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Edição 476

Ganhar experiência

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Diogo Gago e o trofense Jorge Carvalho, que disputam o Nacional de Ralis ao volante de um Citroen C2 R2 Max, estão este ano também a disputar a Copa Suzuki aqui ao lado na vizinha Espanha.

O carro utilizado é o pequeno Suzuki Swift que compensa a falta de motor com o excelente comportamento em curva. É um troféu extremamente competitivo onde o profundo conhecimento do carro faz toda a diferença no crono final.

Gago e Carvalho estão a ainda a tomar o pulso a esta nova realidade e depois de terem disputado o Rally Serra Morena, onde rubricaram excelentes cronos voltaram no passado fim de semana a terras de “nuestros hermanos” para disputarem a 50ª edição do Rally Rias Baixas na cidade de Vigo.

Ainda pouco confiantes com o pequeno Swift, Gago e Carvalho ainda se debaterem com o total desconhecimento dos troços que são bastante exigentes e traiçoeiros. Ainda assim conquistaram um excelente 8º lugar na Copa Suzuki e foram 5º entre os juniores.

Nesta nova aventura o mais importante, para já, não é a classificação final, mas sim fazer quilómetros e ganhar experiência em ambientes competitivos e exigentes em provas completamente novas. A próxima prova é já no dia 14 em Ourense.

Por fim referir que o vencedor da prova foi Sergio Vallejo num Porsche GT3 que travou uma luta intensa com Alberto Meira (Mitsubishi Evo 10) até este desistir num aparatoso acidente. Fuster num Ford Fiesta R5 foi 2º e Juan Vinyes num “vitaminado” Suzuki Swift S1600 fechou o pódio.

Miguel Mascarenhas / Marco Monteiro

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Edição 476

Escolas da Trofa encerram ano letivo com arraial

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Animação de palco com alunos e uma ementa variada são os ingredientes do arraial que as associação de pais da EB 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques e da Secundária da Trofa estão a organizar para “assinalar o término do ano letivo”.

Durante o dia 13 de junho, há “um sem número de atividades demonstrativas do processo de ensino/aprendizagem envolvendo a comunidade educativa” e “a entrega dos prémios de mérito atribuídos aos alunos de todas as escolas do agrupamento”, a realizar-se na EB2/3.

O dia culmina com o arraial, a partir das 19.30 horas, “aberto a toda a comunidade escolar e em geral”. Esta iniciativa contou com “a colaboração da direção do Agrupamento de Escolas da Trofa”.

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Edição 476

E tu disseste… nada

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Ricardo Garcia

Neste longo rescaldo das eleições europeias, a política portuguesa, mais uma vez, mostra as suas capacidades de reinvenção da língua portuguesa. Depois do já cânone “irrevogável”, chega agora o “ganhar é perder e perder é ganhar”. Aliás, a velha máxima de que todos ganham em dia de eleições, desfez-se pela noite dentro do passado dia 25, aparecendo logo quem pedisse a cabeça dos líderes da coligação que governa Portugal, coligação esta que teve o pior resultado (comparação do somatório PSD e CDS-PP) das 38 eleições desde 1975. Desculpem! Erro meu! Foi pedida a cabeça do secretário-geral do PS, o partido que ganhou as eleições europeias.

 

Em termos políticos, a vitória do PS foi a possível, não podendo este partido de modo algum dissociar-se do pacto de agressão e das respectivas políticas de austeridade. Vendo bem, o embrião destas políticas ruinosas foi concebido nos Programas de Estabilidade e Crescimento do 2º governo de José Sócrates. Mas esta cisão dentro do PS é reveladora das mentes dos dirigentes socialistas. Em vez de arrepiarem caminho e interpretarem a elevada abstenção ou o voto no fenómeno celeste chamado Marinho Pinto (ainda agora eleito para o parlamento europeu e já pensa nas legislativas e presidenciais; ambição a este não falta) como uma atitude de protesto contra os partidos do “arco de governação” e uma vontade de ruptura, as luminárias socialistas só pensam numa nova maioria. Cegos pela gula da maioria absoluta, até se esquecem que a esquerda ganhou as eleições (somados, PS, CDU e BE tiveram 48,8% de votos contra 27,7% da coligação de direita). E a tal convergência das esquerdas de que tanto se fala? Onde aparece o PS disponível para um diálogo com as forças mais à sua esquerda? António José Seguro tem revelado inércia nesse campo, bem visível numa intervenção atarantada na manhã de votação da moção de censura, onde a certa altura diz que o agendamento desta impediu um debate quinzenal e um “cara a cara” com Passos Coelho (pensava eu ingenuamente que o debate quinzenal no parlamento era com todas as forças parlamentares). E, nesta guerra sem quartel nas hostes socialistas, alguém me pode informar quais as diferenças políticas entre António Costa e António José Seguro? Alguém vê um debate de ideias, de verdadeira discussão política em torno de alternativas ao actual governo? Podem usar uma lupa. O que parece bem visível é uma guerra pessoal, de egos, de interesses instalados, que nada trazem para o espaço de debate e de alternativa política.

 

A talho de foice. Frete? Frete fez o PS ao governo ao conseguir desviar as atenções da estrondosa derrota da direita e da contínua guerrilha ao Tribunal Constitucional.

 

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