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Ano 2011

Grupos trofenses cantaram os reis e as janeiras

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Oito grupos participaram no primeiro Encontro Concelhio de Reisadas/Janeiras – Trofa 2011, que decorreu, no domingo, no Salão Polivalente dos Bombeiros Voluntários da Trofa.

Uns vinham trajados a rigor, outros nem por isso, mas com as vozes afinadas cantaram as janeiras e os reis no primeiro Encontro Concelhio de Reisadas/Janeiras da Trofa. O Grupo de Danças e Cantares de Santiago de Bougado, o Grupo Paroquial Jovens Unidos, de S. Mamede do Coronado, o Rancho Folclórico da Trofa, a Comissão de Fábrica de Guidões, o Rancho das Lavradeiras da Trofa, o Centro Comunitário Municipal da Trofa, o Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado e a Comissão de Festas em honra de Santa Eulália, de S. Romão do Coronado, subiram ao palco para cantar e encantar.

O Salão dos Bombeiros Voluntários da Trofa, em S. Martinho de Bougado, encheu-se de espectadores que não perderam nenhuma actuação.

Promover os usos e costumes do concelho é o objectivo da Câmara Municipal, que fez um balanço positivo da iniciativa. “Tivemos a oportunidade de ver oito grupos, uns mais formais do que outros, porque tivemos Ranchos Folclóricos devidamente organizados e grupos informais que se organizam para este tipo de actividades e não só. Acabo de constatar que nós temos uma riqueza enorme neste campo, basta ver que cada grupo interpretou em média quatro canções e não houve repetições”, explicou José Magalhães Moreira, vice-presidente da autarquia.

Esta é “uma iniciativa para continuar” porque, de acordo com Magalhães Moreira, “não tem custos, enriquece muito a cultura e perpetua as tradições”.

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Depois de andar de porta em porta a cantar as janeiras, a Comissão de Fábrica de Guidões aceitou o convite da autarquia para representar a freguesia. Ramiro Sousa, um dos membros da comissão, lembrou que o grupo “é amador” mas, a actuação este domingo “não correu mal”.

“A residência paroquial estava abandonada e restaurámo-la. Temos oito salas para a catequese, no entanto não existe um salão paroquial em Guidões, embora haja já um terreno onde o queremos construir. Enquanto não é possível edificar o salão, vamos construir um pavilhão, junto à Casa Paroquial para colmatar essa falha”, adiantou, explicando assim o facto de terem andado pelas ruas a cantar: “Angariar fundos para a construção desse espaço”, que “até à Primavera estará pronto”.

O Rancho Folclórico da Trofa também percorreu algumas casas cantando as janeiras e “o povo foi solidário”. “Isto é uma forma de reviver as tradições e é importante dizer que é do cantar das janeiras que as instituições sobrevivem”, afirmou Alcino Paixão, presidente da colectividade. A iniciativa da autarquia de juntar os vários grupos foi elogiada mas, por ser o primeiro encontro, Alcino Paixão deixou uma sugestão: “Deve fazer-se isto mais vezes, mas com determinação e com respeito uns pelos outros”.

O primeiro Encontro de Reisadas/Janeiras terminou com a subida de todos os grupos ao palco para receberem uma lembrança e cantar a última música em conjunto.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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