e que está “consciente”, não adiantando mais nada sobre a sua condição física. A mesma fonte confirmou que “o cinto de segurança estava intacto” e que “o colega está salvaguardado”, já que tudo estava legalizado, incluindo o seguro de trabalho.

 

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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